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30 de junho de 2021

Sotaques do Violão lança nova websérie com algumas das maiores violonistas do Rio Grande do Sul.


Através de uma conversa descontraída e musical, o "Sotaques do Violão", projeto produzido por Fernando Graciola  traz à tona as diferentes sonoridades do instrumento tema. O programa acaba de lançar uma websérie com entrevistas e muita música destacando algumas das maiores violonistas do Rio Grande do Sul. O episódio de estreia com a violonista e pesquisadora Thais Nascimento já está disponível.

Fernando Graciola é  um dos grandes nomes da cena violonística gaúcha e latino-americana. Sempre envolvido em vários projetos, além dos recitais, onde interpreta tanto obras autorais quanto de compositores brasileiros e latino-americano, ele é o idealizador e produtor do Projeto "Sotaques do Violão" que consiste em um canal onde ele entrevista e toca com outros violonistas. 
Além de compartilhar as músicas Fernando e seus os convidados, compartilham vivências. Desta forma, o material produzido para o programa já representa um grande acervo da música latino-americana; uma fonte de consulta obrigatória para quem toca, estuda ou gosta de violão. 

Os episódios da nova websérie "Mulheres Gaúchas" destacam as instrumentistas Thais Nascimento, Fernanda Krüger, Andrea Perrone, Patricia Vargas, Flávia Domingues Alves, Sara Pinto, Ana Giollo e Amanda Carpenedo. E para não perder os próximos episódios, acompanhe a agenda de transmissão pelo perfil @sotaquesdoviolao.

A live de estreia com a violonista e pesquisadora Thais Nascimento foi ao ar no último sábado, dia 26 de junho, com transmissão pelo YouTube. Se você perdeu, é hora de assistir e celebrar esse grande encontro musical em nossa audição de hoje. 


A porto-alegrense, Thaís Nascimento, licenciada, bacharela e mestranda em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, além de grande violonista, atua como pesquisadora e professora de Música, além de desenvolver trabalhos como compositora e arranjadora para violão solo e outras formações. Em 2021, gravou e lançou o álbum “Expressivas - Mulheres Compositoras para Violão”, dedicado à violonista Mayara Amaral. Thaís também desenvolve os projetos “Mulheres Compositoras para Violão”, com programas de entrevistas com violonistas mulheres e AIVIC - Associação Internacional de Violonistas Compositoras.

29 de junho de 2021

Carminha Guerra, fundadora do Selo Karmim que inclui grandes violonistas em seu catálogo, é o destaque de hoje em "O Charme do Violão Mineiro".

Carminha Guerra - Foto: Clara Freitas

Acontece hoje (29/06) mais uma entrevista do ciclo “O Charme do Violão Mineiro”. A convidada é a pianista e produtora musical Carminha Guerra. Realizado de forma remota, o clico de entrevistas ocorre sempre às terças-feiras, às 20h30, com transmissão pelo YouTube e Facebook do idealizador e apresentador do projeto, o violonista, professor e produtor cultural Celso Faria.

Carminha Guerra é mineira de Belo Horizonte. Estudou piano no Curso de Extensão e, posteriormente, no Curso de Graduação da Escola de Música da UFMG, com Vera Lúcia Nardelli Campos.

Após atenta observação, quanto à lacuna discográfica na música brasileira, Carminha decidiu empreender um auspicioso projeto, a criação do Selo Karmim. Este, que já conta com sessenta e um cds, tem como lema: o selo do compromisso.

Em 1988, ocorreu o primeiro registro fonográfico do selo, "Floresta do Amazonas", de Heitor Vila-Lobos (1887-1959), com Maria Lucia Godoy (canto), Henrique Morelenbaum (regente), Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro e Coro Masculino do Rio de Janeiro - primeira gravação brasileira. Destacamos também, no catálogo do Selo Karmim, a presença da Orquestra de Câmara Sesiminas, da Orquestra de Ouro Preto, do bandeonista Rufo Herrera e Quinteto Tempos, do multi instrumentista Marco Antônio Guimarães, do Coral Infantil Cariúnas, além dos pianistas Arthur Moreira Lima, Tânia Mara Lopes Cançado e Eduardo Hazan.

O violão é um dos instrumentos mais bem representados no catálogo do selo. Dentre as produções violonísticas concretizadas por Carminha Guerra, podemos citar: "Cordas e Coração" (1989), "Vinícius nas Cordas de Gilvan" (1990), "Retratos" (1993), "Sol" (1995) e "Traquina" (1997), todos de Gilvan de Oliveira; "Universal", de Fernando Araújo; "Violões do Horizonte", álbum que reúne Toninho Horta, Juarez Moreira, Gilvan de Oliveira, Geraldo Vianna, Caxi Rajão, Weber Lopes e Wilson Lopes; "Paisagens Noturnas", com Odette Ernest Dias (flauta) e Jaime Ernest Dias (violão); "Coisas da Vida", com Wilfried Berk (clarinete) e Daniel Wolff (violão); e "Flor do Tempo", com Weber Lopes (violão) e banda.

Logo mais, em seu bate papo com Celso Faria, Carminha irá contar muito mais sobre sua trajetória como instrumentista e produtora musical, nos possibilitando também dimensionar a sua grande contribuição para o universo fonográfico da música brasileira. Não perca.

Até lá, vamos apreciar uma das realizações do Selo Karmim, do qual Carminha Guerra é a fundadora e grande responsável pela excelente qualidade das produções. Hoje nossa audição é também com uma grande pianista: Tânia Mara Lopes Cançado, que faleceu em 7 de maio de 2016 deixando uma vasta pesquisa e extraordinários registros instrumentais da obra de Ernesto Nazareth. Apreciem.


Gravações realizadas em setembro de 1988, na Sala Cecília Meireles, Rio de Janeiro , para o Cd "Tributo a Ernesto Nazareth", produzido pelo selo Karmim. 
Técnico de gravação - Frank Justo Acker
Piano - Steinway & Som 
Fotos - Inês Florêncio e acervo particular 
Criação e edição de imagens - Adriano Alves 
Direção artística - Carminha Guerra

28 de junho de 2021

Termina nesta semana o prazo para inscrições de propostas de patrocínio 2021 do BDMG Cultural.


O BDMG Cultural, além dos projetos e prêmios que realiza e da programação em sua sede em Belo Horizonte, apoia projetos culturais de instituições, produtores e/ou artistas do Estado de Minas Gerais e está recebendo propostas de patrocínio para o ano de 2021. O prazo para inscrições termina na próxima quarta, dia 30 de junho.

Os pedidos de patrocínio podem ser apresentados exclusivamente por pessoas jurídicas regularmente constituídas, que detenham – isolada ou conjuntamente – a responsabilidade pelo projeto.

O BDMG Cultural apoia prioritariamente áreas não cobertas por seus programas, sendo prioridades para apoio em 2021:

- Projetos culturais cujos proponentes estejam no interior do Estado de Minas Gerais;
- Projetos de periódicos e publicações sobre cultura contemporânea;
- Projetos que tenham atividades formativas e construção em rede em seus fundamentos estruturantes;
- Projetos que permitam acesso à fruição e à produção cultural em locais de pouca oferta cultural;
- Projetos cujas discussões envolvam os seguintes objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS): ODS 11 – Cidades mais inclusivas; ODS 5 – Equidade de gênero.

Serão apoiados projetos de natureza cultural considerados relevantes para o cenário estadual em termos de criatividade, inovação, diversidade, preservação, patrimônio, memória, geração de conhecimento, fortalecimento de mercados, gestão cultural, qualificação de profissionais, incentivo à regionalização, experiência de linguagens e formação de público.

Confira  mais detalhes acessando o site do BDMG Cultural: 
Mais informações, exclusivamente, pelo e-mail patrociniobdmgcultural@bdmg.mg.gov.br
Dúvidas devem ser encaminhadas pelo mesmo email até o dia 29 de junho.

25 de junho de 2021

Fios de Choro lança a série "O Encontro". O grupo irá relembrar a trajetória e revisitar o seu repertório em 6 apresentações ao vivo.


Comemorando sua trajetória musical o Fios de Choro promove, a partir desse sábado (26/06), uma série de lives denominada "O Encontro". Cada apresentação representa uma fase do grupo e, além de revisitar o repertório da época de sua formação, irá também apresentar sua maior identidade: a alegria de tocar e contagiar as pessoas com a música. 

Ao longo das 6 lives programadas, o grupo irá contar detalhes de sua história que iniciou em 2014 com o trio Choro, Amor e Vela que hoje é o Fios de Choro. O repertório, que no início era muito diferente, trazia referências que mudaram substancialmente e conquistou novos espaços dentro do universo musical. Mas algo na identidade desse grupo permaneceu inviolável: a alegria de tocar. "Nós tocamos sempre nos divertindo e nos comunicando, tocamos juntos, como um grupo e isso só se tornou mais forte com os anos" é o que declaram. As apresentações ao vivo serão transmitidas pelo Youtube. 

O Fio de Choro é formado pelos instrumentistas:
Allan Gaia  Foto: Divulgação
Allan Gaia Pio, mestre do pandeiro. Além de grande percussionista, ele estudou Economia e domina muito de produções áudio visuais. Além dos Fios, Allan toca com o tradicional grupo de choro paulistano "Izaías e seus Chorões" e "Balaio Lascado", além de outros tantos trabalhos como aulas e gravações.

Wanessa Dourado Foto: Divulgação
Wanessa Dourado 
é violinista, grande solista, compositora e arranjadora. A Wanessa cresceu numa família musical e iniciou seus estudos na igreja, como outros grandes músicos da história. Dedicou muitos anos de sua vida à música erudita onde desenvolveu muita técnica e precisão ao violino, mas foi durante a faculdade de música que se apaixonou por Pixinguinha e mergulhou de cabeça no choro. De lá pra cá já atuou com grandes nomes da música brasileira, sempre alegrando o palco, o estúdio ou rodas com seu violino (ou rabeca!) e energia contagiantes. Além dos Fios, ela também toca na Orquestra Sinfônica de Santo André e em vários outros lindos projetos de música instrumental.

Igor Nikolai - Foto: Divulgação
Igor Nikolai é o cavaquinista do grupo. Solto no mundo, Igor já viajou por aí de mochilão, morou na praia e seu espírito caiçara o faz o surfista e entendedor das correntes marítimas do grupo. Alto astral, com ele qualquer roda pega fogo, embalada nas batidas firmes do seu instrumento, cheias de pressão e puro balanço. E não fica só no cavaco não, dê-lhe um violão na mão e você vai ouvir o melhor de Gilberto Gil e Djavan. 
João Pellegrini Foto: Divulgação

João Pellegrini é o violonista e maestro das 7 cordas. O João é multi-instrumentista e graduado em guitarra, mas às vezes gosta de compor músicas ao cavaquinho ou bandolim. Ele compõe choros, valsas, frevos e tudo mais que você imaginar. É também um dos idealizadores do Coletivo "Xoroxango" e do grupo "Samba da Gruta", e atua como professor de violão de 6 e 7 cordas, guitarra e cavaco. Além de tocar, compor, arranjar e produzir, o João tem um "balanço do ombrinho" inconfundível quando está tocando seu violão...se você ainda não viu, está perdendo!

Então, se você gosta de Choro dos bons não perca a série "O Encontro". Agende aí: sábado, 26 de Junho, às 19 horas, através desse LINK.

Enquanto aguardamos esses momentos imperdíveis, vamos de Fios de Choro em nossa audição de hoje. Ouviremos "Com esmero" (composição de Wanessa Dourado), uma das faixas do álbum "Trama", lançado pelo grupo em 2017.


Para melhor visualizar em aparelhos celulares, clique no lado inferior direito do vídeo para ampliar a tela.

Choro na série Memorial Instrumental: Chorosas é a atração no próximo domingo.

Chorosas - Foto: FelipeIvanicska

O quarteto Chorosas, trazendo nostalgia através do resgate do universo tradicional do Choro, será a atração do projeto "Memorial Instrumental" no próximo domingo (27), com transmissão online a partir das 11 horas.

O Chorosas nasceu da paixão das instrumentistas Chris Cordeiro (cavaquinho), Mariana Martins (violão), Priscila Norberto (flauta) e Marina Gomes (pandeiro) pelo Choro, esse autêntico e genuíno gênero musical brasileiro. No repertório elas trazem grandes nomes como: Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Jacob do bandolim, Waldir Azevedo e muitos outros, além de composições autorais. O grupo mistura toques da música moderna com a essência do Choro, resultando assim em um som alegre e audacioso que merece nossa audiência e muitos aplausos.

O projeto Memorial Instrumental é uma promoção do Memorial Minas Gerais Vale, com curadoria de Juliana Nogueira. A apresentação será exibido no canal do Youtube do MMGV. Programe-se e acesse clicando aqui. 

24 de junho de 2021

VIII Prêmio Ibermúsicas para Criação de Canções está com inscrições abertas a todos os estilos musicais.

(Reprodução / Ibermúsicas)

Estão abertas as inscrições para os editais do Programa de Fomento das Músicas Ibero-Americanas – Ibermúsicas 2021. A iniciativa, financiada atualmente por 14 países, tem a Fundação Nacional de Artes – Funarte como representante no Brasil. As três convocatórias anunciadas vão contemplar composições e projetos musicais on-line de países ibero-americanos.

O VIII Prêmio Ibermúsicas para Criação de Canções tem o propósito de impulsionar e valorizar a música popular na região ibero-americana. O concurso é aberto a todos os estilos musicais. Nesta edição, serão premiadas três canções por país membro do Programa. Um dos prêmios será destinado às “novas sonoridades urbanas”, como rap, hip hop, “trap”, “remix” e “R&B”. As canções devem ser inéditas, nunca antes apresentadas em público nem premiadas; e devem incluir música e letras no idioma espanhol, português ou línguas próprias dos países da região (como mirandês, náuatle, guarani e aimará). Cada vencedor ganhará um prêmio de mil dólares norte-americanos. O prazo de inscrições vai até 17 de setembro de 2021.

O edital, o formulário e instruções para a inscrição estão disponíveis no site do programa, aqui, neste link. Instruções para os outros dois editais do Ibermúsicas lançados neste ano podem ser consultadas no mesmo endereço eletrônico.

O Ibermúsicas é um programa internacional de cooperação multilateral, dedicado exclusivamente às artes musicais. Seu objetivo é promover a presença e o conhecimento da diversidade musical ibero-americana, estimular a formação de novos públicos na região e expandir o mercado de trabalho para os profissionais do setor. A iniciativa preza pela riqueza da música regional, com base no talento de seus criadores, intérpretes, pesquisadores e demais atores do ecossistema musical ibero-americano.

Atualmente, o Ibermúsicas é formado por 14 países, que o financiam: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela. Desde 2012, a Fundação Nacional de Artes – Funarte representa o Brasil.

O Programa de Fomento das Músicas Ibero-Americanas Ibermúsicas foi aprovado na XXI Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, realizada em Assunção, capital do Paraguai, em novembro de 2011. Está enquadrado no Espaço Cultural Ibero-Americano da Secretaria-Geral Ibero-Americana (Segib).

Mais informações no Brasil
Fundação Nacional de Artes – Funarte
Centro da Música | Coordenação de Música Popular
cemus@funarte.gov.br

23 de junho de 2021

Mistura Fina com a saxofonista Daniela Spielmann: um programa que vale bis.

 

Daniela Speilmamm, uma das poucas saxofonistas brasileiras em atividade .
Foto: Clau Pomp 

O programa Mistura Fina, produzido e transmitido pela Rádio Inconfidência, traz semanalmente grandes nomes da música brasileira para uma nova edição cheia de surpresas e grandezas instrumentais. Um dos últimos nomes que passaram por ali foi Daniela Spielmann, uma das poucas saxofonistas brasileiras em atividade. O programa foi ao ar dia 13 deste mês e o trouxemos aqui como uma excelente indicação de nossa audição de hoje.

Daniela Spielmann é nome obrigatório entre os craques do saxofone e seus grandes trunfos são a força interpretativa somada à criatividade de suas composições e arranjos. Ela fez parte da banda "Altas Horas" do programa homônimo, comandado pelo apresentador Serginho Groisman, do ano 2000 à 2014 na TV Globo elaborando arranjos semanais. Em 2001, lançou seu primeiro CD solo - BRAZILIAN BREATH, esse trabalho foi indicado ao Grammy Latino em 2002.

Daniela Spielmann Foto: Emma Monteiro
Já lançou doze CDS de carreira em grupos como Rabo de Lagartixa, Mulheres em Pixinguinha, em 2018, Afinidades, inteiramente autoral e em 2020, lançou o seu novo projeto, o CD“Entre mil, Você! Um tributo a Jacob do Bandolim”, em duo com a pianista Sheila Zagury.

Daniela desenvolve uma carreira nacional e internacional e já se apresentou com vários artistas de porte do cenário da MPB Instrumental como: Sivuca, Zé Menezes, Zé da Velha e Silvério Pontes, Anat Cohen, cantores como: Aurea Martins, Moyseis Marques, Alana Moraes, entre outros.

Em 2008 concluiu a dissertação de mestrado sobre a performance de Paulo Moura na UNI-Rio, obtendo o título de mestre em Música. Concluiu seu doutorado em musicologia em 2017, sobre as Gafieiras no Rio de Janeiro que recebeu menção de louvor. Atualmente é professora de música do CEFET-RJ Maracanã. Recebeu moções honrosas da câmara dos vereadores do Rio de Janeiros e São Paulo, prêmios e de menções de destaque em diversas áreas em que atua.

Para ouvir a edição do Mistura Fina com Daniela Spielmann é só clicar no radinho. Desfrute.
O Mistura Fina vai ao ar sempre aos domingos, às 22h, com reapresentação na terça-feira, em mesmo horário, na 100,9 FM, AM 880 e inconfidencia.com.br

IX Festival da Canção de Três Pontas - MG - "Canto Aberto" segue com inscrições abertas até a próxima sexta feira.

Termina na próxima sexta feira (25/06) o prazo de inscrições para os interessados em participar do IX Festival da Canção de Três Pontas - MG - "Canto Aberto". ­O concurso cultural é promovido pela Prefeitura Municipal e acontecerá nos dias 1º e 2 julho (semifinais) e 3 de julho a grande final, com todas as apresentações realizadas de forma online, transmitidas através de plataformas digitais e respeitando os protocolos sanitários decorrentes da pandemia do Coronavírus.

A participação no festival está aberta a todos os gêneros musicais, desde que a música inscrita seja inédita e original, além de apresentada em língua portuguesa. Os interessados podem ser de qualquer país e inscrever mais uma de uma composição.

O concurso irá selecionar 10 músicas inscritas na fase nacional e 10 na fase local (esta restrita a residentes em Três Pontas). Os critérios de avaliação serão: originalidade, criatividade, conteúdo da letra e melodia. As músicas classificadas serão premiadas em diferentes etapas com troféus e em dinheiro, com valores que chegam até 6 mil Reais. 

Para conferir todos os itens do Edital e detalhes para inscrições, acesse o site: https://festivalcantoaberto.com.br/

22 de junho de 2021

LOURIVAL SILVESTRE É O CONVIDADO DE HOJE DO CICLO DE ENTREVISTAS "O CHARME DO VIOLÃO MINEIRO".

Lourival Silvestre - Foto: Francesca Perissinotto

O convidado para a sétima entrevista do ciclo “O Charme do Violão Mineiro” que acontece hoje (22/06) é o violonista, professor e compositor Lourival Silvestre. Realizado de forma remota, o clico de entrevistas ocorre sempre às terças-feiras, às 20h30, com transmissão pelo YouTube e Facebook do idealizador e apresentador do projeto, o violonista, professor e produtor cultural Celso Faria.

Nascido no ano de 1949, em Belo Horizonte, Lourival Silvestre iniciou seus estudos musicais de maneira autodidata. Residindo na capital mineira, criou o GRUME (Grupo de Música Experimental da FEA) e, em 1969, realizou o primeiro concerto de música eletroacústica na cidade, com a participação do coreógrafo e bailarino Rodrigo Pederneiras (atual coreógrafo do Grupo Corpo). Posteriormente, frequentou o Festival de Inverno da UFMG (Ouro Preto-MG, 1971), estudou na Fundação de Educação Artística (Belo Horizonte-MG) e cursou Composição na Universidade Federal da Bahia. Seus professores de violão foram Betho Davezac (Uruguai) e Leo Soares (Brasil). Ele também estudou composição com Ernest Widmer, Bruno Kiefer e Pierre Boulez.

Silvestre ganhou uma bolsa de estudos do governo francês, para frequentar a classe de Olivier Messiaen e, desde 1974 reside em Paris.  Como vice diretor da Ecole Nationale de Musique, Danse et Art Dramatique de Evreux (Normandia), Silvestre realizou vários projetos pedagógicos, chegando a publicar, inclusive, obras para diversas formações musicais. Com seu trabalho em duo, "Lune & Soleil", formado com a cantora, flautista e violonista Francesca Perissinotto, tem se presentado regularmente na Europa, África e Brasil. Sempre que vem ao nosso país, Silvestre é convidado a lecionar em diversos festivais de música.

Lourival Silvestre gravou fonograficamente com Michel Legrand, Maurice André, Baden Powell, Jacques Mauger, dentre outros. Recebeu o 1º Prêmio no "Concurso Internacional de Composição de Munique", o Prêmio de Honra no "Concurso para o Centenário de Vila-Lobos" - promovido pela Orquestra Sinfônica de Brasília -, e foi condecorado pelo Governo do Brasil com a "Ordem do Mérito Artístico".


Agende o horário da entrevista e ouça desde já a audição de hoje.  Para nosso deleite, trouxemos um inspirado solo de Lourival Silvestre para a composição "O Astronauta" de autoria de Baden Powell. Apreciem.


21 de junho de 2021

Grupo Chorosas faz hoje sua estreia mundial no Festival Baderna.

 



Nesta segunda (21), às 20 horas, o Grupo Chorosas faz sua estreia dentro do Festival Baderna um evento só com mulheres no palco e bastidores. O evento é online com transmissão pelo Youtube. 

Do pioneirismo de Joyce Moreno, primeira compositora a se posicionar como mulher na música brasileira foram muitas as mulheres que abriram alas na nossa música. Mas a grande pioneira é e será sempre ela, a carioca Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a popular Chiquinha Gonzaga, nome que deve ser sempre louvado. Compositora. Pianista. Maestrina. Regente. Chiquinha abriu alas e pediu passagem no século XIX com múltiplos talentos musicais. E aqui estamos, dois séculos depois, ainda lutando por espaço, principalmente na música instrumental.   Por isso, é tão importante a presença das Chorosas nesse festival. 

Chorosas - Foto: Divulgação
O grupo Chorosas nasceu da paixão de mulheres instrumentistas pelo choro e tem como objetivo abrir para os amantes do gênero, formando assim grandes rodas para a prática e troca musical democrática, em um ambiente prazeroso e acolhedor. 
Elas misturam toques da música moderna latentes em suas vivências com a essência desse patrimônio brasileiro, resultando assim em um som alegre e audacioso. 

Agende aí e desde já acione o lembrete no canal de transmissão. O show  começa às 20 horas .

Um show de trombone com Rômulo Santiago, no palco do Brasil Encanto, abre as audições desta semana.

O trombonista Rômulo Santiago no palco do Brasil Encanto- Foto: reprodução

O palco do Brasil Encanto, na edição estralada pelo cearense Rômulo Santiago, trouxe o som de um instrumento cheio de história: o trombone. Em seu formato moderno, ele remonta à Idade Média, mas tem parente bem próximo no Antigo Egito e chegou aos dias de hoje, como um dos mais apreciados solistas no universo do Choro e do Samba. Com um repertório impecável, Rômulo dá um verdadeiro e imperdível show em mais uma edição desse programa da TVDD.

Arranjador, maestro, professor e trombonista, Rômulo já realizou muitas gravações em estúdio e tocou ao lado de músicos consagrados como Fausto Nilo, Ednardo, Arthur Maia, Maurício Carrilho, Zé Menezes, Fagner, entre muitos outros, em palcos no Brasil e no exterior. Na edição do Brasil Encanto que abriu esse mês de junho, ele toca acompanhado pelo trio base do programa que é formado por Luiz José (cavaquinho), Igor Ribeiro (percussão) e Lucas Ervedosa (violão 7 cordas).

Para abrir o programa, o trombonista selecionou clássicos de autoria de Raul de Barros como "Po-ro-ró, Po-ró-ró" e "Na Glória" (esta em parceria com Ary dos Santos) e de José Benedito de Freitas ele toca a famosa "Baltazar". Os compositores mineiros também estiveram representados. Rômulo escolheu "Quebra 1" de Wagner Tiso para o repertório.

O segundo bloco ele inicia com um belíssimo solo de "Migalhas de Amor" do mestre Jacob do Bandolim". E segue o baile com Pixinguinha e Benedito Lacerda, com uma animada interpretação do Choro "Cheguei" e de Elton Medeiros ele toca a linda "Serenata de Trombones". Já no último bloco, ouviremos composições de Paulo Moura - "Ao velho Pedro", José Leocádio da Silveira - "Paraquedista", Paulinho da Viola - "Choro Negro" e novamente, Jacob do Bandolim. Rômulo Santiago encerra esse verdadeiro show com uma maravilhosa interpretação de "Bole Bole".

Não perca essa fantástica audição e comece a semana com excelentes vibrações musicais.


Para melhor visualizar em aparelhos celulares, clique no lado inferior direito do vídeo para ampliar a tela.



18 de junho de 2021

"Histórias da música e sonoridades brasileiras" em curso gratuito e com emissão de certificado.


Lançado pela Escola Itaú Cultural em dezembro de 2020, o curso livre Histórias da música e sonoridades brasileiras tem como proposta estimular a compreensão dos alunos sobre as diversas manifestações e sonoridades musicais brasileiras, analisando a produção de diferentes atores sociais no decorrer das épocas e das estruturas sociais nesse fazer artístico. O curso é gratuito, autoformativo e com emissão de certificado.

Ministrado pelos professores José Geraldo Vinci de Moraes, Mónica Vermes e Tiganá Santana, o conteúdo programático possui 12 aulas. Nesse curso, os estudantes percorrem as origens e a trajetória histórica dos ritmos e das melodias que compõem a identidade nacional. São abordadas as narrativas que contam esse desdobramento, os espaços sociais que a música ocupou e os papéis que cumpriu. As historiografias da música brasileira, a crônica da cultura urbana pela música, a relevância das partituras e de instrumentos como o piano e o tambor, a presença das mulheres no cancioneiro nacional, a influência da negritude – a partir de todos esses temas, constrói-se um panorama rico e inspirador.

imagem: O Globo
Na abertura do programa, José Geraldo traça um panorama da historiografia da música popular no Brasil a partir das décadas de 1950 e 1960, com um grupo de colecionadores, cronistas, críticos e jornalistas. Moraes é professor de teoria e metodologia da história no Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). Livre-docente pela FFLCH/USP, com pós-doutorado na Université Paris-Ouest Nanterre e doutorado em história social pela USP. Pesquisador pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é autor de vários livros, como Sonoridades paulistanas (Funarte, 1997), Metrópole em sinfonia (Estação Liberdade, 2000) e Criar o mundo do nada – a invenção de uma historiografia da música popular no Brasil (Ed. Intermeios, 2019).

Para aprofundar no universo da historiografia musical com a formação gratuita da Escola IC não há necessidade de inscrição. Basta acessar a plataforma da Escola Itaú Cultural (link), fazer um registro e realizar o login.  

17 de junho de 2021

"Nas Ondas do Choro" vai ao ar em uma edição especial com todo o talento do Choro das 3 e um tributo a Dudu do Pandeiro.


Neste sábado 19/6, o "Nas Ondas do Choro" vai ao ar com uma edição especial do programa com todo o talento das meninas do Choro das 3 e um tributo à memória do grande Dudu do Pandeiro.

Foi com muito pesar que a música brasileira recebeu no último dia 12 de junho, a triste notícia que o um dos mais importantes grupos de choro do Brasil perdeu seu capitão: Eduardo Ferreira. Dudu do Pandeiro que era um magnífico percussionista, se apresentava junto com as filhas Corina, Lia e Elisa, componentes do reconhecido Grupo Choro das Três. O músico estava internado na Santa Casa de Porto Feliz desde o dia 30 de maio e não resistiu às complicações da Covid-19.

Eduardo, ao lado da esposa Cristina, foi um dos grandes incentivadores da carreira musical das filhas. Para acompanhá-las desde crianças, e estar sempre presente, dentro e fora dos palcos do Brasil e do mundo, ele aprendeu a tocar pandeiro e somou as batidas ritmadas ao desenvolvimento e formação do grupo.

Com gosto musical eclético, acabou influenciando as meninas que se interessaram por este universo: foi um CD de Altamiro Carrilho, que pertencia a Eduardo, que despertou o primeiro encantamento, sobretudo pelo choro, um gênero instrumental genuinamente brasileiro e que consagrou a carreira das jovens irmãs.

O programa Nas Ondas do Choro, com apresentação de Júlio Francfort e Júlio Moreno, vai ao ar todo sábado às 7h e domingo às 20h, pela Rádio USP FM (93,7 São Paulo - 107,9 Ribeirão Preto). 
Para ouvir via web é só ligar o nosso radinho. Sintonize, curta, participe!

Até lá, vamos relembrar com saudade a presença insubstituível de Dudu entre suas três maiores composições. Nesse vídeo, ele e suas filhas tocam juntos "Brasileirinho, um clássico de Waldir Azevedo.

16 de junho de 2021

1ª Mostra de Compositores - Festival Choro da Casa 2021 está com inscrições abertas e irá premiar obras inéditas.



Atenção compositores. O Projeto Choro da Casa anuncia a 1ª Mostra de Compositores, integrando o Festival Choro da Casa 2021. As inscrições estão abertas e poderão concorrer músicas instrumentais de diversos ritmos brasileiros, voltados para o gênero choro. Serão selecionadas oito obras inéditas, com premiação em dinheiro. Os interessados poderão fazer o cadastro até o dia 2 de julho.

Os artistas selecionados para a 1ª Mostra de Compositores - Festival Choro da Casa 2021 serão divulgados no dia 5 de julho, pela internet. O festival será apresentado entre os dias 8 e 11 de julho. Serão selecionadas 08 obras obras inéditas, com premiação de R$1.000,00 (mil reais) cada.

O Regulamento completo e mais informações sobre as inscrições você confere no link abaixo:

15 de junho de 2021

"O Charme do Violão Mineiro" destaca a vida e obra de Arthur Bosmans e sua importância na cena cultural de Belo Horizonte.

Arthur Bosmans foto: Jaak Bosmans

O convidado para a sexta entrevista do ciclo “O Charme do Violão Mineiro”, que acontece hoje (15/06) é o publicitário e poeta Jaak Bosmans que abordará a obra para violão de seu pai, Arthur Bosmans (1908-1991). Realizado de forma remota, o clico de entrevistas ocorre sempre às terças-feiras, às 20h30, com transmissão pelo YouTube e Facebook do idealizador e apresentador do projeto, o violonista, professor e produtor cultural Celso Faria.

Arthur Bosmans nasceu em Bruxelas, na Bélgica, em 1908. Escreveu suas primeiras obras aos doze anos e sempre se classificou como um compositor autodidata. 
Em 1925, Bosmans ingressou na Marinha Belga, onde permaneceu por cinco anos. Foi agraciado com o "Prêmio César Frank", de composição musical em 1933 e, a partir de então, passou a ser reconhecido em seu país. Arthur Bosmans foi grande admirador da música de George Gershwin, Béla Bartók e Maurice Ravel. Chegou ao Brasil em 1941 e fixou-se no Rio de Janero, onde trabalhou como regente, compositor e professor. 

A convite do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, Bosmans radicou-se na capital mineira em 1944, com a incumbência de reorganizar a Orquestra Sinfônica de Belo Horizonte. Exerceu um papel de grande importância na cena cultural da cidade, tanto pelo trabalho de ascensão da orquestra, quanto pela qualidade e diversidade dos programas oferecidos ao público. 

Em 1965, Arthur Bosmans começou a lecionar Composição, Regência e Música de Câmara na Escola de Música da UFMG, atividades que desempenhou até sua aposentadoria, em 1980. Dono de uma forte personalidade musical, marcada, dentre outras, pela conjugação do lirismo e da ironia, Bosmans foi reconhecido como um grande compositor no Brasil e na Europa. 

Sua obra para violão consiste na suíte "Brasileiras" (série em cinco movimentos: "Ponteio", "Modinha", "Batucada", "Toada" e "Sorongo"), finalizada em 1973 e na "Valsa da outra esquina" (dedicada ao célebre compositor paulistano Francisco Mignone), escrita em 1988. Utilizando de sua grande capacidade criativa, Bosmans compôs um destacado conjunto de obras para o violão, conjugando uma linha melódica deslavadamente nacional à uma rica exploração harmônica, mesmo sem ser executante do instrumento.

Para nossa audição de hoje trouxemos a obra desse grande compositor. Composta em 1988 e dedicada a Francisco Mignone, a "Valsa da outra esquina" foi a última obra de Arthur Bosmans para o violão. Celso Faria apresenta aqui a primeira gravação mundial dessa composição, realizada pelo violonista, para o cd "100 anos de Arthur Bosmans". Apreciem.

14 de junho de 2021

Roda de Choro com o bandolinista Rodrigo Lessa dá início às audições imperdíveis da semana.


O Programa Roda de Choro que foi ao ar no último sábado (12) foi dedicado integralmente a uma retrospectiva de carreira do bandolinista, compositor e arranjador carioca Rodrigo Lessa, integrante dos grupos Nó em Pingo D’Água e Pagode Jazz Sardinha’s Clube.  Além de um agradável bate papo entre Rodrigo e o produtor e apresentador do programa Ruy Godinho, ainda ouviremos oito peças autorais interpretadas pelo homenageado, de diversos álbuns lançados por ele. 
Se você perdeu ou quer desfrutar novamente de excelentes vibrações musicais, liga nosso radinho e comece a semana com essa audição imperdível.


"Roda de Choro" é um programa que resgata a história do Choro e as origens da música urbana brasileira, apresentando um repertório variado para os amantes do estilo. O programa vai ao ar pela Rádio Câmara, todos os sábados, às 12 horas e por mais 122 rádios parceiras em todo o Brasil.

11 de junho de 2021

"Entre Janelas" inaugura 2ª temporada reunindo um time de grandes instrumentistas para uma homenagem ao compositor Guinga.


Lançado em abril de 2020 pelo compositor e produtor mineiro, André Oliveira, o  projeto musical "Entre Janelas" inaugura sua segunda temporada com uma homenagem ao compositor Guinga. O vídeo traz a participação de um grupo de instrumentistas de primeira grandeza interpretando "Cheio de Dedos".

Guinga- Foto: Divulgação
O início da segunda temporada do Entre Janelas, uma série de vídeos onde André Oliveira recebe vários músicos convidados para belíssimas interpretações da música brasileira, aconteceu ontem (10/06). A  data coincide com o aniversário de 71 anos do grande compositor e violonista carioca, Carlos Althier de Sousa Lemos Escobar, o Guinga e o vídeo faz uma homenagem a ele. Aliás, essa não é a primeira. Na temporada anterior um vídeo dedicado ao compositor trouxe uma belíssima interpretação de "Choro pro Zé", com Matheus Ribeiro no acordeon e André Oliveira no violão de 7 cordas.

Nascido em Madureira, bairro do subúrbio do Rio de Janeiro, Guinga se formou em Odontologia, mas ao longo de sua carreira como compositor ele tem nos proporcionado algumas das mais lindas melodias da música contemporânea brasileira. Entre elas, "Cheio de Dedos" cuja interpretação reuniu os músicos André Oliveira (Arranjo e Violão 7), Bruno de Oliveira (Baixo elétrico), André Siqueira (Flauta), Daniel Guedes (Percussão), Luciana Alvarenga (Piano elétrico), Marcelo Pereira (Sax Tenor). A mixagem ficou a cargo de Pablo Malta com edição de vídeo de André Oliveira.  É só apreciar e aplaudir. Viva Guinga!


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10 de junho de 2021

PAPO DE MÚSICO COM SILVÉRIO PONTES


Na próxima semana, Silvério Pontes será um dos convidados do "Papo de Músico", projeto idealizado e apresentado pelo saxofonista e produtor, Richard Ferrarini. Com transmissões de segunda a sábado, via Youtube e Instagram,, os eventos tem proporcionado encontros imperdíveis com grandes nomes da música brasileira. A entrevista com Silvério Pontes vai ao ar na quarta (16), às 21h30.

Filho de trompetista, Silvério Pontes cresceu ouvindo bandas de músicas do interior e por elas foi influenciado diretamente desde a infância.
Mais tarde, aos 17 anos, veio estudar na Escola de Música Villa Lobos e na Escola Nacional de Música. Já como músico profissional, foi convidado por Luiz Melodia para sua primeira turnê, no ano de 1986. Daí em diante não parou mais. Depois desta primeira turnê, gravou e tocou por todo o país com a Banda Vitória Régia, de Tim Maia, por 12 anos. Tocou também com diversos outros artistas como: Elza Soares, Ed Motta e Cidade Negra. Mesmo com todas essas atividades, Silvério e o amigo Zé da Velha mantêm uma parceria musical desde 1985 que já rendeu à dupla cincos discos. 

Programe-se e não perca esse papo com o Silvério. Até lá, vamos ouvi-lo em outro encontro grandioso com o bandolinista Hamilton de Holanda. Juntos eles tocam "Desprezado" composição de Pixinguinha.


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51º Festival Nacional da Canção, o maior festival de música do Brasil, acontecerá em Minas.


Estão abertas as inscrições ao 51º Festival Nacional da Canção - o maior festival de música do Brasil- que acontecerá nos dias 3,4,5 e 6 de setembro, na cidade de Passos(MG). Mais uma vez o evento será on-line, mas mostrará algumas atrações de forma presencial, incluindo a apresentação. Além do troféu Lamartine Babo serão distribuídos R$70 mil em prêmios.

Durante os 50 anos de existência o evento tornou-se um dos principais palcos para que talentos do Brasil e, desde a última edição, do exterior, mostrem o seu trabalho. Por causa da pandemia o evento será mostrado a um público restrito e transmitido ao vivo pelo Youtube do Festival. Porém, com uma novidade: os apresentadores vão chamar as músicas em um telão e as atrações como dança, artes circenses e música erudita e instrumental acontecerão de forma presencial.

Ao todo serão selecionadas 45 músicas para o evento, sendo que serão apresentadas 15 canções durante as três primeiras noites e as 10 finalistas no dia 6 de setembro, quando serão conhecidas as vencedoras. Serão distribuídos quase R$70 mil em prêmios. O 1º lugar, além do troféu Lamartine Babo, receberá R$ 20 mil reais, o 2º lugar R$ 15 mil, o terceiro R$ 10 mil reais, o 4ª R$ 7 mil e o 5ª R$ 3 mil reais. Da 6ª a 10ª classificadas, cada canção receberá R$ 2 mil reais. O melhor intérprete também será premiado com R$ 2 mil reais. Podem participar músicos de todo o país e, também, do exterior, desde que cantem em português .

Sobre o Festival:
O Festival Nacional da Canção nasceu em 1971 embalado pelo sucesso dos festivais da TV Record, que revelaram grande parte dos principais compositores e intérpretes brasileiros. Realizado ininterruptamente durante 51 anos, consagrou-se como o maior evento do gênero em todo o país. O trófeu Lamartine Babo, que é entregue aos vencedores, passou a ser cobiçado por compositores de norte a sul do Brasil. O Festival tem, como principal objetivo, incentivar e divulgar valores da música brasileira, sejam eles compositores, intérpretes ou instrumentalistas.

Milhares de compositores de todos os estados brasileiros se inscrevem anualmente e 120 mostram o seu trabalho nas cidades que sediam o evento, apresentando a boa música que se faz no país. Em 2020 pela primeira vez o Festival aconteceu de maneira on-line, devido à pandemia. Já em 2021 uma edição especial para comemorar os 300 anos de Minas Gerais foi feita também de forma on-line. O Festival apresentou um cenário 100% virtual, com uma tecnologia inovadora entre os festivais de música no Brasil.

Inscrições:
Todos que desejam inscrever as músicas para a 51ª edição do Fenac, considerado o maior festival de música do país, e concorrer ao cobiçado troféu Lamartine Babo, devem fazer a inscrição até o dia 16 de julho. O regulamento para inscrições e outras informações sobre o evento também podem ser encontrados no site do festival ou através de contato com os organizadores do evento.

9 de junho de 2021

Festival do Patrimônio Cultural de Paracatu 2021 promove Festival da Música Brasileira com várias premiações. As inscrições estão abertas.


Estão abertas as inscrições para o XVI Festival da Música Brasileira de Paracatu, parte integrante  da edição digital do Festival do Patrimônio Cultural. As inscrições de músicas inéditas e originais poderão ser efetuadas até o dia 01/07/2021.

O FMB Paracatu tem como objetivos divulgar e promover a música autoral brasileira, revelar novos talentos e promover os existentes, estimular o interesse da população e mostrar a importância da Arte como fonte de Cultura, entretenimento e transformação social, além de promover o intercâmbio artístico cultural e proporcionar espaço de promoção da Música Brasileira neste momento da pandemia do COVID-19, através do formato virtual.

ETAPAS CLASSIFICATÓRIAS 
O Festival, por meio de uma Comissão de Triagem, indicada pela Comissão Organizadora do evento, selecionará dentre todas as músicas inscritas 20 músicas para participarem desta edição. Elas serão conhecidas pelo público no dia 12 de julho de 2021. A apresentação em vídeo das músicas selecionadas acontecerá no dia 06 de agosto, em uma live com visualização através do Canal Youtube, quando os jurados classificarão 10 (dez) músicas para a fase final. Os finalistas serão conhecidos no dia 07 de agosto e entre estas, o júri escolherá os primeiros classificados e as demais premiações.

PREMIAÇÕES
Na XVI edição do Festival da Música Brasileira em Paracatu serão distribuídos os seguintes prêmios:
1º Lugar: R$ 6.000,00 (seis mil reais) e certificado;
2º Lugar: R$ 4.000,00 (quatro mil reais) e certificado;
3º Lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e certificado; 
4º Lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e certificado; 
5º Lugar: R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) e certificado; 
6º ao 10º Lugar: R$ 1.000,00 (hum mil reais) e certificado; 
Melhor Música do Público através do Chat – R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) e certificado;  Melhor Letra – R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) e certificado; 
Melhor Intérprete – R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) e certificado;

Para maiores detalhes, confira o EDITAL completo  AQUI.

O projeto tem como promotores: a Prefeitura Municipal de Paracatu, a ADESP - Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e a Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, além do SEBRAE -MG .

8 de junho de 2021

O violonista, compositor e advogado Carlos Walter é convidado da quinta entrevista do ciclo “O Charme do Violão Mineiro”.

Carlos Walter -  Foto: Studio Foto 1

 O violonista, compositor e advogado uberabense, Carlos Walter é o convidado da quinta entrevista do ciclo “O Charme do Violão Mineiro”, que acontece hoje, 8 de junho. Realizado de forma remota, o clico de entrevistas  teve início no dia 11 de maio deste ano, e ocorrerá sempre às terças-feiras, às 20h30, com transmissão pelo YouTube e Facebook do idealizador e apresentador do projeto, o violonista, professor e produtor cultural Celso Faria.

Carlos Walter pertence a uma família de artistas: seu pai, Álvaro Walter, é saxofonista e sua mãe, Giselda Bárbara Walter, é artesã. Carlos iniciou seus estudos musicais com o pai e, a seguir, foi aluno de Sérgio Ramos e também de Olegário Bandeira, ainda em Uberaba. Paralelamente, dedicou-se à formação acadêmica na área jurídica e possui mestrado em "Direito e Instituições Políticas", pela Fundação Mineira de Educação e Cultura.

Atuando também como compositor e instrumentista, construiu uma carreira profícua. Foi semifinalista do "XV e XVIII BDMG Instrumental" (2015 e 2018, respectivamente), premiado no "Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural", do MinC (2010), no "Programa Música Minas", Secult (2012) e no "Projeto Novas 2" (2014). 

Em 2015, Carlos lançou o CD/Álbum de partituras "Calendário do Afeto", com recursos da "Lei Municipal de Incentivo à Cultura", de Belo Horizonte. Com este disco, recebeu Menção Honrosa no "Prêmio Melhores da Música Brasileira", de 2015. Em 2019, Carlos Walter colaborou como organizador do "Songbook" do compositor Ian Guest, publicado pela Irmãos Vitale/Lumiar. Carlos atua na curadoria do "Festival Sons da Cidade - Mostra Internacional de Violão de Belo Horizonte", e é também um dos organizadores do "Festival Violões em Rede", evento online. 

Carlos Walter ministra, frequentemente, oficinas de violão. Atua, como solista ou em trabalhos coletivos, dividindo palco com alguns dos mais destacados nomes da música brasileira. Sua trajetória como intérprete, arranjador e compositor está registrada em vários vídeos e áudios disponibilizados em suas redes sociais.

Como escritor, publicou os livros "O violão e as linguagens violonísticas do Choro" (Clube de Autores) e "Discurso jurídico na democracia: processualidade constitucionalizada" (Editora Fórum). Carlos Walter é também um atuante sócio do Clube do Choro de Belo Horizonte, onde colabora com sua experiência em suas diferentes áreas do conhecimento, além de marcar presença dos vários eventos musicais promovidos pela instituição.

Clique na imagem da capa para ser direcionado ao link que lhe dará acesso ao download da obra "O violão e as linguagens violonísticas do Choro".

Até o grande encontro de hoje, vamos apreciar um outro momento especial que reuniu esses dois grande instrumentistas quando participam do programa Bazar Maravilha, na Rádio Inconfidência FM 100,9 - Brasileiríssima, em 21 de março de 2018. Apreciem.

7 de junho de 2021

Estão abertas as inscrições para o 39º Festival de Música de Cruzília (MG) que oferecerá 25 mil reais em prêmios.

 


Estão abertas as inscrições para o 39º Festival de Música de Cruzília (MG) que será realizado nos dias 24 e 25 de julho deste ano. As inscrições poderão ser efetuadas até o próximo dia 28 de junho e sem cobrança de taxa. As premiações somam 25 mil Reais e o protocolo de inscrição inclui entre outros quesitos, o envio de vídeo gravado com a canção concorrente .

O evento é organizado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal da Cultura, dos Esportes e Turismo. As apresentações serão realizadas em local fechado e presenças restritas ou podendo ainda o mesmo ser alterado a qualquer momento para o formato totalmente on-line, o que dependerá da situação da pandemia da Covid 19 nos dias em que acontecerá o Festival e de futuros decretos municipais e da liberação do Comitê Gestor Municipal de Enfrentamento da Covid.

PREMIAÇÃO
Será oferecido o total de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil) em prêmios, distribuídos entre os 30 participantes do 39º Festival de Música de Cruzília sob a seguinte forma:
Cada vídeo selecionado e participante do 39º Festival de Música de Cruzília receberá uma premiação por participação no valor de R$400,00 (exceto as músicas finalistas que receberem premiações, estas ficarão somente com o prêmio conquistado) e além desse valor serão oferecidos os seguintes prêmios:
• 1° Lugar: Troféu+ R$4.000,00
• 2° Lugar: Troféu+ R$3.000,00
• 3° Lugar: Troféu+ R$2.000,00
• 4° Lugar: Troféu+ R$1.500,00
• 5° Lugar: Troféu+ R$1.300,00
• Melhor Composição local: Troféu+ R$2.000,00
• Melhor Arranjo: Troféu+ R$1.200,00
• Melhor Intérprete: Troféu+ R$1.200,00 e as apresentações acontecerão em formato ainda a ser definido a depender das condições ideais em relação da pandemia na ocasião do vento, ou seja em local fechado com presença restrita ou em formato totalmente on-line, o que dependerá da situação da pandemia da Covid 19 nos dias em que acontecerá o Festival e de futuros decretos municipais e da liberação do Comitê Gestor Municipal de Enfrentamento da Covid.

Para maiores detalhes, consulte o REGULAMENTO completo no site oficial da Prefeitura Municipal de Cruzília.

4 de junho de 2021

Curso "Projetos Culturais: do Edital à Prestação de Contas", ministrado por Gláucia Medeiros, oferece conteúdo com acesso gratuito.

 
O recém lançado curso "Projetos Culturais: do Edital à Prestação de Contas", elaborado e ministrado pela administradora e instrumentista Glaucia Medeiros, se apresenta como uma importante ferramenta para o fomento cultural nesse período de pandemia, já que os editais são importantes fontes de financiamento para ações de arte e cultura. O curso gratuito fornece uma visão geral dos aspectos envolvidos em todas as fases de elaboração de um projeto, desde a análise do edital, elaboração do projeto, execução e prestação de contas.

Gláucia Medeiros reuniu a graduação e experiência em administração de empresa e sua formação em música para dar início a uma terceira atividade: produções culturais. Há quase uma década nessa área, ela vem atuando no cenário cultural e toda a experiência adquirida nesse percurso, é compartilhada no curso.  

"Projetos Culturais: do Edital à Prestação de Contas" está disponível no Youtube e oferece em seu conteúdo programático, temas como: onde encontrar e como analisar os editais, como elaborar um projeto cultural, instruções sobre o resumo, a descrição da proposta, o objetivo, cronograma, orçamento, acessibilidade, plano de divulgação, planejamento da execução, proposta de contrapartida, prestação de contas e muitos outros conteúdos importantes e imprescindíveis para o sucesso de um projeto. Além do conteúdo em vídeo, o curso ainda oferece um Material de Apoio com download também gratuito.

Aproveite o final de semana para ampliar ou revisar seus conhecimentos assistindo ao vídeo do curso que disponibilizamos abaixo. 


O Curso "Projetos Culturais: do Edital à Prestação de Contas", elaborado e ministrado por Gláucia Medeiros foi apoiado pelo Edital Artesalva.
Aproveite o momento para se inscrever no Canal Glaucia Lima Medeiros, deixar seu like e curtir muito conteúdo musical que você também irá encontrar por lá.

3 de junho de 2021

Abre a Roda Mulheres no Choro abre as intervenções artísticas do Coopax Open Show, evento gratuito e com transmissão online.


De 8 a 10 de junho o Coopax Open Show, evento online e gratuito pensado especialmente para os planejadores de eventos e demais profissionais do setor, trará dentro da sua programação, além de palestras com temas relevantes, uma imperdível agenda musical com apresentações de grupos e bandas de diferentes estilos. Entre elas, destacamos o coletivo Abre a Roda Mulheres no Choro que abre as intervenções artística do evento.

A Covid-19 impôs uma dura realidade ao setor de eventos, acarretando perdas financeiras, fechamentos de empresas e desemprego. O Coopax Open Show visa estimular o compartilhamento de ideias e estratégias que ajudem empreendedores e trabalhadores do setor de eventos e turismo a superar os desafios do atual cenário. Entre os convidados, estarão importantes nomes, do Brasil e do exterior, propiciando o compartilhamento de experiências e conhecimentos. 

Programação Serão 10 palestrantes da área de eventos e turismo, além das intervenções artísticas. A primeira fica por conta do grupo Abre a Roda, Mulheres no Choro que se apresenta no dia 8, às 14h30 e voltam ao palco virtual nos dia 9, às 16h15 e dia 10, às 17h10. 
O coletivo, nasceu como um projeto de valorização, reconhecimento e incentivo às mulheres instrumentistas profissionais da capital de Minas Gerais. Passando pelos mais variados ritmos, como choro, maxixe, choro sambado e baião, o grupo oferece um repertório que demonstra a versatilidade do choro, tão rico e genuinamente brasileiro.

Os interessados podem conferir a programação completa e se inscrever no site oficial do evento: https://coopax.com/open-show/

Até lá fiquemos com a ótima companhia do Abre a Roda Mulheres no Choro e uma amostra do quão maravilhoso nos espera durante o evento. Nessa gravação, realizada  no Programa Globo Horizonte, em Outubro de 2017, o grupo toca Gaúcho/ Corta Jaca, composição de Chiquinha Gonzaga.


Para melhor visualizar em aparelhos celulares, clique no lado inferior direito do vídeo para ampliar a tela.

2 de junho de 2021

CLUBE DO CHORO DE BH LANÇA SELO COMEMORATIVO DOS 15 ANOS DE FUNDAÇÃO.


O Clube do Choro de BH acaba de lançar o selo comemorativo dos 15 anos de fundação da entidade, completados no último dia 31 de maio. Com traços minimalista, o ícone traz o numeral “15”, em concepção gráfica que faz uma alusão aos instrumentos de corda tocados em uma roda de Choro, que também está presente no logotipo do Clube. 

O projeto foi desenvolvido pelo Designer Gráfico Renato Meira.  O ícone irá acompanhar a logomarca, assim como estará presente na identificação visual das redes sociais e nas peças gráficas e promocionais do Clube do Choro de BH, durante o período de celebração desta importante data na história da entidade. 

Durante todo esse tempo de existência, e também no período pandêmico que tem sido tão difícil para a cultura no país, o Clube vem mantendo viva sua missão de promover e difundir a Música Brasileira em nossa cidade. Esta história tem as suas origens nas reuniões semanais das quintas-feiras, no tradicional Bar do Bolão (atual Butiquim Vila Rica), no bairro Padre Eustáquio, onde vários músicos, amadores e profissionais, se reúnem, desde 1993 até hoje, em maravilhosas rodas de Choro, abertas a todos os apreciadores de boa música, bom papo e agradável convivência.

Dessas reuniões surgiu o Clube do Choro de BH , fundado em uma Assembléia Geral realizada em 31 de maio de 2006, contando com a presença de 23 sócios fundadores. Nesta data foram iniciadas nossas atividades, aprovado o estatuto, eleitos o Conselho Deliberativo, a Diretoria Executiva e empossados seus membros efetivos para um exercício de 5 anos.

Atualmente, o Clube está sob a direção da chapa "Harmonia do Choro" que é liderada pelo comunicador e atual Presidente, Acir Antão. O Clube tem como diretores em exercício, os associados eleitos Paulo Roberto Ramos (Diretor Cultural) e Amilton Costa de Faria (Diretor Administrativo-Financeiro). O Conselho Deliberativo é formado pelo Presidente, sócio fundador Jonas Cruz, além dos membros Luiz Otávio Savassi, Hamilton Gangana e Oszenclever Camargo de Carvalho.

Nesse tempo de existência, a instituição conquistou seu lugar de destaque no panorama cultural e musical da cidade, além de muitos amigos e associados de grande importância no cenário do Choro brasileiro. O Clube construiu uma história pautada na amizade, no talento coletivo e contando com o apoio e contribuições imensuráveis. 

Assista a seguir um dos momentos históricos do Clube do Choro de BH em que estiveram reunidos, no palco do Teatro Marília, Chorões de várias gerações. Muitos que como associados e presentes nas ações promovidas pela entidade mantem viva a sua existência e expressiva atuação e alguns que partiram deixando uma grande saudade e seu importante legado para a construção dos 15 anos da história da entidade.


 VIVA OS 15 ANOS DO CLUBE DO CHORO DE BH!