29 de agosto de 2013

Ofício da Música recebe a Flutuar Orquestra de Flautas com o convidado Toninho Carrasqueira.

Com o objetivo de ampliar e dinamizar a programação, bem como democratizar o acesso da população à produção artística e cultural contemporânea, o Museu de Artes e Ofícios (MAO) realiza os projetos “Ofício da Música” e “Ofício da Palavra”, eventos culturais que mensalmente, no horário das 19h30 e com entrada gratuita, promovem encontros do público com renomados músicos e escritores do Brasil.
Na próxima terça-feira, 03 de setembro, o MAO recebe , dentro do Projeto Ofício da Música, o espetáculo “Flutuar com Toninho Carrasqueira”. Para esta apresentação a Flutuar Orquestra de Flautas convidou o renomado flautista e professor Antônio Carrasqueira para juntos tocarem um repertório de Choros e Valsas, criados por dois extraordinários flautistas/compositores do Brasil: Pixinguinha e Pattápio Silva.
De Pixinguinha serão tocados alguns clássicos do Choro como “Naquele Tempo”, “Ingênuo”, “Desprezado”, “Pagão”, “Um a Zero”, além das três músicas originalmente instrumentais que, ao receberem belas letras, tornaram-se canções bastante conhecidas: “Carinhoso”, “Lamentos” e ”Rosa”.  De Pattápio Silva, um grande ícone da flauta brasileira do início do século XX, serão apresentados arranjos das músicas “Zinha”, “Primeiro amor” e “Margarida”.

Flutuar Orquestra de Flautas - Foto: Site oficial.
A “Flutuar” é uma orquestra que reúne exclusivamente flautas transversais e que conta com 18 integrantes. O grupo possui instrumentos de diversos tamanhos e formatos: além da Flauta-em-Dó (modelo padrão) há também o Flautim, a Flauta-em-Sol, a Flauta-Baixo e a raríssima Flauta-Contrabaixo. Em oito anos de intensa atividade artística, a Flutuar Orquestra de Flautas têm se apresentado em importantes espaços culturais mineiros. Sem se deixar prender a nenhuma corrente artística que lhe possa cercear a espontaneidade de expressão, a Flutuar busca, como marca, a originalidade e a ousadia da experimentação e da criação, características de nossa contemporaneidade. Em 2011, a Flutuar gravou e lançou o seu primeiro CD denominado "Flutuar no horizonte" apresentando um repertório que homenageou a capital mineira. Em 2012, realizou a tournèe de "Trens para flutuar" em que foram apresentadas composições inéditas e arranjos de canções brasileiras cujo tema é um dos símbolos que identifica Minas: o Trem-de-Ferro.
Consagrado flautista de renome internacional, com vários CDs premiados e uma história de centenas de concertos por quase quarenta países, Toninho Carrasqueira, é desses raros artistas que navegam livremente e com a mesma excelência pelos universos erudito e popular, percorrendo um extenso repertório que vai da música barroca à contemporânea e, em outra vertente, é também  conhecido como um "mestre-do-choro". Um dos seus premiados CDs, dedicado a Pixinguinha e Pattápio Silva, é considerado pela crítica brasileira como um dos melhores CDs dos últimos anos. É professor da USP - Universidade de São Paulo e de vários Festivais brasileiros e internacionais. Dedicando-se à divulgação da música brasileira e latino americana, vem se apresentando regularmente em concertos e ministrando master-classes em diversas universidades europeias , latino-americanas e dos Estados Unidos.

SERVIÇO 
Ofício da Música com “Flutuar com Toninho Carrasqueira”
Dia: 03 de setembro, terça-feira
Horário: 19h30, 
Local: Museu de Artes e Ofícios (Praça da Estação, Centro, Belo Horizonte)
Entrada gratuita
Sujeito à lotação – até 300 pessoas

Flutuar Orquestra de Flautas executando: Lundú Característico - Joaquim Callado

28 de agosto de 2013

“Projeto Pizindin – Choro no Palco” apresenta: “Rubim do Bandolim e Sílvio Carlos - 150 anos de Ernesto Nazareth."

Sílvio Carlos e Rubim do bandolim. Foto: divulgação.
Na próxima segunda-feira, 02 de setembro, Rubim do Bandolim e Silvio Carlos 7 Cordas se reúnem para homenagear um dos maiores compositores de Choro do Brasil, apresentando o show: “Rubim do Bandolim e Silvio Carlos - 150 anos de Ernesto Nazareth". O espetáculo é parte do projeto Pizindim - Choro no Palco, promovido pelo Conservatório UFMG.
Considerado o “pai” do piano popular brasileiro, Ernesto Nazareth era admirado por mestres como Heitor Villa Lobos, Radamés Gnattali, Jacob do Bandolim e Tom Jobim e detentor de uma obra importantíssima com presença obrigatória no repertório de todos os intérpretes de choro.
Nesse encontro inédito, o duo se propõe a tocar, além das composições famosas de Ernesto Nazareth, outras pouco conhecidas. O que demandou um trabalho significativo de pesquisa, arranjos coletivos e adaptações para os seus instrumentos (bandolim e violão de 7 cordas).

SILVIO CARLOS
Violonista 7 cordas, produtor e arranjador vem realizando uma extensa pesquisa sobre a música instrumental brasileira, com destaque para o Choro, acumulando ao longo de sua carreira uma ecletíssima experiência, trabalhando e participando de apresentações musicais com artistas tão diversos quanto Paulinho da Viola, Fernando Ângelo, Hermínio Bello de Carvalho, Luiz Nassif, Pernambuco do Pandeiro, Márcio Almeida, Ronaldo do Bandolim, Paulo Sérgio Santos, Ademilde Fonseca, Joel Nascimento, Zé da Velha e Silvério Pontes, entre outros. Responsável por arranjos, produções musicais e adaptações de várias composições para o samba e Choro, de autores tais como Ary Barroso, Ernesto Nazareth, Heitor Villa Lobos, Wagner Tiso, Pixinguinha, Anacleto de Medeiros, Edu Lobo, Chico Buarque e outros. Tem participado de vários programas, espetáculos, eventos culturais, palestras e oficinas sobre o Choro. É integrante dos grupos “Violões & Cia”, “Treze Cordas” e “Grupo Minas Instrumental” que desenvolve um trabalho educativo sobre a música popular brasileira além se ser produtor , diretor musical e arranjador do "Grupo Flor de Abacate". 

RUBIM DO BANDOLIM ou Rubens Miranda da Silva é natural de Timóteo MG. Músico profissional, atua como instrumentista, compositor, arranjador e professor. Executa com habilidade vários instrumentos, recebendo inclusive menção de multi-instrumentista por vários veículos de comunicação. Dentre os instrumentos que executa, destacam-se: bandolim, cavaquinho, violão, guitarra, contrabaixo, violino, viola caipira e flautas barrocas. 
Sua formação musical é essencialmente autodidata. Mas ao longo de sua carreira, desenvolveu uma técnica apurada na execução do bandolim e do cavaquinho, sendo considerado no meio musical um dos maiores bandolinistas do Brasil, além de ser um excelente arranjador. É conhecedor profundo das complexidades da harmonia da Música Popular Brasileira, Bossa Nova, Choro e do Jazz moderno dentre outros; além de ter muita experiência em estúdio. Seus conhecimentos práticos e teóricos possibilitam uma boa atuação tanto na execução de arranjos já elaborados bem como na improvisação, um de seus melhores referenciais.
Foi fundador e solista dos grupo de choro “Os Boêmios” e “Tocando em Miúdos”e a "Banda Free-Lancer" com a qual se apresentava em bailes e em casas noturnas. Como experiência internacional, atuou como instrumentista contratado no Canadá e EUA. Desde 1999, passou a integrar o grupo de choro “Flor de Abacate”, participando intensamente de apresentações dentro e fora do estado de Minas Gerais. Participou também de quase todas as versões do Ipatinga Live Jazz, atuando nas bandas Stand-up , Vale Jazz , Choro de Minas e em 2002 tendo seu nome como atração, sendo acompanhado por músicos do primeiro escalão do choro do Brasil como Márvio Ciribelli, Altamiro Carrilho, Silvério Pontes e Zé da Velha .
Em 2002, concluiu a gravação de seu primeiro CD – Formas de Chorar, Destacam-se no repertório, muitas de suas composições como também a participação de criações de músicos como Vaninho Vieira e Cid Morais, além das já consagradas Noites Cariocas de Jacob do Bandolim e o clássico Aria da 4ª Corda de Bach, que recebeu de Rubim do Bandolim uma adaptação para o Choro, muito elogiada por músicos de diversos países. 

As apresentações do Projeto Pizindin - Choro no Palco se realizam às segundas-feiras, sempre às 20hs, com exceção da última segunda-feira de cada mês.

SERVIÇO:
“Projeto Pizindin – Choro no Palco” apresenta: “Rubim do Bandolim e Sílvio Carlos - 150 anos de Ernesto Nazareth".
Data: 02 de setembro de 2013
Horário: 20hs 
Local: Conservatório UFMG – Av. Afonso Pena, 1534 – Centro BH/MG
Entrada: R$15,00 (inteira) R$7,00 (meia-entrada)
Ingressos vendidos no dia do show a partir das 19hs
Info: 3409-8300 

27 de agosto de 2013

Grupo "Velha Guarda do Choro" se apresenta neste domingo, no Projeto "Choro na Feijoaria".




O Projeto "Choro na Feijoaria" promove uma nova atração a cada primeiro domingo do mês e apresenta no dia 1 de setembro, show com o grupo " Velha Guarda do Choro". 
Nesta apresentação, tocam: Marcelão do Trombone, Hélio Pereira, Zito do Pandeiro, Renato Muringa e Lucas Telles .
No repertório, o melhor do Choro e no cardápio, uma deliciosa feijoada: excelente pedida para iniciar o mês.


SERVIÇO:
Projeto "Choro na Feijoaria" apresenta: Grupo "Velha Guarda do Choro".
Feijoada: a partir das 12h00. Show: 14h00 .
Valor: R$55,00 
(O ingresso dá direito ao Show, buffet de feijoada e sobremesa. Bebidas são cobradas à parte).
Local: Feijoaria - Rua Desembargador Fernando Bhering, 244 - Dona Clara - BH.
Informações e reservas: (31) 2526-5253.


23 de agosto de 2013

Grupo Piolho de Cobra volta a se apresentar todos os domingos.

Piolho de Cobra - Foto: Divulgação.
A roda de Choro com o Grupo Piolho de Cobra está de volta todos os domingos, às 20 horas, no espaço cultural A Casa, reaberto após reformas.
Fundado em 2003, o Piolho de Cobra é um grupo de choro que se propõe a interpretar músicas de inúmeros compositores brasileiros, se apresentando na tradicional formação de regional, típica do estilo. O grupo é formado por: Rafael Zavagli (cavaquinho), Evandro Archanjo (flauta), Rubens Costa (pandeiro) e Daniel Rosa (violão de 7 cordas). Apesar de ser composto por músicos jovens, o Piolho de Cobra se destaca pela maneira tradicional de tocar choro, prezando por manter a linguagem original do estilo. Essa característica acabou por proporcionar ao grupo o privilégio de se apresentar ao lado de diversos representantes da velha guarda do choro mineiro, como Seu Tião do Bandolim e do violonista Mozart Secundino.
O Piolho de Cobra desenvolve uma parceria de longa data com a Casa, espaço cultural e bar, atualmente um grande reduto de artistas e grupos que integram a cena musical de Belo Horizonte. Foi ali que o grupo consolidou sua roda, que até hoje acontece tradicionalmente todos os domingos. O repertório é composto por choros de diversos compositores brasileiros. Dentre eles: Pixinguinha, Jacob do Bandolim, K-Ximbinho, Severino Araújo e Ernesto Nazareth.




SERVIÇO
A Casa apresenta: Grupo de Choro Piolho de Cobra.
Data:  domingos
Horário: 19h (abertura) - 20h (show)
Endereço: Rua Padre Marinho, 30. Santa Efigênia- BH 
Entrada: R$10,00 (no local)
Info: (31) 3241-1608

21 de agosto de 2013

O melhor do chorinho instrumental ao som do Choro de Grupo.


Não perca o melhor do chorinho instrumental ao som do Choro de Grupo, nessa quinta-feira, dia 22 de agosto, às 20 horas, no Barracão Butiquim. 
O Choro de Grupo é formado por Guilherme Guedes (violão 7 cordas), Lucas Coimbra (violão 6 cordas), Isaac Luís (flauta) e Flávio Cravo (pandeiro), estudantes do curso de licenciatura em música da UFMG que se conheceram em 2009 e que já estão em estúdio gravando o primeiro projeto, com arranjos de clássicos do choro e da MPB.

SERVIÇO
Choro de Grupo apresenta o melhor do Chorinho
Data: 22 de agosto de 2013 - Quinta-feira
Horário: 20h
Local: Barracão Butiquim
Endereço: Rua Antônio Justino, 438. Pompéia- BH 
Entrada: R$6,00 (no local)
Info: (31) 3481 0624 / 3295 2693

13 de agosto de 2013

Marcela Nunes volta ao palco do Conservatório UFMG com novo show: "flautas brasileiras". Imperdível!

Na segunda-feira, 19 de agosto, às 20 hs, o Projeto Pizindin – Choro no Palco recebe Marcela Nunes apresentando o show "Flautas Brasileiras". Ela interpreta importantes obras compostas para o instrumento no Brasil. 
Neste show, que contará com a participação do Grupo Choro Nosso: Renato Muringa (violão, cavaquinho e bandolim), Agostinho Paolucci (violão) e Daniel Guedes (percussão) e participações do pianista Igor Reyner, e do flautista Maycon Lack, Marcela Nunes pretende mostrar um pouco do universo musical brasileiro interpretando obras de Villa Lobos, Ary Ferreira, Joaquim Callado, Patápio Silva, Pixinguinha, Benedito Lacerda e Altamiro Carrilho, além de  composições próprias. 

Marcela Nunes é bacharel em Flauta Transversal  e Mestre em Performance Musical pela Escola de Música da UFMG, onde realizou pesquisa sobre a obra do compositor de choros Belini Andrade. É integrante da Misturada Orquestra. Idealizadora e fundadora, em parceria com o músico Renato Muringa, do Grupo Choro Nosso - trabalho de pesquisa e difusão do Choro produzido em Minas Gerais - com o qual recebeu, em 2013, o Prêmio Funarte de Concertos Didáticos, através de projeto de apresentações de choro em escolas da rede pública de ensino de Belo Horizonte.

Os espetáculos do Projeto Pizindin – Choro no Palco se realizam às segundas-feiras, com exceção da última segunda-feira de cada mês. 

Projeto Pizindin - Choro no Palco - Marcela Nunes apresenta "Flautas Brasileiras"
Data: 19 de agosto de 2013 - Segunda-feira
Horário: 20h
Local: Conservatório UFMG - Av. Afonso Pena, 1534 - Centro BH/MG
Entrada: R$15,00 (inteira) e R$7,00 (meia-entrada)
Ingressos vendidos no dia do show, a partir das 19hs.
Info: 3409-8300

7 de agosto de 2013

Projeto Pizindin - Choro no Palco apresenta Choros de Câmara em Quadrilhas Brasileiras.


Choros de Câmara - Foto: Alberto Rocha

Na segunda-feira, dia 12 de agosto, o Projeto Projeto Pizindin – Choro no Palco recebe mais uma apresentação com música de qualidade e animação. Desta vez, o Conservatório UFMG recebe o "Choros de Câmara" - Quadrilhas Brasileiras, às 20h.

A Quadrilha é de uma dança de salão europeia originada no século 18 e muito popularizada no século 19, tendo se espalhado por toda a Europa e colônias. Quase todos os manuais de dança da época possuíam uma seção explicando os passos e a etiqueta da quadrilha. Musicalmente, a quadrilha é composta por cinco partes (ou movimentos) diferentes, como cinco pequenas músicas intercaladas, cada uma com começo, meio e fim. Os ritmos de cada parte também seguem determinadas regras.

Choro de Câmara é um grupo formado por  Agostinho Paolucci (Violão de Sete Cordas), Eduardo Macedo (Cavaquinho), Marina Cyrino (Flauta) e Victor de Mello Lopes (Oboé). Surgido em meio à efervescente cena musical belo-horizontina, o Choros de Câmara é um projeto idealizado por Victor de Mello Lopes e nasceu com o objetivo de conciliar tradição e modernidade, contemplando o repertório de grandes nomes do gênero com uma nova leitura e em sintonia com a recente produção musical.
No espetáculo serão apresentadas obras dos compositores: Henrique Alves de Mesquita, Saturnino, Anacleto de Medeiros, Maurício Carrilho e Agostinho Paolucci. 

Os espetáculos do Projeto Pizindin – Choro no Palco se realizam às segundas-feiras, sempre às 20hs, com exceção da última segunda-feira de cada mês.

SERVIÇO
Projeto Pizindin- Choro no Palco apresenta Choros de Câmara em Quadrilhas Brasileiras.
Data: 12 de agosto de 2013 - Segunda-feira
Horário: 20h
Local: Conservatório UFMG - Av. Afonso Pena, 1534 - Centro BH/MG
Entrada: R$15,00 (inteira) e R$7,00 (meia-entrada)
Ingressos vendidos no dia do show, a partir das 19hs.
Info: 3409-8300



5 de agosto de 2013

Pais da OAP/UFMG serão homenageados com recital de violão.

Será realizado no próximo dia 9 de agosto o Sarau em Homenagem aos Pais, promovido pela OAP. Três grandes violonistas apresentarão repertório especial.
Gustavo Farias abre o evento com “Modinha” e “Ponteio”, de Arthur Bosmans, e ainda interpretará músicas de Joaquin Turina e Lennox Berkeley. Depois será a vez de Celso Faria fazer sua apresentação. O violonista tocará canções de Fernando Sor, Heitor Villa-Lobos e Agustin Barrios. Para encerrar o evento, José Lucena Vaz dedilhará, no violão, composições de Gaspar Sanz, Dilermando Reis e Ary Barroso. 
O sarau começará às 19h30, no Conservatório UFMG (Av. Afonso Pena, 1.534 – Centro). 
A entrada é gratuita, mas é preciso reservar o lugar pelo telefone 3409-4505.


José Lucena Vaz
Mineiro da cidade de João Pinheiro, José Lucena Vaz nasceu em 1944 e iniciou seus estudos musicais em 1953, com apenas 9 anos de idade. A partir dos 14 anos passou a se dedicar exclusivamente ao violão.
Em 1967 obteve seu primeiro diploma neste instrumento pelo Instituto São Rafael (BH/MG), tendo como mestre Walter de Carvalho Alves. Na década de 70, buscou aperfeiçoamento em vários cursos, dentre os quais podemos citar: Festival de Inverno de Ouro Preto; Seminário Internacional de Violão de Porto Alegre; Seminário Internacional de guitarra de Montevidéu, tendo neste período absorvido importantes conhecimentos de renomados mestres, entre eles Abel Carlevaro. 
Em 1973 ingressou no Curso de Composição e Regência da Escola de Música da UFMG, onde lecionou a disciplina de violão até 1997. Vale destacar, entre as muitas premiações que obteve o 1º lugar no III Concurso Internacional de Violão de Porto Alegre (1971), obtendo ainda a “Medalha de Ouro” no Seminário Internacional de Guitarra de Montevidéu (1975). Em 1986 recebeu convite para dirigir um seminário de técnicas violonísticas na Suíça. Em 1990 realizou, a convite da “Brasilien Initiative Freiburg E.V.”, uma tournée pela Alemanha, onde também proferiu palestras e “Master Classes”. Em 1997 foi homenageado pela UFMG com o “Concurso Nacional de Violão José Lucena Vaz” por ter inserido o primeiro curso de violão de Brasil em uma Universidade Federal. Em 2001 realizou uma tournée pela Itália muito prestigiada pela mídia e pelo público. Em 2005 teve participação ativa como instrumentista a convite da UFMG - Festival de Inverno em Diamantina; Da Nova Acrópole de Belo Horizonte – Semana dos Pais, e da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, para o encerramento do Fórum Nacional de Secretários e Dirigente de Cultura, em Cuiabá – MT. Atualmente divide suas atividades realizando recitais e ministrando cursos de pequena duração. No empenho dessas atividades imprime sua marca pessoal: fundamenta seu trabalho no estudo de aspectos da cinesiologia humana aplicáveis à técnica de execução violonística.


Gustavo Farias
Gustavo Farias é natural de Castanhal/ PA, e em 2001 iniciou seus estudos de violão na Casa de Música de Ouro Branco/MG com o maestro Charles Roussin. Participou de festivais e master classes com renomados violonistas da atualidade como Tiaraju Aranovich, Edelton Gloeden, Eduardo Meirinhos, Alieksey Vianna (BRA/Suíça), Eduardo Issac (Argentina), Mario Ulloa (Costa Rica/BRA), Paul Galbraith (Escócia), José Antonio Escobar (Chile) e Fábio Zanon. Já se apresentou como solista a frente da Orquestra de Câmara de Ouro Branco sob a regência do maestro Charles Roussin e da Orquestra de Câmara da III Semana Interativa de Ouro Branco sob a regência do Prof. José Ademar Teixeira Rocha. 
Conquistou em 2009 o terceiro lugar no “III Concurso de Violão Eustáquio Grilo” em Brasília. Atuou como professor de 2008 a 2011 na Semana da Música e Semana Interativa de Ouro Branco. Em 2012 e 2013 participou da direção desses festivais. Farias tornou-se bacharel em violão em 2009 pela Universidade do Estado de Minas Gerais na classe do prof. Celso Faria.
Atualmente é mestrando em música pela UFMG onde é orientado pelo professor Gilberto Carvalho e é coordenador cultural e professor de violão da Associação Cultural Casa de Música de Ouro Branco, onde tem um intenso trabalho com Orquestras de Violões, trabalho esse que rendeu recitais por toda região do Alto Paraopeba.


Celso Faria
Nascido em Passos (MG) no ano de 1979, Celso Faria iniciou seus estudos musicais de maneira autodidata aos dez anos de idade. Em 1994 ingressou no “Curso de Formação Musical” da Escola de Música da UFMG, estudando na classe do professor José Lucena Vaz. Obteve o título de bacharel em violão na mesma instituição sob a orientação do 
professor Fernando Araújo. É especialista em Música Brasileira - Práticas Interpretativas - pela Universidade do Estado de Minas Gerais e Mestre em Performance Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais. Celso Faria também foi aluno de Beto Davezac na Fundação de Educação Artística. 
Celso Faria obteve várias premiações, dentre elas: menção honrosa no “VII Concurso Nacional de Violão Souza Lima” (São Paulo, 1996), vencedor do “IX e XIV Concurso Jovens Solistas” da Escola de Música da UFMG (Belo Horizonte, 1998 e 2004), vencedor do “III e IV Concurso Jovem Músico BDMG” (Belo Horizonte, 2002 e 2003), vencedor do “Concurso Bianca Bianchi” (Curitiba, 2003), vencedor do “I Concurso Furnas Geração Musical” (Belo Horizonte, 2004) e semi  finalista do “II Concurso de Violão Fred Schneiter” (Rio de Janeiro, 2005). 
Com um repertório que se estende desde o período renascentista até o século XXI, Celso Faria tem se apresentado nas mais importantes cidades brasileiras, seja como recitalista de violão solo, integrante em formações camerísticas ou ainda como solista orquestral. Gravou ao vivo o cd Romencero Gitano com o “Coro Madrigale” para selo independente e participou do cd “100 anos de Arthur Bosmans” pelo selo “Minas de Som”.


SERVIÇO:
Sarau OAP/UFMG em homneagem aos pais: José Lucena Vaz, Gustavo Farias e Celso Faria.
Coordenação:  Professora Marilene Gangana Data: 09 de agosto de 2013
Horário: 19h30
Local: Conservatório UFMG – Av. Afonso Pena, 1534 – Centro BH/MG
Entrada:  A entrada é gratuita, mas é preciso reservar o lugar pelo telefone 3409-4505.

2 de agosto de 2013

GRUPO TOCA DE TATU VENCE O II CONCURSO INSTRUMENTAL ESTÚDIO 66, PROMOVIDO PELO CANAL BRASIL.

Toca de Tatu com Zé Nogueira, em dia de gravação do Estúdio 66. Foto: Divulgação.

O jovem quarteto mineiro Toca de Tatu, formado por Abel Borges, Lucas Ladeia, Lucas Telles e Luísa Mitre, é o grande vencedor do "Segundo Concurso Instrumental Estúdio 66", promovido pelo Canal Brasil. Concorrendo com mais de 80 artistas, o vídeo enviado pelo grupo passou pelo crivo de um júri formado pelos apresentadores de todas as temporadas do programa, Ricardo Silveira, Marcos Nimrichter e Zé Nogueira.
O quarteto receberá como prêmio, a participação de um episódio da 7ª temporada do "Estúdio 66¨ , programa onde o atual apresentador, Zé Nogueira, abre as portas de seu estúdio e convida músicos do mais alto gabarito para jam sessions exclusivas.
A gravação do programa já ocorreu e a emoção da experiência nos é contada pela pianista Luísa Mitre: "ficamos muito felizes e surpresos com o resultado do concurso, afinal, fomos escolhidos dentre artistas de todo o país, muitos de altíssimo nível. E ficamos mais felizes ainda em poder tocar com um grande músico que admiramos muito, que é o saxofonista Zé Nogueira, e ter isso registrado num programa tão bacana que é o Estúdio 66. Para a gravação do episódio, fomos muito bem recebidos por toda a equipe, e o Zé Nogueira, além de um excelente músico, é também uma pessoa muito generosa e simples, e nos deixou muito à vontade em todos os momentos, desde a escolha do repertório, ensaios e na hora das filmagens. Foi uma experiência muito legal e uma grande oportunidade para o Toca de Tatu".
A nova temporada tem estreia prevista para agosto. O programa vai ao ar às segundas-feiras, às 18h45. Fiquem ligados e não percam.