28 de dezembro de 2018

Chorinho no Brasil 41 acontece hoje, a partir das 19 horas.

Logo mais, a partir das 19 horas acontece a última roda de Choro do ano no Bar 41. O projeto é promovido pelo Conjunto Regional da Serra que formado Daniel Toledo no violão 7 cordas, Pablo Dias no cavaquinho, Daniel Nogueira no pandeiro e Pedro Alvarez na flauta.

O grupo tem se apresentado todas sextas-feiras e com grande sucesso vem se mantendo com a participação e colaboração do público, já que a roda de Choro do Brasil 41 é organizado pelos músicos e mantido através de colaborações espontâneas. Compareça, prestigie e colabore. Estão todos convidados.

  Regional da Serra e convidados em Roda no Brasil 41.

SERVIÇO
Roda de Choro com Regional da Serra
Data: 28 de dezembro (sexta)
Horário: 19 horas
Local: Bar Brasil 41 - Avenida Brasil, 41 - Santa Efigênia - BH
Couvert: contribuição espontânea para a caixinha dos músicos

27 de dezembro de 2018

Já estão abertas as inscrições para interessados em participar da programação cultural do Conservatório UFMG, no 1º Semestre 2019.


O Conservatório UFMG realiza chamada para a seleção de músicos e grupos musicais que tenham interesse em participar de sua programação cultural durante o primeiro semestre de 2019.
As inscrições poderão ser feitas de 23/11/2018 a 01/02/2019, mediante preenchimento e envio do formulário-proposta disponibilizado na página do Conservatório UFMG. Os projetos selecionados irão compor a programação da série Palco Livre no primeiro semestre de 2019.
As propostas serão avaliadas por comissão julgadora interna e o resultado estará disponível para consulta no site do Conservatório UFMG a partir do dia 07 de fevereiro de 2019.
As apresentações serão gratuitas ao público e os dias oferecidos são as quintas-feiras, às 19h30, de março a julho de 2019
Informações completas no site do Conservatório UFMG: https://goo.gl/DyV7u1

26 de dezembro de 2018

Missa de Ressureição de Raimundo José dos Reis, o Bolão.

Bolão - Sócio Fundador do Clube do Choro de BH  -Foto: Action BHZ

Caros amigos e frequentadores do antigo Bar do Bolão, atual Butequim Vila Rica.
  
A Família Reis e o Clube do Choro de BH comunicam  que a Missa de 7º dia pelo falecimento do saudoso Raimundo José dos Reis, o Bolão será celebrada hoje, 26 de dezembro, às 19h30, no Santuário Arquidiocesano da Saúde e da Paz,  localizado à Rua Padre Eustáquio, 2.405- BH.

Desde já, os familiares agradecem a todos que comparecerem a este ato de fé e homenagens.

Quinta tem Choro Nosso na Roda.

O grupo Choro Nosso convida para mais uma roda de Choro que acontece nesta quinta (27), a partir das 19 horas, no espaço gastronômico cultural "O Muringueiro". 
Marcela Nunes na flauta, Daniel Guedes no pandeiro, Renato Muringa no cavaquinho e Sílvio Carlos no violão 7 cordas comandam a noite, com um repertório de primeira.
Programe-se.


SERVIÇO
Choro Nosso - Roda de Choro
Data: 27 de dezembro (quinta)
Horário: 19 horas
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416- Bairro da Graça
Reservas e informações: (31) 99319-5525

19 de dezembro de 2018

CHORO TRISTE

Após viver uma vida dedicada à promoção do Choro, Raimundo José dos Reis, o Bolão, faleceu hoje.

Raimundo José dos Reis , o Bolão. Foto: Anderson Costa.

O Choro está de luto. Faleceu hoje, aos 97 anos, Raimundo José dos Reis, o Bolão, sócio fundador do Clube do Choro de BH e um dos nomes mais importantes do Chorinho belo-horizontino. O Velório acontecerá em BH, no Metropax (Av. do Contorno, 3000 - Santa Efigênia), a partir das 16 horas. Após a cerimônia de despedida, Bolão será transladado para a Cidade de Diamantina, onde será sepultado, atendendo o desejo manifestado à família.

Natural da histórica Diamantina, Raimundo dos Reis era funcionário público aposentado. Aos 12 anos começou a tocar clarineta e saxofone na cidade natal, onde chegou a atuar na Orquestra do Clube Acaiaca, o mais famoso da cidade. Nascido em uma família onde quase todos os membros tocavam e gostavam de música, chegou a Belo Horizonte na década de 40, depois de passar por Juiz de Fora e logo integrou-se a variados grupos que viravam a noite tocando.

Proprietário do Bar do Bolão, reduto do Choro no bairro Padre Eustáquio (rua Vila Rica 637) , manteve ali o espírito musical. Funcionando há mais de 20 anos, o estabelecimento virou uma referência da música ao vivo e local onde sempre se reuniram nomes expressivos da música e aconteceram as primeiras reuniões para a criação do Clube do Choro de Belo Horizonte. 
Raimundo dos Reis manteve-se como sócio ativo e participando de audições e eventos culturais promovidos pela entidade. Ele parte hoje deixando uma enorme lacuna e imensa saudade em todos que tiveram a honra de conviver com seu espírito musical e de alma tão elevada.

18 de dezembro de 2018

Celebrando mais um ano de muito Chorinho e amizade, Clube do Choro de BH reúne associados e convidados no Automóvel Clube.

Associados e muitos convidados ocuparam os Salões do Automóvel Clube de BH para mais uma linda festa.
No último domingo (16), o Clube do Choro de BH promoveu mais uma bela festa, com muita harmonia humana e musical. O evento promoveu o espírito da confraternização de final de ano e aconteceu nos salões do Automóvel Clube de Belo Horizonte, reunindo Diretores e Conselheiros, muitos associados, seus familiares e amigos da instituição.

Músicos e cantores associados se revesaram em um roda de Choro por toda a tarde.

Paulo Ramos, Diretor Cultural e Acir Antão , Presidente do Clube
comandaram os sorteios dos vários brindes.
Com início às 12 horas, a programação seguiu até o final da tarde, incluindo uma roda de Choro com a participação de diversos músicos e cantores associados, almoço com cardápio de uma deliciosa feijoada, sorteios de vários brindes e distribuição de camisetas personalizadas para os sócios presentes.

Mais uma vez, a alegria e a amizade deram o tom da celebração, reforçando os laços fraternos e musicais do Clube do Choro de Belo Horizonte.


Confraternização: música e canto bem acompanhadas de alegria, dança, amizade e família.
Confira a cobertura fotográfica completa deste evento AQUI.

15 de dezembro de 2018

Preparem os abraços e afinem os instrumentos: a festa é amanhã!


Como acontece todos os anos, o Clube do Choro de BH reúne os associados e amigos para uma grande confraternização de fim de ano. Em 2018, a festa acontece neste domingo (16), nos salões do Automóvel Clube de BH, a partir das 12 horas. A programação incluirá almoço, atrações musicais, presentes individuais e sorteios de vários brindes para os associados que comparecerem.

A recepção é aberta a amigos, associados e seus convidados. Portanto, preparem os abraços e afinem os instrumentos, pois a roda de prosa e choro vai ser animada.

Os associados receberão um voucher que lhes permitirá o acesso com um acompanhante. O convite individual extra terá o custo de oitenta reais e estará à venda na portaria do evento ou poderá ser adquirido antecipadamente na sede do Clube do Choro de BH. 

FESTA DE CONGRAÇAMENTO
Data: 16 de dezembro - domingo
Horário: de 12 às 17 horas
Local: Automóvel Clube de Belo Horizonte - 3º andar - Entrada pela pela Av. Álvares Cabral, nº 45 - Centro (Disponível elevador e rampa).

14 de dezembro de 2018

Roda do Padreco no Nem Secos.


A roda do Padreco toca hoje, a partir das 19 horas, no Centro Cultural Nem Secos, espaço localizado no bairro do Bonfim er dedicado à valorização da arte como fonte de transformação social.
Chame os amigos e preparem-se, pois muito Choro e alegria esperam por vocês. 

SERVIÇO
Roda do Padreco no Nem Secos
Data: 14 de dezembro (sexta)
Horário: 19 horas
Local: Centro Cultural Nem Secos - Rua São Salvador, 09 - Bairro Bonfim - BH
Informações: (31) 99239-7617

Roda de Choro do Regional da Serra recebe hoje o violonista Geraldo Magela para comemoração especial.


A roda de choro semanal do Regional da Serra continua firme e forte no Bar Brasil 41. Nesta sexta-feira tem mais um motivo de festa: aniversário do grande violonista 7 cordas, Geraldo Magela que é o convidado especial para somar no bordão, comemorar em grande estilo e com muito samba e choro. 

O evento é uma iniciativa do conjunto formado por Daniel Toledo (Violão 7 cordas), Pedro Alvarez (flauta), Daniel Nogueira (pandeiro), além do Pablo Dias (Cavaquinho) e é mantido com doações voluntárias do público. Prestigie e reforce o movimento do Choro em BH.

SERVIÇO
Roda de Choro com Regional da Serra 
Data: 14 de dezembro (sexta)
Horário: 19 horas
Local: Bar Brasil 41 - Avenida Brasil, 41 - Santa Efigênia - BH 
Couvert: contribuição espontânea para a caixinha dos músicos

Lucas Telles interpreta música brasileira em show autoral.


Sábado, dia 15/12, o violonista Lucas Telles volta a se apresentar na DO AR, localizado no bairro Santa Lúcia. Depois de uma primeira apresentação inesquecível, ele retorna ao espaço com o show autoral apresentando uma série de criações musicais de sua composição executadas na formação de violão, piano, baixo e bateria. A apresentação começa às 20h30. Não perca.

Lucas Telles é associado ao Clube do Choro de BH e um dos expoentes da música instrumental em Minas Gerais. Tem se apresentado em diversas oportunidades no Brasil e no exterior, e vem intensificado, nos últimos anos, sua atividade como compositor e arranjador. Possui composições registradas em diversos discos de vários intérpretes e atua como arranjador no cenário musical a quase 10 anos.

SERVIÇO
Lucas Telles. Música instrumental brasileira em show autoral
Data: 15 de dezembro - (sábado)
Horário: 20h00
Local: Do Ar - Rua Amoroso Costa, 32 - Santa Lúcia
Ingressos: R$15,00
Informações: (31) 99413-4111

13 de dezembro de 2018

Afinem os instrumentos. Domingo tem confraternização!

Afinem seus instrumentos e preparem a alegria e os abraços. O Clube do Choro de BH promove, no próximo domingo (16), sua festa de final de ano para confraternização entre associados e amigos. O evento acontecerá nos salões do Automóvel Clube de BH, a partir das 12 horas.

A programação incluirá almoço, atrações musicais, presentes individuais e sorteios de vários brindes para os associados que comparecerem.

O associados receberão um voucher que lhes permitirá o acesso com um acompanhante. 
O convite individual extra terá o custo de oitenta reais e estará à venda na portaria do evento ou poderá ser adquirido antecipadamente na sede do Clube do Choro de BH. 

FESTA DE CONGRAÇAMENTO
Data: 16 de dezembro - domingo
Horário: de 12 às 17 horas
Local: Automóvel Clube de Belo Horizonte - 3º andar - Entrada pela pela Av. Álvares Cabral, nº 45 - Centro (Disponível elevador e rampa).

Choro Nosso na roda se apresenta hoje.

O grupo Choro Nosso se apresenta hoje, no espaço gastronômico cultural "O Muringueiro". A roda tem início às 19 horas, oferecendo o melhor do Chorinho acompanhado das especialidades gastronômicas da casa. No palco se apresentarão Marcela Nunes na flauta, Thiago Balbino no bandolim, Mateus Fernandes no violão, Daniel Capu no cavaquinho e Daniel Nogueira no pandeiro.
Programe-se.

Serviço
Choro Nosso - Roda de Choro e Samba
Data: 13 de dezembro (quinta)
Horário: 19 horas
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416- Bairro da Graça
Reservas e informações: (31) 99319-5525

12 de dezembro de 2018

Giselle Couto prossegue com a campanha de financiamento coletivo para seu novo CD. O prazo para contribuir termina no sábado.


A cantora e compositora mineira Giselle Couto, que se dedica ao samba e ao choro há mais de 15 anos, prossegue em campanha de financiamento coletivo para a gravação de um CD Ainda há tempo para você contribuir , mas o prazo para contribuições termina no próximo sábado (15). 

A campanha de financiamento esta sendo feita através do site Catarse, onde os contribuintes escolhem o melhor valor e a melhor recompensa que serão totalmente revertidos na gravação do novo álbum. Acesse: www.catarse.me/gisellecouto . Participe, contribua, valorize os artistas mineiro e a boa musica feita nas Minas Gerais.

Em 2016, Giselle gravou o primeiro registro fonográfico, um EP com cinco faixas autorais. Depois de dois anos trabalhando esse disco, chega a hora de um novo projeto que contará com a direção e arranjos de Thiago Delegado.

BELO HORIZONTE - 121 ANOS. UM BELO CASO DE AMOR.

Hoje, 12 de dezembro, a cidade de Belo Horizonte completa 121 anos. O Clube do Choro de Belo Horizonte celebra esta data e faz sua homenagem a esta cidade que se tornou destaque no mundo do Choro, pela qualidade dos seus compositores, instrumentistas e cantores, grupos musicais e redutos do choro ao vivo. Viva o Choro e Viva BH! 


"Um belo caso de amor" - Música de Geraldinho Alvarenga com: Paulinho Pedra Azul, Grupo Flor de Abacate, Geraldinho Azevedo e o Clube do Choro de BH. 
Registro de 2007 - Show Teatro Marília. (Via: Amilton C. de Faria )

Roda do Padreco se apresenta na Casa Ali, com entrada franca. EVENTO ADIADO



A Roda do Padreco, grupo de choro formado pelos estudantes de música da UEMG, se apresenta nesta sexta (14), na Casa Ali. O espaço é um lar cultural com o objetivo de promover a conexão entre diferentes manifestações artísticas e culturais na cidade de Belo Horizonte, além de promover a conexão e troca entre as pessoas e suas mais diferentes maneiras de expressão.
A apresentação tem entrada franca. Convide seus amigos, chame sua família e programe-se para curtir um chorinho nota 10.

SERVIÇO
Roda do Padreco na Casa Ali
Data: 14 de dezembro (sexta)
Horário: 19 horas
Local: Rua Esmeralda, 545 A - Prado
Entrada: franca com  retirada de ingresso gratuitamente no site da GoFree.
Local sujeito a lotação.

11 de dezembro de 2018

Clube do Choro de BH marcando presença nas comemorações dos dez anos do Centro Cultural Padre Eustáquio.


Grupo de músicos do Clube do Choro de BH se apresenta no Centro Cultural Padre Eustáquio - Foto Divulgação CCPE

O Clube do Choro de BH marcou presença nas comemorações dos dez anos do Centro Cultural Padre Eustáquio, se apresentando no último sábado (8) para uma plateia seleta e muito animada.
A programação comemorativa teve início no dia 5 e continua com atrações até dia 12 deste mês. 
O Centro Cultural Padre Eustáquio fica localizado na Rua Jacutinga, 821, no bairro Padre Eustáquio. Programe-se e participe.

Clube do Choro de BH se apresenta sob comando de Acir Antão na XVI Feira de Artesanato de Sabará.


Nos dias 14, 15 e 16 deste mês acontece a 16ª edição da Feira de Artesanato de Sabará. A feira terá cerca de 100 artesãos que apresentarão peças de arte sacra, têxtil, artigos de decoração e acessórios. O artesanato típico de Sabará, como a renda turca de bicos e a palma barroca serão destaques no espaço. Além das produções artesanais, a feira contará também com espaço gastronômico, shows e apresentações culturais. 
Entre as atrações, destacamos a apresentação do Clube do Choro de BH, sob o comando de Acir Antão. O show com entrada gratuita acontece no próximo domingo, às 10 horas, na Praça de Esportes.

XVI Feira de Artesanato de Sabará apresenta: Acir Antão e Clube do Choro de BH
Data: 16 de dezembro (domingo) 
Horário: 10 horas
Local: Praça de Esportes de Sabará 
Acesso gratuito
Informações para o público: Secretaria de Cultura (31) 3674-1561 / 3672-7862

10 de dezembro de 2018

Clube do Choro de BH promove no próximo domingo sua festa de congraçamento de fim de ano para os associados e amigos.


O Clube do Choro de BH promove, no próximo domingo (16), sua festa de final de ano para congraçamento entre associados e amigos. O evento acontecerá nos salões do Automóvel Clube de BH, a partir das 12 horas.
A programação incluirá almoço, atrações musicais, presentes individuais e sorteios de  vários brindes para os associados que comparecerem.
O associados receberão um voucher que lhes permitirá o acesso com um acompanhante. O convite individual, para convidado extra, terá o custo de R$80,00 (oitenta reais) e estará à venda na portaria do evento ou poderá ser adquirido antecipadamente no escritório da sede do Clube do Choro de BH.
A presença de todos os associados é esperada. Não falte e programe-se para mais uma festa com muita alegria e celebração das boas e velhas amizades.

FESTA DE CONGRAÇAMENTO
Data: 16 de dezembro - domingo
Horário: de 12 às 17 horas
Local: Automóvel Clube de Belo Horizonte - 3º andar - Entrada pela pela Av. Álvares Cabral, nº 45 - Centro (Disponível elevador e rampa).

7 de dezembro de 2018

Prestigio e acolhimento do público mantem roda de choro às sextas feiras, no bar Brasil 41.

Grupo de Choro Regional da Serra - Foto: divulgação
A roda das sextas feiras, no bar Brasil 41 continua firme e forte, graças ao prestígio e acolhimento do público. E hoje, a partir das 19 horas, os músicos do Regional da Serra prometem repetir a dose de boa música com o melhor do Chorinho. 
Daniel Toledo no violão 7 cordas, Pedro Alvarez na flauta transversal, Pablo Dias no cavaquinho, Daniel Nogueira no pandeiro e os convidados que sempre aparecem ao longo da noite para somar na boa música esperam por você.
SERVIÇO
Roda de Choro com Regional da Serra 
Data: 07 de dezembro (sexta)
Horário: 19 horas
Local: Bar Brasil 41 - Avenida Brasil, 41 - Santa Efigênia - BH 
Couvert: contribuição espontânea para a caixinha dos músicos

6 de dezembro de 2018

Chorinho na calçada do Redentor.

Hoje, o Chorinho toma conta da calçada musical do Bar Redentor Savassi. A partir das 19 horas, os clássicos podem ser acompanhados com alegria e chopp gelado. Programe-se e reúna os amigos.

SERVIÇO
Roda de Choro no Bar Redentor
Data: 06 de dezembro (quinta)
Horário: a partir das 19 horas
Local: Rua Fernandes Tourinho, 500
Couvert artístico: R$5,00
Informações: (31) 3284-1175

Quinta com Chorinho no Botequim Sapucai.

Como acontece todas as quintas, o Botequim Sapucaí se prepara para receber os amantes do Chorinho para um programa especial com o Grupo Brasil Musical. O grupo toca um repertório de primeira e a casa oferece um cardápio variado e de bom gosto. Programe-se e chame os amigos.

SERVIÇO
Chorinho no Bar Sapucaí
Data: 06 de dezembro- quinta-feira
Horário: 19h30
Local - Bar Sapucaí - Rua Sapucaí 523, bairro Floresta - BH
Informações: (031) 25168801 - fecebook/botequimsapucai

5 de dezembro de 2018

Choro Nosso na roda do "O Muringueiro".

Nesta quinta, a tradicional roda de Choro do grupo "Choro Nosso" esquenta  a noite no bairro da Graça. Marcela Nunes na flauta, Renato Muringa no cavaquinho, Daniel Guedes no pandeiro e Sílvio Carlos no violão 7 cordas  garantem um repertório de primeira. Programem-se.

Serviço
Choro Nosso - Roda de Choro
Data: 6 de dezembro (quinta)
Horário: 19 horas
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416- Bairro da Graça
Reservas e informações: (31) 99319-5525

4 de dezembro de 2018

Choro Amoroso de volta às origens.


O percussionista Túlio Araújo leva o seu grupo Choro Amoroso de volta às origens, em uma apresentação única na DO AR. Túlio será acompanhado de Augusto Cordeiro no Violão, Sergio Danilo no Clarinete, Bruno Teixeira na Flauta e Pablo Malta no Bandolim. O show acontece nesta terça, a partir das 20 horas.

Formado em 2018, o grupo começou a se apresentar semanalmente na fase experimental da casa mais charmosa da cidade, mesclando um ambiente relaxante e fora da rota tradicional da noite belorizontina com a modernidade da proposta de misturar choro e jazz. 

Esta é a primeira apresentação de Túlio Araújo e sua turma na nova DO AR, que foi inaugurada com novas propostas em outubro. O “Amoroso” no nome vem da rua onde fica a DO AR - por isso, será um show pra rever os amigos e fãs que curtem o projeto desde o começo. Programe-se. Será uma noite especial com certeza. 

SERVIÇO
Túlio Araújo e o Choro Amoroso
Data: 4 de dezembro - (terça-feira)
Horário: 20 horas
Local: Do Ar - Rua Amoroso Costa, 32 - Santa Lúcia
Ingressos: R$10,00
Informações: (31) 99413-4111


"MEU PRIMEIRO ENCONTRO COM DINO SETE CORDAS"

No ano do centenário do grande mestre das 7 cordas, o pesquisador Angelo Zaniol presta sua homenagem a Horondino José da Silva, através de crônica escrita em 2007.

Dino 7 Cordas. Foto: acervo pessoal Angelo Zaniol
Neste ano, quando celebramos o centenário do violonista Horindino José da Silva, mais conhecido como Dino Sete Cordas, diversas manifestações programadas ou de improviso amoroso, como esta que publicamos hoje, dão conta da genialidade humana e artística do grande mestre que nos deixou em maio de 2006.
Mas antes de partir para o palco superior, aos 88 anos, Dino deixou marcas dedilhadas em muitos discípulos e amigos que não poupam admiração, quando o assunto é prestar sua reverência àquele que será sempre um grande mestre.

Recentemente, o italiano Angel Zaniol (cujos atributos somados como professor, historiador, organólogo, compositor, arranjador, instrumentista, luthier e pesquisador lhe conferem admirável conhecimento e declarado apreço pela obra dos grandes compositores brasileiros) nos encaminhou, autorizando a publicação da história que hoje disponibilizamos para os leitores. Na crônica escrita em 2007, na cidade de Castelfranco Veneto (Itália), Zaniol descreve a experiência do seu primeiro encontro, em 1995, com o mestre das sete cordas.


MEU PRIMEIRO ENCONTRO COM DINO SETE CORDAS
(por: Angelo Zaniol - Junho de 2007)


Um dos maiores representantes da MPB que encontrei, foi seguramente Dino Sete Cordas. Pude conhecer pessoalmente este sumo Mestre durante minha estada no Rio de Janeiro em 1995. Foi meu caríssimo amigo Milton Varela Vilas, um advogado carioca infelizmente recém-falecido prematuramente, quem me apresentou ao Mestre, com quem ele tinha uma grande intimidade, pedindo-lhe para dar-me algumas aulas sobre a arte de compor aquelas deliciosas baixarias que são uma das melhores atrações da MPB da Época de Ouro. Tratava-se de um assunto que eu anelava desde há muito tempo esclarecer. 

O velho violonista me disse com tocante candura que ele não sabia nada dessa “arte”; ele só sabia improvisar de instinto as baixarias de qualquer melodia, mesmo se ele a ouvia pela primeira vez. Para convencer-me, ele pegou um cavaquinho (instrumento que então eu tocava bastante bem) e, colocando-o em minhas mãos, me convidou a tocar para ele um dos meus choros (claramente o Milton o tinha informado que eu compunha músicas “brasileiras”). Toquei Não me Sai da Cabeça!, um choro meu dedicado a Pixinguinha [v. https://www.youtube.com/watch?v=yql2dTIIxEE ], harmonicamente bastante complexo. O Dino ouviu em silêncio do começo ao fim uma só vez , e disse que minha peça era agradável e sobretudo original: “Nunca antes ouvi um choro semelhante ao seu, e veja que eu toco choros há uns sessenta anos”, exclamou ele. Logo depois começou a tocá-lo comigo, improvisando com estupefaciente naturalidade no seu violão de sete cordas as baixarias mais encantadoras que a gente pudesse ouvir: contracantos de uma beleza incomparável que tornavam minha musiquinha uma coisa completamente diversa, uma obra-prima, e isso somente graças à contribuição do Dino! O Mestre tocou o meu choro quatro ou cinco vezes de enfiada e cada vez com baixarias sempre novas e totalmente diversas. Uma experiência exaltante e inesquecível para mim! 

Não me sai da cabeça! Composição de Angelo Zaniol

Eu quis aproveitar essa ocasião única para perguntar ao Dino se aqueles prodigiosos duetos que ele gravou em 1991 com Raphael Rabello (CD CAJU MUSIC 849521-2) foram preparados em todos os detalhes e ensaiados antes de gravá-los. O Mestre me assegurou com muito calor que os duetos em questão foram praticamente improvisados no último momento perante os microfones e gravados uma só vez. Aliás, o Raphael, gênio desregrado como nenhum outro, não queria saber de ensaios nem de repetições! Pessoalmente acho que esses duetos são a melhor prova do que a genialidade em estado de graça é capaz de produzir para nossa felicidade. Agora os dois gigantes das cordas brasileiras estão ambos no céu dos músicos em ótima companhia e decerto o bom Deus ficará mesmo encantado em ouvi-los improvisar um sem fim de choros, valsas, jongos, etc., com músicos do quilate de Pernambuco, Garoto, Dilermando, Luperce, Jacob, Waldir e tantos outros. No meu arranjo para trio (cavaquinho, flauta e violão) de Sons de Carrilhões [ v. https://www.youtube.com/watch?v=L7sa_JY-b9s ] há uma minúscula homenagem ao grande Dino: no compasso 12 a pequena escala cromática do baixo acha-se idêntica no disco supracitado, uma das suas pérolas que eu quis “roubar” e engastar no meu arranjo. 

“Sons de carrilhões”, Maxixe-Choro, autoria de João Pernambuco.
Arranjo de Angelo Zaniol per trio cavaquinho, flauto e chitarra.

Há alguns meses, na esteira dessas doces recordações, eu quis saber algo mais sobre as circunstâncias do falecimento do Dino, ocorrido no ano passado, precisamente a 27 de maio de 2006. Com grande surpresa minha eu li num site a seguinte notícia: «O violonista Dino Sete Cordas, ex integrante do Época de Ouro, morreu nesta madrugada, em consequência de uma pneumonia. Ele tinha 88 anos e estava internado no Hospital do Andaraí, na zona norte do Rio. […]. Como Dino estava sem dinheiro para pagar um plano de saúde - o Hospital do Andaraí é da rede pública - músicos como Beth Carvalho, Paulinho da Viola e colegas do Época de Ouro haviam se unido para organizar um show para arrecadar fundos e ajudá-lo. Apesar da morte de Sete Cordas, a apresentação, que tem o apoio da Petrobras, será realizada terça-feira, às 19h30, no Teatro Carlos Gomes. Os organizadores decidiram mantê-la como forma de homenagear o músico. A arrecadação será destinada a sua família.» [os caracteres em “negritos” são meus]. 

Estas palavras logo encheram minha alma de uma tristeza indizível e meus olhos de lágrimas! Eu não podia acreditar que o grande Dino, a saber uma das maiores glórias da cultura brasileira, após uma longa vida toda dedicada à música do seu país, com êxitos da mais alta qualidade e nobreza, tinha acabado a sua existência terrena sem dinheiro, para si mesmo e para a sua família, e ainda pior, num Hospital da rede pública! 

Seja como for, a profunda dor que me deu essa notícia, despertou em mim o desejo de tributar ao menos uma derradeira homenagem pessoal ao Dino, o músico celestial que um dia dignou-se tocar comigo, simples amador estrangeiro de meia-tigela, um dos meus choros. Lembrei-me então que João Pernambuco (outro músico brasileiro de primeira água ignominiosamente maltratado pelos seus contemporâneos; o Dino o admirava muitíssimo, ou melhor, o venerava) nos deixou, além do Sentindo, um segundo lindíssimo tango intitulado Lágrimas, que ele gravou em 1926 junto com o jovem Rogério Guimarães (violonista de enorme talento, hoje porém quase esquecido: felizmente no IMS podemos ouvir várias estupendas gravações dele). Deste tango, foi publicada em 1978 pela Ricordi Brasileira uma partitura com a revisão de Henrique Pinto, revisão que não é desprezível mas, a meu aviso, não faz justiça à esta página. 

Angelo Zaniol, no jardim de sua casa,
em 1994, tocando o cavaquinho que
fabricou sem ter ainda visto  um
 instrumento original. Foi com este instrumento
 que compôs  muitas das "peças brasileiras".
Portanto, decidi compor em homenagem ao Dino um arranjo especial do tango Lágrimas, quero dizer inspirado à maneira inconfundível do Dino de tocar contracantos, às vezes de tipo bachiano. Escolhi uma estrutura com quatro vozes reais, que cantam todas segundo as regras do contraponto dito “florido”, o mais difícil de realizar com bom efeito. Entreguei todavia as quatro vozes a três instrumentos só, duas guitarras acústicas e um violão, para obter um amálgama sonoro homogêneo. As guitarras acústicas foram preferidas para as duas vozes superiores por causa do seu timbre mais incisivo e também para evocar o som dos violões no tempo de João Pernambuco, quando esses instrumentos tinham cordas metálicas, de ferro ou de aço, como se ouve nas gravações originais daquela época. Os músicos populares de então andavam todos tesos e as mais requintadas cordas de tripa, além de serem muito frágeis, custavam os olhos da cara. Mesmo o Dilermando Reis, que nos seus anos de glória não tinha decerto problemas econômicos, nunca quis abandonar as cordas metálicas da sua juventude sem um tostão, quando foi acolhido por algum tempo no modesto quarto de João Pernambuco, seu ídolo, que, apesar da sua pobreza, tinha um coração de ouro. 

Não sei se meu trabalho, realizado em apenas poucas horas e quase em estado de transe, como se minha mão fosse guiada por uma presença invisível, é objetivamente bom e sobretudo digno dos grandes músicos que tenciono homenagear. Pessoalmente, por uma vez, me sinto satisfeito com o resultado do meu trabalho, tendo a sensação do que lá em cima o bom João e o bom Dino, agora juntos pela eternidade no reino da paz, ficam ambos contentes com essas Lágrimas surgidas nos olhos de um humilde admirador tão afastado deles no tempo, no espaço e ainda mais no talento artístico. Lágrimas para lamentar o amargo destino de dois puros artistas que tanto deram à humanidade, recebendo, pela maldade dos homens, pouco ou nada em troca [ v. https://www.youtube.com/watch?v=iCzVUeizW4c ]. 

Lágrimas - Tango - Composição de João Pernambuco Arranjo de Angelo Zaniol per Trio di chitarre



3 de dezembro de 2018

Giselle Couto prossegue com a campanha de financiamento coletivo para produção do seu novo CD. Saiba como participar.

Giselle Couto em produção do seu novo CD. Foto: divulgação
A cantora e compositora mineira Giselle Couto, que se dedica ao samba e ao choro há mais de 15 anos, lança campanha de financiamento coletivo para a gravação de um novo disco.
Em 2016, Giselle gravou o primeiro registro fonográfico, um EP com cinco faixas autorais. Depois de dois anos trabalhando esse disco, chega a hora de um novo projeto que contará com a direção e arranjos de Thiago Delegado.
A campanha de financiamento esta sendo feita através do site Catarse, onde os contribuintes escolhem o melhor valor e a melhor recompensa que serão totalmente revertidos na gravação do novo CD. A Campanha tem prazo ate dia 15 de Dezembro. 
Participe, contribua, valorize os artistas mineiro e a boa musica feita nas Minas Gerais.


link da campanha: www.catarse.me/gisellecouto



Grupo Pé de Moleque homenageia centenário de Jacob do Bandolim no Palco do Teatro Central, em Juiz de Fora.

Depois da homenagem a Geraldo Pereira por seu centenário, realizada em novembro, chegou a vez dos músicos de Juiz de Fora celebrarem o centenário de Jacob do Bandolim. Será amanhã (04), terça-feira, no palco do Cine Teatro Central, às 18h30min, com o grupo formado por Cazé Santos (bandolim), Caetano Emanuel Brasil (clarinete), Wellington Duarte (violão), Armando Junior (violão), Fabrício Nogueira Visceral (cavaquinho) e Márcio Gomes (pandeiro). 
A entrada é franca, basta retirar seu ingresso na bilheteria.



SERVIÇO
Grupo Pé de Moleque - Show em homenagem a Jacob do Bandolim
Data: 04 de dezembro 9 terça feira)
Horário: 18h30
Local: Cine Teatro Central - Praça João Pessoa, s/nº – Calçadão da Rua Halfeld – Centro - Juiz de Fora – Minas Gerais
Entrada: Franca - mediante retirada de ingresso na bilheteria