28 de abril de 2017

“Assanhado Quarteto" leva seu Choro Contemporâneo para o Memorial Vale.

Repertório é do álbum de estreia,“Feira”, que traz um choro com muita personalidade, inovação e brasilidade. Show acontece no sábado (29/4), com entrada gratuita.


Assanhado Quarteto - Foto: Bruna Brandão

O grupo Assanhado Quarteto comemora seus cinco anos de existência com o show, "Feira", no Memorial Vale, no sábado (29/4), às 16h. No repertório, obras do primeiro disco, homônimo e com arranjos próprios desenvolvidos durante a sua trajetória. Numa apresentação vibrante e calorosa, o grupo oferece suas cores e temperos regados de brasilidade. O show, que ainda conta com a participação especial do bandolinista Marcos Frederico e do guitarrista PC Guimarães, tem entrada gratuita, sujeita a lotação. O Memorial Vale fica Praça da Liberdade, 640.

Formado por André Milagres, Lucas Ladeia, Rodrigo Heringer e Rodrigo Magalhães, o grupo surgiu a partir de uma proposta coletiva de execução do repertório de choro com uma formação pouco convencional, utilizando instrumentos como o baixo-acústico, a bateria, a guitarra e o vibrafone, somados aos tradicionais violão de sete cordas e cavaquinho. A partir da criação do Assanhado Quarteto, em 2011, seus integrantes passaram a arranjar e compor peças que combinassem com a instrumentação proposta, valendo-se de uma concepção estética singular dentre os que lidam com o gênero no Brasil.

Desde então, vem se apresentando constantemente nos principais palcos e festivais de Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais. Também realizou diversas apresentações no Rio de Janeiro e em 2016 realizou a primeira turnê internacional, se apresentando em Portugal nas cidades de Porto, Lisboa, Almada e Cascais, e na França, em Paris.

“Feira”, show que o grupo irá levar ao Memorial Vale tem no repertório: Tilho no choro, Atreva-se, Ao Mestre, Bambolê, Maíra, Cocada Preta, Do Avarandado, Dia Bom, Trevithick Way, Assanhado e Os Oito Batutas.

Assanhados premiados
Os integrantes do Assanhado Quarteto foram premiados em diversos concursos direcionados à música instrumental em Belo Horizonte, a exemplo do Jovem Músico BDMG, Jovem Instrumentista BDMG e Festival Choro Novo. Em 2012 o grupo levou a segunda colocação no primeiro Festival Música Nova/Chorinho, de Santa Bárbara, MG.

SERVIÇO
Contemporâneo apresenta: show com Assanhado Quarteto 
Data: 29 de abril, sábado
Horário: 16h
Local: Memorial Minas Gerais Vale - Praça da Liberdade, 640, esq. Gonçalves Dias 
Entrada Gratuita

OBRIGADO SANTA TEREZA.

"Coreto de Santa Tereza" - Aquarela de Maíra Onofri


SANTA LEMBRANÇA

Por: Hamilton Gangana

O mestre Pixinguinha (1897/1973) estava completando 120 anos de nascimento, era também o Dia Nacional do Choro, 23 de abril - um domingo de manhã clara, sol leve e clima agradável, e uma pequena multidão assistia ao tradicional programa do Acir Antão, transmitido ao vivo pela Itatiaia, de um palanque armado pelo SESC, na praça Duque de Caxias, em Santa Tereza. Grupos de choro e samba de São Paulo, Rio e BH se apresentaram em sequencia e a plateia fazia coro, relembrando memoráveis sucessos da música popular brasileira, imortalizados por grandes ídolos, fechando as festividades da semana, programadas pelo Clube do Choro de BH, em 2017.
Eu estava presente naquele lugar, que conheço desde criança, e passavam pela minha cabeça, alguns fatos, comemorações , nomes de pessoas, acontecimentos e lembranças dos meus tempos de morador, vividos no bairro onde nasci e tive o privilégio de ser criado.

Meu pai, o Sargento Gangana (1905/1974), serviu no Quinto Batalhão da PM, era chefe de família com muitos filhos (foram quinze irmãos) e moramos em várias casas alugadas, na rua Conselheiro Rocha, na praça Duque de Caxias, na rua Formosa, na Salinas e, por último, na Alvinópolis. Fiz o primário no José Bonifácio, dirigido pela professora Maria Suzel de Pádua e minhas professoras de classe foram dona Geny, dona Carmem, dona Elisabeth e dona Hilda, esta moradora do bairro e casada com o coronel José States do Valle. É impossível esquecer as festas do grupo escolar e das missas do pároco José Taitson e suas inflamadas preleções no púlpito; da espera do pão quentinho e cheiroso nas Padaria Seleta e Santa Tereza; da banda da Quinto Batalhão (onde está o Colégio Tiradentes), executando dobrados no coreto e tocando em marcha pelas ruas; das festas juninas com fogueira e panelões de canjica, dança de quadrilha, queima de Judas e o pau de sebo; das animadas barraquinhas que levantavam contribuições para construção da parte de cima e das duas torres da igreja; dos filmes seriados nas matinés dominicais; da pensão de dona Maria Toledo, na rua Mármore, que servia almoço a militares; das peladas e do bente altas no campo do quartel; do carnaval puxado pelo bloco “Eu não rapo nada” e a febre dos blocos caricatos; da arrumação de ruas com folhas e enfeites, madrugada a dentro, para a passagem solene da procissão do enterro, na sexta-feira Santa.

Santa Tereza era o máximo, tinha de tudo, como uma pequena cidade do interior e todos se conheciam. Tinha um bom carnaval e um respeitado time de futebol, campeão amador, anos seguidos e o teatro Ideal criado pelo dentista prático, seu Manoel Teixeira; o enorme cine Santa Tereza; as festas religiosas, serestas, casas de dança, o footing na pracinha, muitos bares, música e boemia sadia. As festas familiares eram sempre invadidas pelos penetras, entrava um de cada vez. E quem não possuía bicicleta, alugava a sua no Corino. Entreguei roupas na Tinturaria Santa Tereza; pães da Padaria Seleta e amarrei feixes de lenha na Lenharia Oliveira, para ganhar uns trocados; a gente produzia os próprios carrinhos de rolimã e patinetes para rodar no asfalto, e também as simplórias tábuas de sebo, que deslizavam, perigosamente, pelas ruas íngremes, sobre o calçamento de pedras.

Era moda um esporte muito perigoso, praticado entre os jovens: o desafio de saltar do bonde em movimento. E outra aventura corajosa era viajar de trem, clandestinamente, até Sabará, para nadar e passear. Os meninos conheciam de vista e morriam de medo da fama de malvado do Zé Prego, um negro esguio que dava muito trabalho à sua família, ao ser preso, várias vezes, por praticar pequenos furtos. Na rua Formosa, o caolho “dem-dem”- que vai à missa e logo vem. E João Lana, um alcoólatra popular, que tomava umas e outras e saía cambaleando pelos passeios, recitando frases de efeito: - “Quem bebe, morre. Quem não bebe, morre também. Então, vamos beber”...

Mais tarde, os músicos da família do jornalista Salomão Borges – Márcio, Telo , Marilton - mais o Fernando Brant (1946/2015), Toninho Horta, Beto Guedes e Milton Nascimento, criaram o badalado Clube da Esquina, ( Paraisópolis com Divinópolis), movimento musical que ajudou muito a divulgar e valorizar a veia musical do bairro, mundo afora.

E Santa Tereza sempre foi considerado um bairro bom pra morar, alegre, festivo e familiar, mesmo convivendo com um problema crônico, a eterna falta de água nas torneiras. A água era disputada em caminhões pipa da Prefeitura. O problema só foi resolvido na administração do prefeito- engenheiro Celso Melo Azevedo (1915/2004), que cumpriu a promessa de campanha, como anunciava a repetida frase musical no jingle do rádio: - “Minha casa falta água, minha rua não tem condução... Celso Azevedo é a solução”... (voz) - Celso Azevedo, o primeiro filho de Belo Horizonte a governar sua terra natal”... 
Foi a estreia do meu orgulhoso título de eleitor, em 1955.
Hamilton Gangana é associado e Conselheiro do Clube do Choro de BH

27 de abril de 2017

Show de encerramento da Semana Nacional do Choro reúne grandes artistas para comemora os 120 anos do mestre Pixinguinha.


Com muita festa e alegria, o Minas ao Luar - Especial Semana Nacional do Choro levou grandes atrações a diferentes espaços da cidade e mobilizou milhares de pessoas  para ouvir e apreciar de perto este autêntico gênero musical brasileiro.
O show de encerramento aconteceu no domingo (23), levando um grande público à Praça Duque de Caxias (Santa Tereza) para comemorar, carinhosamente, o aniversário de 120 anos do mestre Pixinguinha e celebrar, mais uma vez, a paixão pelo Choro.

Durante a Semana, vários grupos e instrumentistas de destaque percorreram os tradicionais redutos do Choro em BH, interpretando os clássicas do Choro e composições de mestres mineiros. O Bar do Salomão, Restaurante Maria das Tranças, Bar do Caixote, Bar do Bolão (Botequim Vila Rica), Dalva Botequim Musical e o Pedacinhos do Céu foram palco para concorridos shows, no período de 17 a 22 de abril.

A festa de encerramento, na manhã do domingo, apresentou ao público outras grandes atrações como As Choronas, Henrique Cazes, Silvério Pontes, Grupo Flor de Abacate e Clube do Choro de BH. Para encerrar a Semana, que teve o Trombone de Vara como grande homenageado, um super naipe de trombonistas se reuniu no palco para promover um momento inesquecível e arrancar calorosos aplausos da platéia.
A Semana Nacional do Choro foi uma parceria entre o SESC MG e o Clube do Choro de Belo Horizonte,

Entre outras atrações, Hélio Pereira, Wesley Procópio, Alaércio Martins, Sampaio (homenageado), Leonardo Brasilino, Marcos Flávio e Marcelo Pereira compuseram o grande naipe de trombonistas . O Show ainda contou comparticipações especiais de Henrique Cazes (cavaquinho) e Silvério Pontes ( Trompete)

Para ouvir de perto grandes instrumentistas interpretando o melhor do Chorinho, o público lotou a praça, no bairro Santa Tereza.

Clique na imagem abaixo e reveja momentos dessa semana muito especial.
Álbum de fotos da Semana Nacional do Choro 2017


26 de abril de 2017

E o Tião continua chorando...


As noites de quinta continuam com muito chorinho no Tião Camaleão Bar Cultural, oferecendo um repertório de primeira e alegria de sobra. E amanhã, 27 de abril, não poderia ser diferente: a excelente roda de Choro está aberta das 18h30 às 23h00. 
E quem chegar cedo ainda pode aproveitar, até as 20 horas, uma super promoção para molhar a garganta. O bar Tião Camaleão fica na rua Pará de Minas, nº 85, bairro Padre Eustáquio e a entrada é franca.

22 de abril de 2017

Dia Nacional do Choro será comemorado com super show em BH.

O ENCERRAMENTO DO MINAS AO LUAR-ESPECIAL SEMANA NACIONAL DO CHORO ACONTECE AMANHÃ E REÚNE GRANDES INSTRUMENTISTAS EM SHOW NA PRAÇA DUQUE DE CAXIAS.

Grandes instrumentistas se presentam na festa de encerramento da Semana Nacional do Choro 2017.

Neste domingo, 23 de abril, o super show de encerramento do Minas ao Luar - Especial Semana Nacional do Choro acontece a partir das 9 horas, na Praça Duque de Caxias, em Santa Tereza. Com atrações imperdíveis e entrada gratuita, a programação terá transmissão ao vivo pela Rádio Itatiaia, no comando do comunicador e Presidente do Clube do Choro de BH, Acir Antão. 

Nesta grande festa do Choro, sobem ao palco instrumentistas de renome do cenário da música brasileira e mineira: Choronas (SP), Grupo Flor de Abacate (MG) convida Henrique Cazes (RJ), Clube do Choro de BH convida a dupla Zé da Velha e Silvério Pontes, além de um super naipe de trombonistas formado por  Marcelo Ribeiro, Marcos Flávio, Wesley Procópio, Leonardo Brasilino, Alaécio Martins e Hélio Pereira.

Programe-se e comemore com o Clube do Choro de BH e o SESC MG o Dia Nacional do Choro.



Semana Nacional do Choro chega ao reduto mais tradicional do Chorinho, em BH: hoje tem show no Pedacinhos do Céu.


Neste sábado, 22 de abril, as atrações da Semana Nacional do Choro chegam ao reduto mais tradicional do Chorinho na capital. O show hoje acontece no bar Pedacinhos do Céu, com apresentações dos músicos do Clube do Choro de Belo Horizonte que  convidam o trombonista Hélio Pereira e contam com participação especial da dupla Zé da Velha e Silvério Pontes. O grupo Pedacinhos do Céu e o anfitrião Ausier Vinícius também compõe o programa, oferecendo uma grande festa que tem início às 19h30, com entrada gratuita e sem cobrança de couvert artístico.

HÉLIO PEREIRA,  sócio fundador do Clube do Choro de BH é considerado um dos nossos mais respeitáveis multi-instrumentistas. Com repertório variado, principalmente de Choro, e participação garantida em eventos musicais de primeira linha, fez parte de inúmeras gravações de LPs e CDs consagrados, especialmente com o grupo do próprio Waldir Silva e atuou nos Conjuntos Os Marajós, Autentic Jazz Band e Nova Diex Band. Por muito tempo, Hélio foi também o 2º trombone da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), onde se aposentou. Dono de um sopro inconfundível é também autor de várias composições.

ZÉ DA VELHA E SILVÉRIO PONTES
Nascido em Sergipe, Zé da Velha (José Alberto Rodrigues Matos) foi influenciado musicalmente pelo pai, alfaiate profissional e flautista e saxofonista amador. Já morando no Rio, aos 15 anos começou a tocar trombone, primeiro de pistão, mais tarde de vara. Logo cedo se enturmou com músicos de gafieira, sambistas e chorões da Velha Guarda, de onde veio o apelido que virou nome artístico.  O trompetista Silvério Pontes, 20 anos mais jovem que Zé da Velha, transita pela área do Choro e tocou ao lado de artistas como Luiz Melodia, Tim Maia, Elza Soares e integra o naipe de metais do grupo de reggae Cidade Negra. A parceria entre Silvério e Zé da Velha começou em 1991, e deu tão certo que os dois passaram a se apresentar juntos e em 1995 gravaram o disco "Só Gafieira", indicado para o prêmio Sharp. Em 1999 veio o segundo CD, "Tudo Dança — Choros, Maxixes, Sambas", trazendo faixas como "Bole Bole" (Jacob do Bandolim), "O Bom Filho a Casa Torna" (Bonfiglio de Oliveira) e "Pra Machucar Meu Coração" (Ary Barroso). No ano seguinte veio "Ele e Eu", com repertório de choros e sambas.

SERVIÇO
Semana Nacional do Choro 2017
Atração: Clube do Choro de Belo Horizonte convida o trombonista Hélio Pereira , Zé da Velha e Silvério Pontes, Grupo Pedacinhos do Céu
Data: 22 de abril 2017 (sábado)
Horário: 19h30
Local: Bar Pedacinhos do Céu (Rua Belmiro Braga, 774- Bairro Alto Caiçara. BH)
Informações: (31) 3462-2260 e (31) 8899-6624
Entrada gratuita - Sem cobrança de couvert artístico


21 de abril de 2017

Conjunto Isto é Nosso, Clube do Choro de BH e Alaécio Martins se apresentam hoje, prometendo mais uma noite especial na Semana Nacional do Choro.


Conjunto Isto é Nosso - Foto: Bendita
A Semana Nacional do Choro promove nesta sexta, mais uma noite com atrações especiais. Se apresentam no palco do Dalva Botequim Musical, o conjunto Isto é Nosso e os músicos associados do Clube do Choro de BH com a participação especial do trombonista Alaécio Martins. O show inicia às 19h30. A entrada  é gratuita e sem cobrança de couvert artístico.

O Conjunto Isto é Nosso, que inicia o show desta noite, é formado pelos músicos Thiago Balbino (bandolim), Gustavo Monteiro (violão 7 cordas), Artur Padua (violão), Daniel Nogueira (cavaquinho), Ronaldo Pereira (pandeiro) e Pedro Alvarez ( flauta). O grupo vem se destacando no cenário de Belo Horizonte por cultivar a maneira peculiar de executar o Choro, em que os violões de sete e seis cordas dialogam em contrapontos e, junto ao ritmo do cavaquinho e do pandeiro, formam a base perfeita para que o bandolim e a flauta solem a melodia. No repertório, o conjunto rende homenagens aos grandes mestres, como Pixinguinha e Jacob do Bandolim.

O trombonsita Alaécio Martins sobe ao palco na sequencia, como convidado especial do Clube do Choro de BH.  Sua participação, com seu trombone de vara,  promete fazer a noite ainda mais especial  na execução do melhor do Chorinho. 
Alaécio Martins - Foto: Siele Barbosa
Alaécio iniciou seus estudos musicais na Banda Mirim, em Diamantina - MG. Graduou-se Bacharel em Trombone/Música pela Universidade Federal de Minas Gerais e é Mestre em Ensino das Práticas Musicais. Atuando na área de música popular e também erudita, foi trombonista da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais entre 2007 e 2016. Integrou diferentes grupos de música instrumental, como: Mistura Orquestra, grupo de choro Corta- Jaca, as bandas de gafieira Senta a Pua e H-Fieira. Atualmente, desenvolve pesquisa do Choro escrito para bandas de música em Minas Gerais e integra a Orquestra Já Te Digo, grupo dedicado a interpretar arranjos originais de Pixinguinha, bem como, de integrantes do grupo. Tem participado de vários festivais de aperfeiçoamento com professores de renome no âmbito popular e erudito e atuado em shows e gravações de artistas da cena mineira e brasileira. Alaécio é um querido entre seus companheiros e para os mais chegados, ele é o Lalá, Lalá do Trombone.



SERVIÇO
Semana Nacional do Choro 2017
Atração: Conjunto Isto é Nosso e Clube do Choro de Belo Horizonte convidando o trombonista Alaécio Martins.
Data: 21 de abril 2017 (sexta)
Horário: 19h30
Local: Dalva Bar Musical ( Rua Ceará, 1568 - Savassi -BH)
Entrada gratuita - Sem cobrança de couvert artístico

20 de abril de 2017

Semana Nacional do Choro 2017: a festa hoje é no Bar do Bolão, onde tudo começou...

Leonardo Brasilino - Foto: divulgação
Nesta quinta (20), o Clube do Choro de BH prossegue com a Semana Nacional do Choro, voltando às origens de sua fundação: com festa no Bar do Bolão, onde tudo começou.
Para esta noite, o grupo de músicos do Clube do Choro de BH convida ao palco, o trombonista Leonardo Brasilino para um super show que também contará com a presença do grupo Quinto do Choro. O evento tem início às 19h30, com entrada gratuita e sem cobrança de couvert artístico.

O TROMBONE DE BRASILINO representa, nesta noite, o super time que executa com maestria o instrumento destaque desta Semana Nacional do Choro. 
Músico desde 1991, Leonardo Brasilino começou a estudar música e trombone, aos 11 anos, na Banda de Música Antônio Tibúrcio Henriques, em Santa Luzia/MG e concluiu em 2007 o Bacharelado em Trombone na Escola de Música da UFMG. 
Além de atuar como professor de Trombone, ele também integra o Coral de Trombones da UFMG, e toca como músico convidado do grupo de trombones do CEFAR – Palácio das Artes e da OSMG (Orquestra Sinfônica de Minas Gerais) desde 2002. Particpa de inúmeros concertos e montagens de óperas e no campo da música popular, já atuou em diversos grupos tais como Big Band da Pró-music/BH e da Geraes Big Band da UFMG e de bandas como Dominus, Via Expressa, Free-lance, Fire entre outras. Atualmente toca no Enxadário - Orquestra de Enxadas, o Sexteto de jazz Klatu Barada Nicto e participa do Trio Triopatí.
Longe de estar preso a um estilo pré-definido, Brasilino vai da gafieira, como integrante do Senta a Pua!, até o Carnaval, marcando presença em dois blocos, Me Beija que Eu Sou Pagodeiro e o jazzístico Magnólia. Leonardo Brasilino acaba de lançar o CD Terra Brasilinis, seu primeiro álbum autoral.

Quinto do Choro - Foto: divulgação
O QUINTO DO CHORO  surgiu em 2013 e conta, em sua formação atual, com os músicos André Oliveira, André Siqueira, Matheus Ribeiro e Fernando Ventureli. Formado com o intuito de promover uma música que fosse de inteira identidade brasileira, que nela acreditasse e valorizasse como forma de comunicação, conscientização e integração social, o grupo uniu a esse propósito, o Chorinho que traduz toda essa essência e genuinidade musical, e perdura por mais de um século na história do Brasil. O Quinto do Choro contextualiza a trajetória do Choro com momentos da história do Brasil até os dias de hoje, valorizando também as composições próprias do grupo.

SERVIÇO
Semana Nacional do Choro 2017
Atração: Quinto do Choro e Clube do Choro de Belo Horizonte convida o trombonista Leonardo Brasilino.
Data: 20 de abril 2017 (quinta)
Horário: 19h30
Local: Bar do Bolão (Rua Vila Rica, 637 - Padre Eustáquio -BH)
Sem cobrança de couvert artístico