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24 de abril de 2020

O bandolim de Marcos Ruffato vem timbrar no Palco Carinhoso.

A Semana do Choro prossegue e porque é sempre dia de reverenciar o grande Pixinguinha e os companheiros Chorões, o bandolim de Marcos Ruffato vem timbrar no Palco Carinhoso. Ele nos traz "Homenagem a Pixinguinha", uma composição de Dominguinhos e Anastásia.
Dominguinhos e Pixinguinha foram vizinhos de bairro e corriqueiramente encontravam-se para um bate papo. Da admiração e dessa convivência, surge a composição dedicada ao mestre amigo.

Marcos Ruffato é compositor, guitarrista, violonista e bandolinista.
Em 2016 venceu o Prêmio BDMG instrumental (principal prêmio dedicado à música instrumental mineira), tocando composições e arranjos autorais ao bandolim, instrumento recém herdado do avô.
Como consequência do prêmio, realizou uma série de shows, chegando a gravar o programa Instrumental SESC Brasil (SESC Consolação, SP). Foi facilitador do Segundo Seminário Euro Brasileiro de Choro, promovido pelo Club du Choro de Paris e pela Casa do Choro de Toulouse, em 2017. No mesmo ano, foi um dos fundadores do grupo "Choro da Mercearia", que promove semanalmente uma das principais rodas de choro de BH, no tradicional bairro de Santa Tereza.
Em 2018, deu início à produção independente do seu primeiro álbum autoral, "Vata", que é  dedicado ao seu trabalho no universo das canções. O Vata conta com a generosa colaboração de grandes músicos, dentre eles Toninho Horta, Sérgio Santos e Cristóvão Bastos,e tem previsão de lançamento para maio de 2020.

Ruffato deixa uma dedicatória especial: "dedico essa música a todo o pessoal do Choro da Mercearia, com um abraço especial pro grande professor Sílvio Carlos!"
O violonista sete cordas, Silvio Carlos é sócio fundador do Clube do Choro de Belo Horizonte e já atuou como Diretor Cultural da entidade.

Ouçam Marcos Ruffato em sua homenagem:

Dominguinhos (1941 - 2013) é o reflexo da escola do Baião implementado no mundo pelo “Rei Luiz Gonzaga”, mas que navegou por vários estilos musicais, do baião, forró pé-de-serra, chorinho, tropicália, MPB até o jazz. 

O LIVRO “Dominguinhos - o Neném de Garanhuns” traz a história de sua vida e sua obra narradas pelo pesquisador e historiador Antônio Vilela de Souza.

Viva Domingos, Sílvio Carlos e todos os Chorões. Viva o Choro!

23 de abril de 2020

O Palco Carinhoso encerra o Dia do Choro celebrando a amizade. Viva o Choro e todos os chorões!


"Carinhoso", uma das obras mais importantes da música popular brasileira, é um Choro composto por Pixinguinha em 1917 e que ganhou letra de João de Barro (Braguinha) em 1937, quando tornou-se popular na bela voz de Orlando Silva. Esta composição, considerada por muitos como o segundo hino nacional brasileiro, foi adotada como a peça de encerramento dos grandes shows promovidos pelo Clube do Choro de Belo Horizonte, ao longo desses 13 anos de existência.

Um dos muitos momentos em que Pixinguinha uniu o coração dos associados e amigos do Clube está registrado em vídeo. No show do Dia Nacional do Choro de 2007, promovido pelo Clube do Choro de BH e realizado no Teatro Marília, um grupo de instrumentistas de primeira grandeza, com participação especial do cantor associado Paulinho Pedra Azul, mais uma vez emocionou o público. 
Revejam este momento e celebrem a amizade e a saudade de tantos amigos que agora tocam em um pedacinho do Céu.



 Salve Pixinguinha, viva o Choro e todos os Chorões!

Tocando "Sensível", o cavaquinista Du Macedo celebra Pixinguinha e homenageia o Clube do Choro de BH.

Quem chega também ao Palco Carinhoso celebrando o aniversariante do dia, Alfredo da Rocha Viana Filho, é o cavaquinista, violonista e compositor, Du Macedo. E o presente que ele traz é um lindo arranjo para cavaquinho solo para uma das mais belas valsas do próprio mestre Pixinguinha: "Sensível".
Esta pérola musical foi editada pela Editora RCA Leme em 1976 e, segundo informações do MIS, foi encontrado apenas um manuscrito desta música, feito por Jacob do Bandolim que acrescentou a seguinte observação na partitura: “Cop. Autor 12/04/1938. Acompanhamento por Tute”. 

Du Macedo é licenciado em Música pela UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais, atua como professor na Escola Livre de Artes Arena da Cultura, além de participar de diversos projetos musicais como o "Beco do Choro" e grupos como o "Choro da Mercearia", que promovem rodas semanais, mantendo viva a tradição do Choro em nossa cidade.

Ouçam "Sensível", com a dedicatória de Du Macedo ao Clube do Choro de Belo Horizonte e todos os seus associados.




Ao lado," fac símile do manuscrito da partitura "Sensível", por Jacob do Bandolim (12/04/1938) - Acervo Jacob do Bandolim/MIS-RJ.

Atentem para a data do manuscrito. É como se Jacob a preparasse, na véspera, para uma homenagem surpresa e especial a Pixinguinha,  no dia do seu aniversário. Assim, na mesma intenção que a tocou, Du Macedo.

Salve Pixinguinha , Jacob do Bandolim e o  Clube do Choro de BH. Viva o Choro!

"Assanhado Quarteto" chega ao Palco Carinhoso com o clássico do dia. E faz por todos nós, homenagem a Pixinguinha.


Quem abre o Palco Carinhoso neste dia Nacional do Choro, data especialíssima para a todos os Chorões do Brasil e do mundo, é o grupo mineiro Assanhado Quarteto. Formado por André Milagres, Lucas Ladeia, Rodrigo Heringer e Rodrigo Magalhães, o grupo traz um convidado de valor: Mário Sève, flautista, saxofonista, compositor e arranjador, além de fundador e integrante dos quintetos “Nó em Pingo D'água” e “Aquarela Carioca”.  

O grupo Assanhado Quarteto surgiu a partir de uma proposta coletiva de execução do repertório de choro com uma formação pouco convencional, utilizando instrumentos como o baixo-acústico, a bateria, a guitarra e o vibrafone, somados aos tradicionais violão de sete cordas e cavaquinho. 
A partir da criação do Assanhado Quarteto, em 2011, seus integrantes passaram a arranjar e compor peças que combinassem com a instrumentação proposta, valendo-se de uma concepção estética singular dentre os que lidam com o gênero no Brasil.
Desde então, o grupo vem se apresentando constantemente nos principais palcos e festivais de Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais. Também realizou diversas apresentações no Rio de Janeiro e em turnês internacionais, se apresentando em Portugal, Bélgica, França e Austrália. Países onde puderam também divulgar seu primeiro CD, "Feira", gravado em 2017 e que traz um Choro com muita personalidade, inovação e brasilidade.

Esse time de primeira executa um arranjo autoral de "Carinhoso", composição com música de Alfredo da Rocha Viana Filho (Pixinguinha) e letra de João de Barro ou Braguinha (Carlos Alberto Ferreira Braga), que dá nome a este palco e não poderia faltar por aqui hoje.
Nosso clássico do coração chega com o Assanhado Quarteto.  Desfrutem deste carinho.


"Carinhoso" foi composta em 1917 e ganhou letra em 1937. 
Pixinguinha por Aroeira
Sua história que se inicia de forma inusitada, com o autor da música, Pixinguinha, mantendo-a inédita por anos. Sua justificativa no depoimento que deu ao Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro em 1968: "Eu fiz o Carinhoso em 1917, Naquele tempo o pessoal nosso da música não admitia Choro assim de duas partes. Choro tinha que ter três partes. Então, eu fiz o Carinhoso e encostei. Tocar o 'Carinhoso' naquele meio, eu não tocava... ninguém ia aceitar!" 

Ah... Pixinguinha, ainda bem que mudastes de ideia, nos legando carinhosamente, esse ícone da música popular brasileira.

Salve  Pixinguinha, as rodas de Choro, os músicos e a música popular brasileira. 
Viva o Choro!

Comunicamos com pesar, o falecimento de Cloves Walter, irmão do violonista e compositor associado, Carlos Walter.

Cloves Walter - Foto: Arquivo Facebook
O Clube do Choro de Belo Horizonte, com grande pesar, comunica a todos os sócios e amigos, o falecimento de Cloves Aníbal Walter, filho do compositor, arranjador e saxofonista, Álvaro Walter e irmão do  violonista e compositor associado, Carlos Walter.

Cloves Walter era graduado pela Faculdade de Ciências Econômicas do Triângulo Mineiro - FCETM e atuava como servidor da Secretaria Estadual da Fazenda de Minas Gerias.
Ele residia em Uberaba onde faleceu, na segunda feira (20), vítima de um infarto.

Sobre Walter e o sentimento desta perda em um momento que a despedida teve que ser à distância, nosso amigo Carlos Walter com toda a sua força e amor fraterno, escreveu:

"Dor e luto! Família e Deus! Pesos e contrapesos dessa estarrecedora vivência. Nosso Cloves cumpriu sua missão com força, inteligência, hombridade, solicitude, responsabilidade, dignidade,  sabedoria e integridade. Estará para sempre em nossas mentes e corações. Jamais o esqueceremos. Pai, esposo, filho, tio, irmão, amigo e futuro avô amável e zeloso, repouse junto ao Pai Eterno, seja acolhido pela espiritualidade e continue a semear o seu amor incondicional. Te amamos! Até sempre para não falar Adeus". 

O Clube do Choro de Belo Horizonte registra aqui, os pêsames e sua solidariedade a todos os familiares de Cloves Walter.

Hoje é dia do Palco Carinhoso do Clube do Choro de BH celebrar o meste Pixinguinha.

O Presidente do Clube do Choro de BH, Acir Antão, traz boas notícias para todos os associados e amantes do Chorinho.


23 de abril é o Dia Nacional do Choro e aniversário do nosso mestre carinhoso, Alfredo da Rocha Vianna, o Pixinguinha,  que completaria nesta data 123 anos. 

Hoje é um dia muito especial para todos os chorões. E não importa que estejamos em isolamento social,  vamos afinar nossas emoções com o tom mais carinhoso que houver e deixar bater nossos corações em festa. Viva Pixinguinha! Viva o Choro e todos os chorões!

A todos os associados e amigos do Clube do Choro de Belo Horizonte, uma mensagem pessoal do Presidente, Acir Antão:

22 de abril de 2020

Grupo Samba & Choro de Quintal adoçando o Palco Carinhoso.


O Grupo Samba & Choro de Quintal chega também ao Palco Carinhoso com uma belíssima homenagem para adoçar nosso dia.
Formado pelos  músicos associados ao Clube do Choro de BH, Marcos Flávio (Trombone) e Ramon Braga (Percussão), além dos companheiros, Cleidiano Machado (Cavaquinho), Henrique 7 Cordas (Violão) e Juninho Braga (voz), o grupo  participa dessa Semana do Choro com um lindo arranjo de "Doce de Coco", um clássico composto por Jacob do Bandolim.

Uma das característica que merece atenção especial nesta obra é o próprio título. Quando Jacob dá o nome do choro de "Doce de Coco", o que podemos esperar em primeira instância é um choro alegre e divertido. Não somos decepcionados nesta expectativa. E o Grupo Samba & Choro de Quintal faz isto valer em cada nota da melodia.



Salve Jacob do Bandolim e Viva o Choro!
Quando Jacob Pick Bittencourt faleceu, aos 51 anos, em 1969, a maior parte do seu fantástico acervo, com cerca de 10.000 itens, contendo arquivos sonoros, instrumentos musicais, fotos e manuscritos, foi entregue à guarda do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS/RJ).
Entretanto, uma significativa parte desse acervo ficou de posse da família Bittencourt, tendo sido entregue, em 2002, à guarda do Instituto Jacob do Bandolim (IJB) e que, agora, devidamente digitalizado e catalogado, será doado ao MIS/RJ.
O acervo documental do IJB reúne cerca de 1600 papéis, dentre eles: manuscritos, textos pessoais, cadernos datilografados, capas de disco, fotos e partituras, acervo produzido e reunido pelo mestre das cordas, de 1936 a 1969.
Esse conjunto de documentos será digitalizado, permitindo a sua disponibilização ao grande público, revelando aspectos pouco conhecidos da obra do grande bandolinista, com grande relevância cultural.

Quarentena Criativa traz o violonista Lucas Carvalhais tocando clássicos do Choro,em live comemorativa.

Para quem apreciou a participação do violonista Lucas Carvalhais hoje, no Palco Carinhoso, vai poder continuar aplaudindo o instrumentista logo mais, numa live que acontece no limiar do Dia Nacional do Choro.
Ele estará ao vivo, a partir das 23h20,  tocando clássicos do Choro em comemoração ao aniversário de Pixinguinha. 
O Quarentena Criativa é um projeto promovido pelo Jornal Voz da Metrópole , que também  transmite as lives.
Não perca. Acesse e assista.

SERVIÇO
Quarentena Criativa apresenta: Live com o violonista Lucas Carvalhais
Data: 22 de abril 2020 ( quarta-feira)
Horário: 23h20
Acesso via Web:  Perfis de Lucas Carvalhais e Jornal Voz da Metrópole no Instagram.

No Palco Carinhoso, Lucas Carvalhais e Rafa Rafles homenageiam o Clube do Choro de BH e todos os Chorões com "Choro Negro".


Hoje, quem chega ao nosso Palco Carinhoso para celebrar a Semana do Choro são os jovens instrumentistas Lucas Carvalhais (cavaquinho) e Rafa Rafles (violão). Homenageando todos os Chorões amigos e associados do Clube do Choro de BH, eles tocam "Choro Negro", uma composição de Paulinho da Viola e Fernando Costa.

Lucas Carvalhais e Rafael Rafles são instrumentistas mineiros que participam juntos do grupo "Engole o Choro" e de outros projetos de Choro como o "Quarta Justa", a "Roda do Padreco" e o "Bloco do Alfredin", o primeiro Bloco Carnavalesco de Choro de BH.  
Além de uma bela interpretação de Choro Negro, eles também nos deixam um cuidadoso recado. Ouçam com carinho.


A gravação original de CHORO NEGRO, composição de  Paulinho da Viola em parceria com Fernando Costa, está registrada no LP "Nervos de Aço", lançado em 1973, pela gravadora Odeon.
Choro Negro é a quinta faixa do lado B e fecha com chave de ouro este lindo trabalho do mestre Paulinho da Viola.

Salve Paulinho da Viola e Viva o Choro!

21 de abril de 2020

André Oliveira chega ao Palco Carinhoso, dando um salve geral a todos os músicos e amantes da música brasileira.



Hoje quem chega no Palco Carinhoso, dando um salve geral ao Clube do Choro de BH, é o violonista, guitarrista, compositor e arranjador, André Oliveira. Prestando uma homenagem a todos os músicos e amantes da música brasileira, André nos traz o Choro "Espere um pouquinho", uma composição autoral, que está registrado em seu CD Oná, lançado em 2019.

Graduado em Educação Musical Escolar na UEMG, André Oliveira atua como multi-instrumentista, compositor, arranjador, além de diretor musical.
Ao longo de seus aproximados dez anos de carreira artística, vem desenvolvendo um trabalho de criação que reflete os diversos processos musicais dos quais participou com diferentes artistas e grupos (entre eles o Quinto do Choro)  e os estudos por ele realizados no campo da música.

No Palco Carinhoso, André Oliveira e seu lindo Choro "Espere um pouquinho" chegam para  nos acalmar, nesses tempos de espera e reclusão...
Então, esperemos, saudando a música e todos os músicos. Viva o Choro!



O CD "Oná", de André Oliveira, é um trabalho autoral com composições instrumentais que passeiam pelo choro, baião, afoxé, música mineira, música afro-brasileira em geral, numa mistura efervescente de ritmos e melodias com arranjos bem elaborados e originais para formação instrumental de sopros, cordas, percussão e vozes. 
Oná é uma palavra iorubá que significa caminho. O nome foi escolhido porque as composições contêm elementos que remetem às raízes africanas da música brasileira e sua riqueza rítmica, e refletem a caminhada do artista e o legado de seus ancestrais, em uma trajetória que continua ao longo dos tempos.  
Este álbum está disponível nas principais plataformas digitais. Entre elas : Spotify e Souncloud 

20 de abril de 2020

O Festival de Ideias Colaborativas NOSSOBANDO, produzido por Hamilton de Holanda, começa na quinta. As inscrições são gratuitas.

O DIRETOR ARTÍSTICO DO CLUBE DO CHORO DE BH, PAULO RAMOS, É UM DOS ESPECIALISTAS CONVIDADOS 



O Festival de Ideias Colaborativas NOSSOBANDO, que acontece a partir da próxima quinta-feira (23). é um encontro de vários especialistas em dois assuntos: Bandolim de 10 cordas e o Choro. O Festival NOSSOBANDO tem inscrições gratuitas e será realizado através do ZOOM e do Facebook. 

O NOSSOBANDO foi criado por Hamilton de Holanda e Marcos Portinari com o objetivo de realizar encontros virtuais para a discussão de ideias sobre esse novo instrumento da música brasileira que é o bandolim de 10 cordas e este velho e querido gênero da música brasileira, o Choro. São 3 dias de palestras e conversas entre músicos, compositores e produtores. 

O Diretor Cultural do Clube do Choro de Belo Horizonte, Paulo Ramos, é um dos palestrantes convidados e estará representando a entidade, tratando do cenário artístico musical de nossa cidade, com todas as ferramentas e competências que seu cargo e sua bagagem profissional, como experiente produtor artístico, lhe permitem. 
O festival ainda ira contar com as participações do próprio Hamilton de Holanda, Silvério Pontes, Henrique Neto, Capucho, Luciana Rabello e integrantes do grupo Choro das 3. 

As vagas são limitadas, as inscrições são grátis e efetuadas diretamente no email: producao@hamiltondeholanda.com. Imperdíve!

O cavaquinista Lucas Ladeia chega ao Palco Carinhoso cheio de saudade e homenageando um trio de ouro.

Nesta semana do Choro de 2020, diante do confinamento social, o Clube do Choro de Belo Horizonte presta sua homenagem aos chorões da cidade em forma de vídeos, com o projeto "Palco Carinhoso".  E hoje, quem chega por aqui, cheio de saudade e muito carinho é o compositor e cavaquinista, Lucas Ladeia. Para seu registro colaborativo, ele escolheu uma composição do grande mestre Waldir Silva, a mesma com a qual, em abril de 2014, homenageou o compositor participando do espetáculo "Brasil chora Waldir", produzido pelo Clube do Choro de Belo Horizonte, no teatro Cine Brasil Valourec. Sobre a escolha desta composição ele nos diz "é uma alegria poder fazê-lo outra vez e ser veículo das bênçãos que ela consigo carrega".

Lucas Ladeia é graduado em Música pela UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais e Mestre em Educação Musical pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele estudou cavaquinho com o professor Dudu Braga, na Funarbe (Fundação Artística de Betim) e já  se apresentou em diversos projetos como o Savassi Festival, Festa da Música e Projeto Pizindim.  Lucas já foi selecionado pelo programa Jovem Instrumentista BDMG e venceu o Festival Choro Novo, em 2011, além de várias outras premiações importantes, conquistadas com os grupos musicais dos quais participa.:Toca de Tatu e Assanhado Quarteto. Com estes, gravou os CD`S “Meu amigo Radamés” (2013), “Afinidade” (2017) e  ¨Feira" (2015) e realizou também turnês internacionais para divulgação da música brasileira, tendo o Choro como destaque.

Sobre sua homenagem Lucas diz: "eu deixo aqui a minha para o saudoso Waldir Silva, interpretando seu lindo Choro: Uma saudade. Saudade que aprendi com esses inesquecíveis chorões que nos deixaram pra arrebatar corações em outras esferas da consciência humana.
Saudade de conviver com a simplicidade do Waldir, com o carinho e respeito que ele demonstrava - e demonstra - para com todos.
Saudade que é aquele sentimento bom de saber que existem no mundo e na eternidade do espírito, bilhões de almas que só querem o bem, só buscam a harmonia, que gostam de gente e de música.
Saudade que é a certeza do reencontro, agora mesmo, através da melodia que nos une no tempo e no espaço. Estamos juntos, Waldir Silva, Seu Mozart, Bolão e todos os chorões e músicos do Brasil e do mundo. A esperança segue fluindo nas belezas que nos deixaram! Paz e bem."

Com esta declaração que ultrapassa o carinho e alcança nossa alma, abrimos o "Palco Carinhoso" para a apresentação de Lucas Ladeia:



Lançado em julho de 2015, o DVD "Brasil chora Waldir" registra o grande show comemorativo ao Dia Nacional do Choro que ocorreu no Cine Theatro Brasil Vallourec, em 23 de abril de 2014. Trata-se de um documento histórico, que marcou uma noite muito especial dedicada aos dois grandes e saudosos cavaquinistas e compositores brasileiros, Waldir Silva e Waldir Azevedo, homenageados por músicos, instrumentistas, solistas e intérpretes do Choro de Belo Horizonte. Entre eles, Lucas Ladeia.

Salve Waldir Silva, Mozart Secundino, Raimundo José dos Reis (Bolão) e todos os Chorões. Viva o Choro!

19 de abril de 2020

A flautista Mariana Bruekers abre o Palco Carinhoso do Clube do Choro de BH, homenageando os Velhos Chorões.


Abrimos hoje nosso Palco Carinhoso para celebrarmos juntos e com dedicados sopros e dedilhados, os delicados sentimentos pelo Choro, este genuíno gênero musical brasileiro que, como nosso povo, resiste ao tempo, vibra na pauta, mesmo que este tempo seja de improvisos e isolamento social.
Neste ano, não poderemos nos reunir presencialmente para nossas tradicionais rodas e shows que em anos anteriores celebraram, de forma magnífica, a Semana do Choro. Mas abrimos este palco para receber os afetos a serem distribuídos a todos os Chorões deste tempo e de todos os outros. 

De forma colaborativa, vários instrumentistas associados e amigos do Clube enviaram seus vídeos para celebrarmos juntos a Semana do Choro, num improviso cheio de carinho e muitos talentos.  E assim, nosso Choro será sempre de alegria, pois São Pixinguinha mantem afinado os nossos corações. 

Quem estreia o Palco Carinhoso é a flautista Mariana Bruekers, acompanhada pelo violonista sete cordas, Augusto Cordeiro, nos trazendo a composição "Velhos Chorões", de Luciana Rabello com letra de Paulo César Pinheiro.
A escolha foi declaradamente afetiva. Mariana executa lindamente a melodia na flauta e nos encanta com sua voz melodiosa e cheia de emoção, como uma declaração aos mestres e aos grandes Chorões que passaram por aqui ou permanecem nos ofertando tantos legados. Em especial, ela dedica esta interpretação para os associados do Clube do Choro: Zé Carlos Choairy, Zito (Eurico Paulino); Cícero Gonzaga e Camargo, amigos e mestres chorões.

Mariana Bruekers possui mestrado em Pedagogia Musical pelo Royal Conservatoire/ Holanda, graduação em Licenciatura em Música e Bacharelado em Flauta Transversal pela Universidade Federal de Minas Gerais. Como Flautista foi vencedora do Jovem Músico BDMG em 2008 e 2010. Participou de diversos festivais internacionais de Choro e Flauta. Ela Integra os grupos: Trio Bola Preta, Flutuar Orquestra de Flautas, a Banda Sagrada Profana e o Coletivo Abre a Roda: Mulheres no Choro. Ela se apresentou como instrumentista convidada na Semana Nacional do Choro 2019, evento promovido pelo Clube do Choro de BH, quando a flauta foi o instrumento destaque. 

Ouçam Velhos Chorões com Mariana Bruekers, que estreia esta série, trazendo muita luz ao Palco Carinhoso:




Composto por Luciana Rabello, "Velhos Chorões" homenageia instrumentistas e compositores da "Velha Guarda" que lhe inspiraram musicalmente. E como já declarado por ela em entrevista, este Choro lhe traz a presença de dois grandes cavaquinistas importantíssimos: Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto e Jonas Pereira da Silva. A primeira gravação desta composição está registrada como a segunda faixa do CD "Luciana Rabello", lançado pela Acari Records, em 2000.


Salve Luciana Rabello, Zé Carlos Choairy, Zito do Pandeiro, Cícero do Acordeon, Camargos e todos os Velhos Chorões. Viva o Choro!

17 de abril de 2020

Vem aí "Palco Carinhoso". O violonista Carlos Walter nos traz as boas novas musicais com homenagens especiais.


O Clube do Choro de BH, através deste blog, preparou uma surpresa para seus associados e amigos nesses dias que antecedem o Dia Nacional do Choro (23 de abril). E quem chega anunciando esta boa nova musical é o violonista e associado, Carlos Walter. 
Ele vem anunciar hoje, o "Palco Carinhoso" e nos brindar com a execução da primeira parte do melodioso e dolente Choro "Sonhando", uma composição do estimado violonista itabirano, Geraldinho Alvarenga. Fundador do Grupo Sarau Brasileiro e também sócio do Clube do Choro de BH, Geraldo Alvarenga é o primeiro homenageado deste palco. 

Para completar a homenagem, Carlos Walter escolheu um poema musical da autoria de Paulinho Pedra Azul, parceiro musical de Geraldinho e também sócio do Clube .

Ouçam Carlos Walter, na harmonia do Choro "Sonhando", nos versos de "Balão de Terra" e aguardem: vem aí o "Palco Carinhoso", para preencher com muito afeto nossos dias que haverão de ser um sopro de esperança e uma festa de sorrisos. 

Salve Geraldo Alvarenga, Paulinho Pedra Azul e todos os chorões. Viva o Choro!

E um beijo "do tamanho do Berabão" para Dona Giselda, aniversariante do dia.

Estão abertas as inscrições para o Circuito Municipal de Cultura, promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte.

Foto: Ricardo Laf/PBH
Estão abertas as inscrições para o Circuito Municipal de Cultura, promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, e o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC). O Circuito Municipal de Cultura objetiva descentralizar e democratizar o acesso a uma programação cultural diversa e expressiva, ao longo de doze meses.

CIRCUITO MUNICIPAL DE CULTURA
Potencializar a programação cultural e artística de Belo Horizonte, por meio da valorização da produção local e de atrações relevantes do cenário cultural brasileiro, de forma descentralizada, para atender a todas as regiões da cidade. Essa é a proposta do Circuito Municipal de Cultura.
Mais de 150 atrações artísticas (teatro, dança, circo, música, audiovisual, literatura, artes visuais, contação de histórias e culturas tradicionais e populares) e ações de formação vão acontecer nos equipamentos culturais da Fundação Municipal de Cultura (centros culturais, teatros, museus, Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, bibliotecas, MIS Cine Santa Tereza, Escola Livre de Artes), além de parques e praças da cidade, da Zona Cultural Praça da Estação e de três bairros que integram a Regional Leste de Belo Horizonte: Alto Vera Cruz, Granja de Freitas e Taquaril.

INSCRIÇÕES
Podem ser inscritas propostas artísticas que poderão integrar a grade de atividades do Circuito Municipal de Cultura. A programação contará com no mínimo 30 atrações locais, 12 atrações estaduais e 24 atrações nacionais. Podem participar artistas, grupos e coletivos, desde que o projeto se encaixe nas áreas das artes cênicas, artes visuais, audiovisual, patrimônio cultural, música, literatura e culturas populares. 
Confira o regulamento completo. As inscrições estão abertas até o dia 30 de agosto de 2020.

16 de abril de 2020

Comemorando a Semana do Choro, Mariana Bruekers promove lives com renomados flautistas brasileiros e de outros países.


A partir desta quinta (16) até o dia 23 de abril, a flautista mineira Mariana Bruekers irá reunir no seu perfil no Instagram, oito renomados músicos que irão participar como convidados de lives comemorativas à Semana do Choro.  Os duetos musicais e os bate papos com estes grandes instrumentistas e/ou compositores acontecem sempre às 16 horas.

Na intenção de manter a tradição dos shows e grandes rodas de Choro que anualmente acontecem neste período do ano, celebrando o Dia Nacional do Choro (23 de abril), Mariana Bruekers movimentou sua rede de amigos e trouxe para este evento online, flautistas  de outras localidades do Brasil e de outros países.  
Como conta Mariana, diretamente ao blog do Clube do Choro: "eu escolhi estes flautistas a dedo, são todos instrumentistas e/ou compositores maravilhosos e grandes Chorões, que tiveram  alguma influência na minha trajetória musical".
Alguns deles, Mariana conheceu e tocou junto em viagens internacionais como é o caso de Remko de Landmeter (Holanda), Rachael Hayter (Inglaterra), Lucia Seijas Garcia (Peru) e  a norte americana Rebeca Kleiinmann. Com os flautistas brasileiros Alexandre Maionese (RJ) e Antônio Rocha (RJ), ela também teve a a honra de dividir os palcos e rodas e os mantem como inspiradores de sua carreira flautística. Companheiros de faculdade e das rodas de Choro semanais não poderiam faltar. E para representa-los, ela convidou Evandro Archanjo (Diamantina -MG) e Pedro Alvarez , o Cabral (BH).

O convite especial aos amigos e associados do Clube do Choro de Belo Horizonte, quem faz é a própria Mariana Bruekers:




15 de abril de 2020

Estão abertas as inscrições para o Edital Cena Plural 2020.

Estão abertas as inscrições para o Edital Cena Plural 2020, promovido pela Fundação Municipal de Cultura (FMC-BH) da Prefeitura de Belo Horizonte. 

O objetivo do edital é selecionar espetáculos de música, teatro, dança, contação de histórias e circo destinadas ao público infantil e adulto para programações artístico-culturais durante 2020. 

Podem participar da chamada artistas individuais, sejam eles pessoas físicas ou microempreendedores individuais, e coletivo de artistas de pessoa física ou jurídica, domiciliados e sediados em Belo Horizonte. Os interessados devem entregar suas propostas até o dia 27 de abril de 2020, no endereço: Gerência Administrativa e Logística, Rua da Bahia, 888 - 12º andar – sala 1205 - Centro – Belo Horizonte/MG. 

Serão destinados R$500 mil reais aos projetos selecionados, de acordo com o teto de cada categoria: R$100 mil para Dança; R$50 mil para Circo; R$150 mil para Teatro; R$50 mil para Contação de Histórias; e R$150 mil para Música. Para mais informações, acesse o edital completo no site da Prefeitura de Belo Horizonte.

13 de abril de 2020

Programa "Brasil Encanto" chega com a segunda edição e fazendo festa com a voz de Roberta Fiúza.

Igor Ribeiro, Luiz José, Roberta Fiúza e Lucas Everdosa em Brasil Encanto.

A segunda edição do Programa Brasil Encanto já está no ar e recebe como convidada, a cantora Roberta Fiúza que possui uma carreira das mais ecléticas na cena musical cearense. No musical desta semana, ela nos revela sua faceta de apaixonada pela MPB e é recepcionada e acompanhada pelo trio base composto pelo mestre Luiz José, no cavaquinho de 6 cordas, Lucas Everdosa no violão de 7 cordas e Igor Ribeiro na percussão.

O Brasil Encanto desta semana já inicia com uma louvação ao Choro, trazendo como tema inicial "A ginga do Mané" composição de Jacob do Bandolim em homenagem ao ídolo do futebol, Mané Garrincha e cheia de dribles musicais. 
Dando sequência à apresentação, o trio abraça a MPB executando "Samba em Prelúdio" de Baden Powell e Vinícius de Moares, "Este seu Olhar" de Tom Jobim e dele também, "Só Danço Samba". O repertório segue com uma pérola de Geraldo Pereira e Nelson Trigueiro: "Sem Compromisso" e concluem o primeiro bloco com "Menino Deus", de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro.

No segundo bloco, Roberta Fiúza chega para nos encantar com sua linda voz e nos brinda com belas interpretações do mestre Jobim: "Brigas nunca mais" e "Chega de Saudade" (em parceria com Vinícius de Moraes), além de "Corcovado". A Bossa Nova segue com "O Barquinho" de Ronaldo Bôscoli e  Roberto Menescal.
E para nos encantar ainda mais, Roberta interpreta lindamente, "Carinhoso", esta composição de Pixinguinha que é considerada "o  hino nacional do Choro", como nos aponta o cavaquinista Luiz José.  O samba fecha o bloco com "Tristeza pé no chão", composição de Armando Fernandes, imortalizada na voz de Clara Nunes.

Ary Barroso não poderia faltar a esta festa. Ele chega no terceiro bloco, com Roberta interpretando "Pra machucar meu coração" e João Bosco e Aldir Blanc desfilam com "Mestre Sala dos Mares".  Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro voltam com "Portela na Avenida", encerrando esta alegre e belíssima participação de Roberta Fiúza.

E finalizando com chave de ouro, o trio base executa "Amigos do Samba", Choro de Waldir Azevedo, que encerra a segunda edição nos prometendo muito mais desse excelente programa.

Assistam à segunda edição do Programa "Brasil Encanto":


O programa semanal "Brasil Encanto" é transmitido pelo Canal TVDD no Youtube às sextas feiras, às 20 horas e tem como finalidade, prestigiar, reconhecer, apoiar, divulgar nossa música popular, dentro dentro da mais alta qualidade. 
O projeto pertence ao Núcleo de Música Popular Brasileira da Casa de Vovó Dedé - instituição filantrópica que como escola de música erudita, utiliza a musicalização como vetor de transformação social. Ele é produzido pelo Núcleo de RTVCA da Casa de Vovó Dedé com participação dos jovens alunos do curso de diversos cursos de áudio visual da instituição.

10 de abril de 2020

O compositor e violonista André Oliveira lança a série "Entre Janelas". No vídeo de estreia ele toca com o flautista Marcelo Pereira.

O compositor e violonista André Oliveira acaba de lançar o primeiro vídeo da série "Entre Janelas", uma proposta onde cada músico, de sua própria janela, busca outras janelas para compartilhar a arte e espalhar a música como vento.
Em cada vídeo, um encontro trazendo aprendizagens e muitas reflexões sobre as formas de viver e conviver com criatividade nestes tempos de isolamento social.
Na primeira edição quem abre a janela é o flautista Marcelo Pereira. Ele e André Oliveira tocam "Chorinho em Cochabamba", uma composição de Eduardo Neves e Rogério Caetano. Desfrutem desta beleza solta no vento... E aguardem, pois  na próxima semana tem mais uma edição de "Entre Janelas" trazendo outro convidado especial, executando música brasileira da melhor qualidade. 

Marcelo Pereira (Flauta) e André Oliveira (violão 7 cordas) tocam Chorinho em Cochabamba (Eduardo Neves/ Rogério Caetano)

Os vídeos da série "Entre Janelas" você assiste no Canal do André Oliveira no Youtube. Acesse, se inscreva e acione o sininho para receber as notificações.

9 de abril de 2020

"Amor nos tempos do Corona": tem live com a pianista Luísa Mitre e o violonista Lucas Telles, nesta sexta.



"É certo que com um pouco de resiliência sairemos muito mais forte dessa situação. O corona vírus está aí para nos ensinar a dar atenção para coisas mais valiosas que antes passavam despercebidas. É tempo de pensarmos em nós mesmos e em tudo aquilo que nos paralisa. Reflita positivamente e tire o melhor do seu recolhimento". Esta é a proposta do Tear Círculo de Mulheres, espaço terapêutico, que numa ação coletiva e num gesto de cooperação das "tecedeiras" nos traz o projeto "O amor nos tempos do Corona". 

Durante o período do isolamento social, o projeto tem promovido lives diariamente, compartilhando informações e técnicas para os cuidados com o corpo e a mente, além de soluções para promover uma vida mais saudável, sugestões de jogos e contação de histórias para as crianças e muita arte. 

E quem chega como "tecedeira", nesta sexta (10), é a pianista Luísa Mitre acompanhada do violonista Lucas Telles,  associado ao do Clube do Choro de BH. Eles se apresentam às 19h30, em um happy hour transmitido através do perfil do Tear Círculo de Mulheres no Instagran .

Vamos nos conectar com muita música e amor nos tempos do Corona. Até lá.

7 de abril de 2020

Casa de Malungo, em mais um programa inventivo, traz o violonista Carlos Walter nesta quarta feira.


O violonista e também associado ao Clube do Choro de BH, Carlos Walter tem promovido e participado de várias lives, durante este período de isolamento social voluntário, sempre nos trazendo muita música boa e abordando temas relevantes sobre a música brasileira. 

E a próxima live será quarta-feira (8), às 20 horas na #CasaDeMalungo, programa inventivo do Arthur Vinih, plural artista das Gerais, transmitido via Instagram. 

Por lá já passaram Ian Guest, Costa Melo, Nelson Ângelo, Davi Primavera, Nelson Faria, entre outros malungos! Hospitalidade, boa prosa, causos, récitas e tocatas não irão faltar. A casa é aberta, basta adentrar: 

6 de abril de 2020

Brasil Encanto estreia trazendo clássicos do Choro.

A primeira edição do "Brasil Encanto"que foi ao ar na última sexta feira (3) teve o Choro como grande destaque. 

O programa será exibido semanalmente  pelo canal TVDD no Youtube e é o mais novo projeto do Núcleo de Produção de RCTVA da Casa de Vovó Dedé - instituição filantrópica que como escola de música erudita, utiliza a musicalização como vetor de transformação social.

Na estreia se apresentaram o mestre do cavaquinho e professor da Casa de Vovó Dedé, Luiz José, Lucas Ervedosa no violão de 7 cordas, Igor Ribeiro na percussão, além das participações da cantora Claudine Albuquerque e do jovem cavaquinista, Dimitri Valdevino.

No repertório o grupo trouxe os Choros Prenúncio de Luiz José, Chorinho na Praia, Vibrações e Noites Cariocas de Jacob do Bandolim, Brasileirinho, Sobe Desce e Pedacinho do Céu de Waldir Azevedo, Cuidado Violão de José Toledo, Naquela Mesa de Sérgio Bittencourt, além de clássicos da MPB de autoria de Ary Barroso, Zé Keti, Caetano Veloso, Ataulfo Alves, Cartola, Arlindo Cruz, João Bosco e Aldir Blanc.


Assista ao primeiro programa "Brasil Encanto" e programe-se pois que na próxima sexta tem mais, às 20 horas, pelo Canal TVDD.

3 de abril de 2020

Programa "Brasil Encanto" estreia hoje trazendo o melhor da música brasileira, via WEB, pelo canal TVDD.


Estreia nesta sexta (3), às 20 horas, o programa musical “Brasil Encanto”que trará pelo canal WEB TVDD,  o melhor da música brasileira. Este é mais um projeto que está sendo executado pela Casa de Vovó Dedé, com o objetivo de divulgar vários gêneros musicais como Choro, Samba, Bossa Nova e o tão conhecido Forró.
As primeiras gravações aconteceram sob a coordenação do Diretor Artístico Ewelter Rocha, no formato composto por um trio entre cavaquinho, violão de sete cordas e percussão. E convidados como cantores, acordeonistas e trombonistas.
O Canal TVDD no Youtube visa divulgar as ações da Casa de Vovó Dedé, uma instituição filantrópica, fundada em 1993 pelo Sr. Mansueto Barbosa. A instituição é uma escola de música erudita e utiliza a musicalização com vetor de transformação social.

O Brasil Encanto será exibido todas às sextas-feiras às 20h. Anota aí na sua agenda e acesse clicando na logo do Canal.

2 de abril de 2020

BDMG Cultural abre inscrições para contratação de instrutores de atividades formativas online.

Entre 01 e 08 de abril de 2020, o BDMG Cultural recebe inscrições para o Edital Redes de Conhecimento, uma oportunidade para que profissionais do setor cultural possam oferecer atividades formativas online durante os meses de abril e maio de 2020.

Com o edital, o BDMG Cultural pretende contribuir para que novas oportunidades de monetização aconteçam neste momento de dificuldades impostas pela crise sanitária mundial e para que circulem mais ofertas de qualidade para ampliação de conhecimento.

O edital é voltado para profissionais da área cultural residentes em Minas Gerais de acordo com as seguintes categorias: artistas ( música, artes visuais, artes cênica e dança), gestão cultural, técnicos da cultura, designers. literatura,, fotografia e audiovisual, história e antropologia

Cada proposta selecionada receberá o valor de R$ 1.000,00 (mil reais) a serem pagos após a disponibilização das videoaulas, com as especificações definidas no edital para o canal do YouTube do BDMG Cultural.

A seleção será realizada entre os dias 09 e 11 de abril, de maneira remota, por uma comissão formada por dois integrantes do BDMG Cultural e um integrante externo à instituição. Serão selecionados 20 projetos e o resultado final será anunciado no dia 14 de abril aqui no site e redes sociais.

Acesse e confira o edital e outros materiais referentes à inscrição:
EDITAL
FORMULÁRIO
TERMO DE ACEITE
TIRE SUAS DÚVIDAS

1 de abril de 2020

Claudionor José da Cruz - 110 anos do mestre do Violão Tenor.

Claudionor José da Cruz -  1/4/1910 Paraibuna, MG
21/6/1995 Rio de Janeiro, RJ
Claudionor José da Cruz, músico e compositor nasceu no distrito de Paraibuna, município de Simão Pereira em MG, como o filho caçula dos 22 que tiveram o Sr. Jovino José da Cruz e Dona Ernestina Maria da Cruz. Hoje festejamos 110 anos do seu nascimento, relembrando o importante legado que o mestre do violão tenor deixou para a Música Brasileira. 

Ele cresceu em uma família musical. Seu pai era músico respeitado em sua cidade natal e mestre da banda do 10º Regimento de Infantaria em Juiz de Fora. Vários de seus irmãos eram ligados à música. Havia quem tocasse trombone, trompete e bombardino e outros tocavam violão. Claudionor se interessou inicialmente pela caixa e pelo bumbo, instrumentos típicos de banda. Porém, aprendeu também a tocar bateria, cavaquinho e violão tenor (um violão de quatro cordas afinadas em dó-sol-ré-lá, do grave para o agudo, de origem norte americana, onde era conhecido pelo nome de Triolin), que foi seu instrumento principal durante toda a vida.

A carreira musical de Claudionor Cruz, vivida sobretudo no Rio de Janeiro, coincide com a carreira do seu regional, formado quando tinha pouco menos de 20 anos. O Regional de Claudionor Cruz, que teve a duração de quase trinta anos, era formado por Abel Ferreira na clarineta, Bola Sete no segundo violão, Arlindo Cachimbo no primeiro violão, e Pernambuco no pandeiro. Os músicos do regional mudaram bastante ao longo das décadas, porém esta foi a formação mais famosa.

Como compositor, seu parceiro mais constante foi Pedro Caetano com quem compôs muitas das dezenas de Sambas, Valsas e Choros de sua autoria.  Entre os seus Choros destacamos: Caçula,  Cintilante, Cuidado Naná, Duvidando, Esse choro é meu pranto, Fôlego de Gato, Nova ilusão, Potiguar, Predileto, Virgínia e a flor cujas partituras estão disponibilizadas no acervo da Casa do Choro.

Mas suas parcerias também registram nomes como Ataulfo Alves e Wilson Batista, André Filho, Dunga, Freitinhas e Portinho, além de fazer gravações e shows com Orlando Silva, Francisco Alves, Dircinha Batista, Linda Batista, Ângela Maria, Araci de Almeida, Isaurinha Garcia, Gilberto Alves, Deo e João Petra de Barros. No total, somam-se mais de 400 gravações.

Um belíssimo registro sobre a vida e obra de Claudionor Cruz, produzido pela TV Cultura, foi disponibilizado por *Raíssa Amaral. Estes arquivos foram guardados para uma tese que idealizava fazer na universidade, como não deu certo tornou-a pública para o acesso em seu canal no Youtube. Aproveitem e desfrutem de Claudionor da Cruz, contado e cantado por ele mesmo. 






*Raissa Amaral é graduada, mestra e doutoranda em música com habilitação em canto lírico e práticas interpretativas (análise e performance) pela UNICAMP, também se formou em cordas popular. Estudou violão clássico e piano. É professora e dedica-se a um trabalho de acervo cultural sobre a história da música. Seus trabalhos variam do erudito ao popular, da cultura nacional à internacional.