SEJA VOCÊ TAMBÉM UM ASSOCIADO DO CLUBE DO CHORO DE BH. MAIORES INFORMAÇÕES LIGUE (31)3422-4433.

27 de maio de 2015

A doce presença do Chorinho no ambiente musical alemão.



Hoje o blog do Clube lhe traz mais uma dica de leitura com cunho didático. Trata-se do artigo "A doce presença do Chorinho no ambiente musical Alemão", de autoria da musicóloga, saxofonista e flautista Beate Kittsteiner, residente em Munique.
O artigo é parte da Coleção Textos do Brasil,  que se volta para a divulgação da cultura brasileira no exterior, por meio de edições temáticas e faz parte do acervo do MRE - Ministério das Relações Exteriores.
Para ter acesso ao texto basta escolher o link e clicar: Leitura online ou Download.

Boa leitura.

26 de maio de 2015

TERÇA TEM RODA DE CHORO COM O GRUPO "ISTO É NOSSO".



Semanalmente, às terças feiras, o conjunto de Choro "Isto é Nosso" formado pelos músicos Thiago Balbino, Pedro Alvarez, Gustavo Monteiro, Artur Padua, Daniel Nogueira e Ronaldo Emerenciano Pereira, comanda uma roda na Choperia Tiradentes. O evento começa a partir das 19:30h e promete um repertório de primeira. Programe-se.

SERVIÇO
Roda de Choro com o Grupo "Isto é Nosso"
Datas: 26 de maio (semanalmente, às terças feiras)
Local: Choperia Tiradentes - Rua Kepler, 147 - Bairro São Bento - Belo Horizonte
Couvert: R$8,00
Informações: (31) 3293-1278

21 de maio de 2015

Clube do Choro de BH publica edital de convocação para eleição da nova Diretoria e Conselho Deliberativo.


Prezado Chorão.
Conforme anunciado em nossa Carta Relatório de Abril, o Clube do Choro de BH terá uma Assembléia Geral Extraordinária para eleição da nova Diretoria e novo Conselho Deliberativo para o biênio Setembro/2015 a Setembro/2017.
Confira abaixo, o Edital de Convocação da Assembléia, o calendário das eleições, o regulamento , bem como o modelo para o registro de chapa para a disputa.
Os candidatos poderão, após o registro de sua chapa, utilizar este blog para divulgarem as suas propostas, bastando para tanto entrar em contato com o Hamilton Gangana,  Diretor de Comunicação Social do Clube, através dos telefones (31)3498-2698 e 8492-4530.
Lembro ainda que, no próximo ano, o Clube estará completando 10 anos de existência, uma vez que teve a sua fundação em 31 de maio de 2006. 
Boa hora para receber nova direção e alçar novos vôos.
Com o meu abraço,

Jonas Cruz
Presidente do Clube do Choro de BH


Acesse clicando nos links:



13 de maio de 2015

Conservatório UFMG lança edital de seleção para a programação cultural no segundo semestre de 2015.

Atenção Chorões.

O Conservatório UFMG lança edital para a seleção de músicos e grupos musicais que tenham interesse em participar de sua programação cultural durante o segundo semestre de 2015.
As inscrições podem ser feitas até 22 de maio. As propostas serão avaliadas pelo Conselho Diretor do Conservatório UFMG e o resultado final está previsto para a partir de 29 de maio de 2015.
Serão admitidas inscrições de propostas que se atenham exclusivamente à área de música e as apresentações serão gratuitas ao público. Os dias oferecidos são as terças-feiras de agosto a dezembro de 2015.

Os interessados podem obter mais informações pelo site: 

11 de maio de 2015

FMC recebe propostas de ações para o Noturno nos Museus 2015.

Atenção Chorões! A Associação dos Amigos do Museu Histórico Abílio Barreto (AAMHAB), em parceria com a Fundação Municipal de Cultura (FMC), abriu inscrições de propostas de ações culturais para ocupação de espaços museológicos da cidade durante o Noturno nos Museus 2015, evento que ocorrerá em julho. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 4 a 22 de maio. O regulamento completo, bem como a ficha de inscrição podem ser consultados no site www.bhfazcultura.pbh.gov.br.

Podem se inscrever artistas e grupos que desenvolvam trabalhos artísticos para palcos, espaços públicos ou espaços alternativos. Podem ser apresentadas propostas de palestras, oficinas, minicursos, exibição de curtas-metragens, desfiles, site-specific/instalação, performances em artes visuais, saraus e contações de histórias. As propostas devem estar relacionadas às áreas de Artes Visuais, Moda, Patrimônio e Memória, Audiovisual, Arquitetura, Urbanismo e Design. Cada proponente pode inscrever no máximo 2 projetos.

A Comissão de Organização do Noturno nos Museus avaliará a documentação enviada e a adequação das propostas com as respectivas áreas. Para a classificação dos espetáculos, os museus e instituições museológicas participantes serão os curadores e farão a seleção das propostas com base na qualidade artística e técnica, bem como sua adequação ao espaço disponível e linha de atuação da instituição.

O Noturno nos Museus

A Noturno nos Museus entrou de vez no calendário cultural de Belo Horizonte. O evento já era realizado com sucesso em algumas das grandes metrópoles mundiais e, em 2013, a capital mineira trouxe o formato do evento pela primeira vez ao Brasil. Na última edição, em 2014, o evento teve a participação de 33 instituições da capital e contou com cerca de 18 mil visitantes.
No evento, as principais instituições museológicas da cidade (públicas e privadas) abrem suas portas durante a noite e a madrugada oferecendo ao público uma programação diversificada com exposições, shows musicais, peças de teatro, apresentações de dança, performances de artes visuais, entre outros.

O Noturno nos Museus 2015 acontece na noite do dia 17 para 18 de julho de 2015.


Informações e dúvidas para o público: noturnonosmuseus@pbh.gov.br

7 de maio de 2015

BOAS NOVAS: CHORO RECEBERÁ EM BREVE O TÍTULO DE PATRIMÔNIO CULTURAL E IMATERIAL PELO IPHAN.

O Dia Nacional do Choro foi instituído pela Lei nº 10.000, de 4 de setembro de 2000, em memória do nascimento do compositor Alfredo da Rocha Viana Júnior, o Pixinguinha, considerado o ‘pai do choro’. Em maio de 2012, o choro foi decretado Patrimônio Cultural Carioca em reconhecimento à sua importância e a das canções que se tornaram clássicas, fazendo parte, hoje, da construção da identidade carioca e nacional. Como bem cultural de natureza imaterial, consta no Livro de Registro das Formas de Expressão do IPHAN, dedicado às manifestações artísticas em geral.
E finalmente uma ótima notícia para os profissionais e amantes do gênero: o choro passará a ostentar, em breve, o título de Patrimônio Cultural Imaterial. A concessão será outorgada pelo Instituto Patrimonial Histórico e Artístico Nacional (Iphan), atendendo a pleito do Clube do Choro de Brasília.
Leia abaixo a reprodução da matéria do Jornal Correio Braziliense do último dia 25 de abril, que retrata, na voz e palavras de vários artistas, a alegria que esta boa nova também nos traz.

Resultado de imagem para JORNAL cORREIO bRAZILIENSE

Artistas comemoram indicação do choro como patrimônio cultural e imaterial

por:  Irlam Rocha Lima

“O choro deve ser preservado da mesma forma que a Mata Atlântica, a arquitetura de Oscar Niemeyer, as esculturas do Aleijadinho, as bachianas de Heitor Villa-Lobos. São manifestações culturais que conferem respeitabilidade ao nosso país. O brasileiro que não valoriza esse legado, está negando sua própria identidade.” A afirmação é de Guinga, um dos mais importantes compositores e violonistas da moderna MPB, autor de clásicos como Noturno Leopoldina, Cheio de dedos e Catavento e girassol , que ele classifica como choros-canção.

Guinga mostra-se exultante com o fato de o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) atribuir ao choro o título de patrimônio cultural e material do Brasil. “Onde estiver, Pixinguinha, responsável pela consolidação e formatação desse gênero musical, deve estar comemorando com o entusiasmo a decisão dessa instituição tão importante para a cultura nacional. Ações como essa, contribuem para a reafirmação do Brasil como nação”, ressalta o músico.

Um dos nomes mais destacados da cena do choro carioca, o cavaquinista Henrique Cazes chama a atenção para dois aspectos da decisão do Iphan, ligado ao Ministério da Cultura (MinC). “O título vai dar uma visibilidade ainda maior ao choro, no momento em que comemora 150 anos de surgimento, e reforça a condição de um dos estilos musicais que tem recebido expressiva adesão de jovens instrumentistas.”

Elevação
Com oito discos lançados, Cazes é produtor e diretor musical de três álbuns da Orquestra Pixinguinha e três da Orquestra de Cordas do Brasil; além de ser o autor do livro Choro, do quintal ao Municipal (que está na quarta edição) e rápidas biografias de Chiquinha Gonzaga, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo. Para ele, elevação do choro ao patamar de Patrimônio Cultural e Imaterial vai, também, “proporcionar uma maior abertura para quem busca apoio para projetos artísticos nessa área.”

Fernando Brant, um dos plilares do mítico movimento Clube da Esquina, revela que ouve choro com alguma frequência. Em sua discoteca há vários discos de Pixinguinha e também de Henrique Cazes, estudioso, pesquisador e profundo conhecedor do gênero. “O choro, com sua estrutura melódica e sofisticação, influencia por demais outros estilos musicais, principalmente os que envolvem instrumentistas”, diz com propriedade. “Ao atribuir esse título, ao Iphan está fazendo justiça ao choro, tido como gênese da música popular brasileira”, complementa.

Violonista clássico e popular, com trabalho reconhecido internacionalmente, Turíbio Santos, ex-presidente da Academia Brasileira de Música e ex-diretor do Museu Villa-Lobos, é, igualmente, um expert em chorinho. Em tom brincalhão ele fala: “Quando dizem que o choro está morrendo, ele vai para o fundo de quintal e volta ainda mais fortalecido”. Para ele, “na prática”, o choro já é um patrimônio. “O fato de ter esse reconhecimento do Iphan vai ajudar, em muito, às novas gerações, que anda escutando tanta porcaria, a se aproximar de um gênero musical sofisticadíssimo, mas ao mesmo tempo popular.”

A flautista Dolores Thomé, sócia fundadora do Clube do Choro de Brasília, e ex-professora da Escola de Música, atualmente está radicada na cidade do Porto, em Portugal, onde faz doutorado em Informação e Comunicação em Platafora Digitalo. Ela festeja o “status” que o choro vai adquirir com título que vai receber do Iphan e conta que existe um clube do choro em Lisboa, “que surgiu depois da criação de um congênere, em Paris. Os portugueses adoram o choro e no Porto costumo comandar rodas de choro num bar próximo à histórica Ponte Luis V”. Ela acrescenta: “Na minha volta a Brasília, não podia ter notícia melhor do que essa, publicada pelo Correio Braziliense”.




2 de maio de 2015

Chorões & Cia se apresenta no Projeto Quarta Cultural.


O projeto Quarta-Cultural do Conservatório UFMG recebe no dia 06 de maio, quarta-feira às 12h30, o Grupo Chorões & Cia. 
O grupo foi fundado por José Carlos Choairy, com o objetivo de perpetuar a tradição do Choro, estilo musical que ama, reunindo e promovendo a integração da jovem geração de instrumentistas com a velha guarda do choro. Nesta apresentação se apresentam ao lado de José Carlos: Mozart Secundino (violão), Mateus Fernandes (violão 7 cordas), Vinicius Juliano (cavaquinho 5 cordas), Carlos Augusto Barata Boëchat (pandeiro), Raissa Anastásia (flautas) e a cantora Lígia Jacques como convidada especial.

José Carlos Choairy, ou Zé Chorão como é carinhosamente conhecido, desfruta do afeto e da amizade de inúmeros “chorões” espalhados não somente pelas cidades do interior de Minas Gerais, mas também em outros estados e capitais, como Brasília (DF);  Rio de Janeiro (RJ);  São Paulo (SP); Vitória (ES);  Salvador (BA); São Luis (MA), etc. É músico e ser humano extremamente sensível e de exuberante musicalidade. Ele faz de seu cavaquinho não apenas um instrumento para “tocar música”, mas o principal instrumento de que se serve, como raros o sabem fazer, para “tocar o coração das pessoas” que tem o privilégio de ouvi-lo em transbordamentos sonoros de pura emoção. Generoso e acessível, transformou seu lar num centro de encontros e saraus musicais para onde acorrem todos os que desejam praticar a amizade, o carinho, a solidariedade, e o profundo respeito e amor pelo Choro e pela Música. 




SERVIÇO:
Quarta Cultural apresenta: Chorões & Cia convida Lígia Jacques.
Data: 06 de maio de 2015 – Quarta-feira 
Horário: 12h30 
Local: Conservatório UFMG – Av. Afonso Pena, 1534 – Centro BH/MG 
Entrada franca. 
Info: 3409-8300

29 de abril de 2015

"ESCOLA DE CHORO". UMA MATÉRIA QUE MERECE DESTAQUE.

No mês em que comemoramos o Dia Internacional do Choro, este genuino gênero musical brasileiro foi pauta nos principais veículos de comunicação. O Jornal Estado de Minas dedicou um espaço para tratar do assunto e nos trouxe, no dia 24 de abril, a excelente matéria que reproduzimos abaixo. 


Por Eduardo Tristão Girão

Choro atrai atenção de jovens em BH mesmo com oferta restrita de cursos

Gênero brasileiro por excelência é ensinado por apenas uma escola na cidade ou por professores particulares. Universidades também ensinam, porém restrito aos alunos.


Não que seja muito difícil, mas quem quer aprender a tocar choro em Belo Horizonte conta com apenas dois caminhos atualmente: procurar aquela que provavelmente é a única escola especializada da cidade (Brasil com S) ou encontrar um professor particular.

O Clube do Choro da capital mineira seria uma opção, mas não promove cursos há quase 10 anos. Fora isso, aprende-se em instituições como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), mas só seus alunos têm acesso a essas aulas, que são disciplinas optativas.

Mesmo assim, o choro vive. A cena da cidade não é enorme e os músicos se conhecem – muitos tocam juntos em mais de um grupo, inclusive. “O movimento está crescendo e me surpreendo com a quantidade de jovens de vinte e poucos anos ou menos tocando e até compondo. Eu mesmo tenho um aluno de 16 anos que estuda desde os 9 e já foi premiado. O choro é uma música muito envolvente, alegre e melódica”, diz Lígia Jacques, professora de canto (voltado para o gênero) da Brasil com S.
Comandada por Hudson Brasil, que é professor de bandolim, a escola oferece também cursos livres (em grupo ou individuais) de instrumentos como violão e cavaquinho e de percussão e chegou a promover festival de composição de choro durante três dias, quando recebeu mais de 100 inscrições de todo o estado. Fora de lá, é pelo boca a boca que se encontra um professor, como o violonista Geraldinho Alvarenga, um dos fundadores do grupo Sarau Brasileiro e que também ensina a tocar cavaquinho e bandolim.
Atualmente, ele atende cinco alunos em sua casa. “Dou aula formando repertório. Começamos num nível mais simples, tocando serestas e música popular. Depois é que entramos no choro, estudando peças mais difíceis. Choro do Pixinguinha, por exemplo, exige mais do aluno. Tocar choro não é fácil, exige dedicação. Demora uns dois anos, pelo menos”, diz. Ele começou a dar aulas na escola na Música de Minas, nos anos 1980, em Belo Horizonte.

O cavaquinista Dudu Braga, que se reveza entre os grupos Flor de Abacate, Copo Lagoinha, Clube do Choro de Betim e a banda da cantora Aline Calixto, encaixa em sua agenda o atendimento a oito alunos. “A demanda é grande e tem muita gente querendo estudar mesmo, pois o mercado está exigindo. Todo mundo sempre ficou pegando dicas, mas hoje as pessoas correm atrás de conteúdo. O choro exige muito”, conta. Muitos chegam com o desejo de tornar-se “velocistas”, mas o professor sempre pisa no freio. Não por acaso, completa, os bons acompanhadores estão se tornando raros (e os solistas, abundantes).

ENCONTROS Às sextas, durante a hora do almoço, muitos funcionários e alunos da Uemg gostam de ficar pelo pátio para pegar carona nas lições de Marcelo Pereira, professor de flauta e sax da escola de música local. Intitulada de “Roda de choro”, a aula é justamente isso: 18 alunos de instrumentos variados se reúnem para tocar choros durante quase duas horas. “Distribuo partituras, trocamos algumas informações e tocamos. É algo mais solto. O objetivo é simular uma roda tradicional e dar oportunidade aos alunos de participar, mesmo com pouco conhecimento”, diz.

Pereira começou a organizar essas rodas em 2004, de maneira informal, e logo começaram os convites para tocar em eventos da universidade. A iniciativa virou disciplina na grade curricular em 2010, procurada inclusive por instrumentistas menos frequentes em grupos de choro atuais, como baixistas, violoncelistas e violinistas.

Na UFMG, a abertura da escola de música para o choro começou em 2004, quando o professor de trombone Marcos Flávio passou a ministrar a cadeira de Práticas interpretativas do choro. “Os instrumentistas eruditos sempre procuraram muito essa disciplina. Quando começou o curso de música popular, em 2009, os alunos de lá também passaram a procurá-la. Costuma ter fila de espera”, relata. Atualmente, ela não é oferecida porque Flávio está fazendo doutorado (sobre o trombonista Zé da Velha), mas retornará à grade tão logo ele termine seu compromisso.

“Quem toca música instrumental tem de saber choro. Não precisa ser chorão, mas é porque é a música instrumental originalmente brasileira. Do contrário, seria como o norte-americano que não sabe tocar jazz. Seria um absurdo chegar no exterior e não saber tocar 'Tico-tico no fubá', não saber quem foi Pixinguinha. O choro foi o início de tudo aqui e é um gênero que valoriza o músico, todo mundo que toca é admirado, valorizado. Demanda técnica muito apurada”, avalia o professor. A UFMG também oferece disciplinas optativas focadas no clarinetista Paulo Moura e no compositor Moacir Santos relativas ao choro.

Mauro Rodrigues, professor da Escola de Música da UFMG, não vê necessidade de criar uma escola só de choro e reconhece a importância da abertura ao gênero que as instituições de ensino têm feito no país nos últimos anos: “Particularmente, vejo a música popular como algo mais amplo. Há demandas diversas, que vão além da realidade do choro. Sobre o ensino universitário do choro faz sentido, pois temos uma música popular muito rica e sofisticada e seria estranho se ele não existisse. E escola é local de encontro, sendo que esse contato gera linguagem musical, inclusive”.


OS MESTRES

Joaquim Callado (1848-1880)


Professor de flauta, é considerado o criador do choro. Reunia músicos (como Chiquinha Gonzaga) para tocar sem repertório ou formação definidos.












Ernesto Nazareth (1863-1934)

Pianista, atuou em bailes, rádios e salas de cinema. Uniu classicismo europeu a ritmos populares, dando origem a formas como a polca-lundu.












Pixinguinha (1897-1973)
Um dos mais importantes compositores brasileiros, o flautista e saxofonista é autor de temas imortais, como Carinhoso e Um a zero.











Hamilton de Holanda (1976)
Comparar o bandolinista aos mestres é polêmico, mas seu virtuosismo e inovações o colocam como a maior novidade desde Raphael Rabello.









Fonte:
Jornal Estado de Minas - EM Cultura 
Publicação:24/04/2015 

23 de abril de 2015

UM PARABÉNS BEM CARINHOSO...


23 DE ABRIL - DIA NACIONAL DO CHORO. SALVE PIXINGUINHA!


Hoje um dos grandes nomes da nossa música completaria mais um ano de vida. Nesta data, escolhida como Dia Nacional do Choro, comemoramos o aniversário de Pixinguinha. Não por acaso, mas exatamente pela grande contribuição que esse mestre deu ao mais genuíno dos estilos musicais brasileiros.

PARABÉNS, SEU PIZINDIN! E um abraço a todos os chorões.

22 de abril de 2015

Semana do Choro no Muringueiro com programação especial.



Dia 23 de abril comemora-se o Dia Nacional do Choro e aniversário do mestre Pixinguinha. Para celebrar, O Muringueiro preparou uma programação musical especial com muito choro e chorões.
O Muringueiro é um espaço dedicado à música e gastronomia, localizado no bairro da Graça. O bar funciona de quarta a sábado com diversas apresentações musicais e um cardápio com predominância da comida mineira.
Programe-se.

SERVIÇO
Semana do Choro no Muringueiro
Datas: 23,24 e 25 de abril
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416 - Bairro da Graça - Belo Horizonte
Entrada: R$10,00
Informações: (31) 3267-0819 ou (31)8468-7400

20 de abril de 2015

‘SESC CHORINHO E SAMBA NA PRAÇA’ COMEMORA DIA NACIONAL DO CHORO COM SUPER SHOW NA PRAÇA SANTA TEREZA.


O Dia Nacional do Choro vai ganhar uma comemoração especial em Belo Horizonte. O Sesc Chorinho e Samba na Praça prepara uma edição especial para comemorar a data. O show, gratuito, será em 25/4, sábado, na Praça Duque de Caxias, popularmente conhecida como Praça de Santa Tereza, a partir das 19h. 

Entre as atrações estão músicos e grupos expressivos da cena artística brasileira, reconhecidos por valorizar a tradição do choro ao mesmo tempo em que apresentam novos arranjos para clássicos. São eles: Época de Ouro, Quatro a Zero, Flor de Abacate e Aurélie e Verônica. Também haverá participações especiais de Hamilton de Holanda e Toninho Ferragutti. 

Apesar de ter surgido no Rio de Janeiro, o choro é uma vertente da música que criou raízes em Minas Gerais, muito em função da tradição seresteira do estado. Os artistas convidados vão relembrar a trajetória do gênero com apresentações emocionantes. 

O Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, em homenagem à data de nascimento de Pixinguinha, um dos nomes mais expressivos da música popular brasileira. O termo ‘choro’ resultou da mistura de acordes que induziam a uma sensação de melancolia. O século 20 trouxe uma grande leva de chorões, como são conhecidos os compositores, instrumentistas e arranjadores desse estilo. Entre os nomes de destaque estão, além de Pixinguinha, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Callado. 

SERVIÇO
Sesc Chorinho e Samba na Praça -  Especial Dia Nacional do Choro 
Atrações: Grupos Época de Ouro, Quatro a Zero, Flor de Abacate e Aurélie e Verônica. Participações especiais de Hamilton de Holanda e Toninho Ferragutti.
Data: 25 de abril
Horário: a partir das 19h
Local: Praça Duque de Caxias (Praça Santa Tereza), Santa Tereza, Belo Horizonte 
Entrada gratuita
Informações : (31) 3270-8100

16 de abril de 2015

CLUBE DO CHORO DE BH COMEMORA O DIA NACIONAL DO CHORO COM NOITE DE FESTA NO SESI/CONTAGEM.


Dando prosseguimento ao Projeto "Choro Itinerante"- parceria firmada com o SESI/MG, o Clube do Choro de BH promove, no próximo dia 23 de abril, uma noite especial para comemorar o Dia Nacional do Choro.
O evento tem início às 20 horas, no Teatro SESI/Contagem e brindará o público com show do Grupo Sarau Brasileiro. A apresentação ficará a cargo do comunicador Acir Antão, que também se apresentará ao lado grupo, interpretando canções de Pixinguinha, aniversariante e homenageado da noite.
No show especial comemorativo ao DIA NACIONAL DO CHORO, o Conjunto apresentará um repertório bem variado, composto por clássicos do Choro, de autores consagrados e compositores mineiros, além de composições próprias.

SARAU BRASILEIRO
O grupo Sarau Brasileiro surgiu no final da década de 80 com quatro integrantes, Geraldo Alvarenga, Hélio Pereira, Geraldo Magela e Zazá, e tocou com grande sucesso em diversos eventos pelo Estado. Desde então este sexteto vem se apresentando regularmente, tocando em shows e em projetos como Minas ao Luar e outros projetos musicais, Feira Tom Jobim, Domingo no Museu, Festa da Música, Projeto Pizindim, Virada Cultural e outras rodas de choro. 
Nesta apresentação o Conjunto Sarau Brasileiro se apresenta com a seguinte composição:Cícero (acordeon); Juliana D’Ávila (flauta); Hélio Pereira (bandolim); Geraldo Magela (7 cordas); Geraldo Alvarenga (6 cordas); Robson (cavaco) e Frederico (pandeiro).

INGRESSOS PARA ASSOCIADOS DO CLUBE DO CHORO DE BH:
Atenção associados. O Clube do Choro de BH  terá disponibilidade de pares de ingressos, destinados aos 25 primeiros associados que manifestarem interesse através dos números de contato ou email do Diretor Administrativo , Lúcio Silva. 

SERVIÇO:
SHOW COMEMORATIVO AO DIA NACIONAL DO CHORO 2015 - Atração: Grupo Sarau Brasileiro
Data: 23/04 (quinta-feira)
Horário:20 horas
Local:Teatro SESI/CONTAGEM - - Via Sócrates Marianni Bittencourt, 750 - CINCO - Contagem - MG,
Entrada: Gratuita ( sujeita à lotação do local)
Informações para o público: (31) 3391-8373 - Para Associados do Clube : (31)3451 5740/ (31)9952 0555


15 de abril de 2015

Projeto Sesc Chorinho e Samba na Praça em Igarapé com os grupos "Canta Brasil Choro & Companhia" e "Let’s Samba".

Canta Brasil Choro & Companhia e Lígia Jacques
O chorinho e o samba marcam presença na programação cultural de Igarapé, neste sábado, 18/04. O município vai receber o Sesc Chorinho e Samba na Praça com apresentação dos grupos Canta Brasil Choro & Companhia e Let’s Samba, na Praça da Matriz, Centro. O show acontece a partir das 21h e é uma oportunidade de relembrar grandes sucessos na voz de novos intérpretes.

O grupo Canta Brasil Choro & Companhia reúne músicos da cena musical de BH: Mateus Fernandes (violão), José Carlos Choairy e Vinicius Juliano (cavaquinhos), Carlos Augusto Barata Boëchat (pandeiro) e Raissa Anastásia (flautas). Nesta apresentação, o grupo conta com a participação especial da associada ao Clube do Choro, Lígia Jacques . No repertório, destacam-se ritmos nacionais de diversos períodos.

A outra atração da noite, o Let’s Samba, surgiu da união de vários músicos que, envolvidos em diferentes estilos musicais, tinham como prioridade a boa música, livre de preconceitos ou rótulos. Com liberdade de criação e a influência de diferentes estilos, o grupo é um caldeirão musical de clássicos e novos hits.

SERVIÇO
Sesc Chorinho e Samba na Praça, em Igarapé
Atrações: Grupos Canta Brasil Choro & Companhia e Let’s Samba
Data: 18/4
Horário: 21h
Local: Praça da Matriz, Centro 
Entrada gratuita
Informações para o público: (31) 3270-8100

14 de abril de 2015

Documentário "Simplicidade: Mozart Secundino de Oliveira", em sessão comentada.


Para quem perdeu a estreia do Documentário "Simplicidade: Mozart Secundino de Oliveira" que retrata a vida deste magnífico Chorão e sócio fundador do Clube do Choro de Belo Horizonte, a nova chance é hoje, em sessão comentada do Cineclube Fafich.
A sessão acontece às 19 horas, no auditório Sônia Viegas (Campus UFMG). Depois do filme haverá uma conversa com a diretora Amanda Gomes, Mozart Secundino de Oliveira e o professor Nísio Teixeira (Departamento de Comunicação Social-UFMG). A sessão faz parte da "EXPRESSA: mostra de cinema local contemporâneo".

O Cineclube FAFICH é um projeto de extensão de alunos da FAFICH e tem como objetivo articular o diálogo entre cineastas, público e especialistas.

SERVIÇO:
CINECLUBE FAFICH - Sessão comentada do documentário "Simplicidade: Mozart Secundino de Oliveira".
Data: 14 de abril de 2015 – terça-feira
Horário: 19h00
Local: Auditório Sônia Viegas - FAFICH Campus UFMG - Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 - Pampulha, BH
Entrada franca.

Grupo "Clube do Choro" é atração no Minas ao Luar.

Chegou a vez da cidade de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, receber um dos projetos do Sesc de valorização da música brasileira. O Minas ao Luar chega ao município, no sábado, 18/4, na Praça da Juventude, Centro, com apresentação do "Grupo Clube do Choro", que apresenta no repertório o melhor da música brasileira de todos os tempos.  A entrada é gratuita.

Criado em 1985, o "Grupo Clube do Choro" tem a proposta de divulgar a música popular brasileira. Dedicados ao chorinho no início da carreira, os músicos ampliaram o repertório, adicionando vozes aos instrumentos. A formação atual conta com 10 artistas.

SERVIÇO
Minas ao Luar, em Santa Luzia
Atração: Clube do Choro                                     Data: 18/4
                                                                                     Hora: 20h30
                                                                                     Local: Praça da Juventude, Centro
                                                                                     Entrada gratuita

13 de abril de 2015

Engole o Choro faz apresentação no Projeto Palco Livre do Conservatório UFMG.

Grupo Engole o Choro - Foto: Nayara Mendes
Nesta terça-feira, 14 de abril às 20h, o projeto Palco Livre do Conservatório UFMG recebe o Grupo Engole o Choro. 
O grupo "Engole o Choro" é fruto da vontade de amigos de faculdade em produzir e difundir choro de qualidade. Ele possui como principais influências a genialidade de Pixinguinha, Waldir Azevedo, Garoto, Cartola, Dilermando Reis, Ernesto Nazaré, Jacob do Bandolim, Leonardo Barreto e Geraldo Alvarenga. A identidade do conjunto é evidente tanto desde a escolha do repertório e a produção autoral de choros até a interpretação e a performance única. Seu embrião é o projeto "Cacá Campos e os Chorões", que se apresentou em diversos shows pelo país em 2013 e 2014. No inicio de 2014, com a entrada de mais dois integrantes nasceu o projeto paralelo “Engole o Choro”. Com a participação em diversos festivais, rodas de choros e eventos particulares por Belo Horizonte e região, o grupo traz uma nova cara para o choro mineiro. O conjunto é formado por André Luís (Clarinete), Cacá Campos (Flauta), Fernando Venturelli (Cavaco), Leandro Oliveira e Lucas Carvalhais (Violões) e Rodrigo Marcos (Percussão), vem trazendo uma nova cara para o choro mineiro. 
No Show o grupo apresentará composições de Jacob do Bandolim, Raul de Barros, Geraldo Alvarenga, Waldir Azevedo, Pixinguinha, João de Barros, Ernesto Nazareth, Bendito Lacerda entre outros.

PALCO LIVRE APRESENTA : ENGOLE O CHORO
Data: 14 de abril de 2015 – terça-feira
Horário: 20h00
Local: Conservatório UFMG – Av. Afonso Pena, 1534 – Centro BH/MG
Entrada franca.
Info: 3409-8300

No mês do Choro, Grupo Piolho de Cobra homenageia os grandes chorões.

Grupo Piolho de Cobra - Foto: Divulgação.
Para comemorar o mês do Choro, o Grupo Piolho de Cobra faz uma homenagem aos compositores do gênero com show programado para o próximo domingo, 19 de abril, no Sesc Palladium. 
No repertório, o grupo contempla músicos consagrados como o nosso aniversariante do mês, mestre Pixinguinha, e ainda apresenta composições de integrantes do grupo.
O Piolho de Cobra é formado pelos músicos Mozart Secundino (violão), Gustavo Monteiro (Violão), Rafael Zavagli (cavaquinho), Francisco Bastos (Flauta), Rubens Costa (Pandeiro) e Tião do Bandolim. Nesta apresentação, o grupo terá como convidado especial, o cavaquinista Ausier Vinícius.
Programa-se.


SERVIÇO
Grupo Piolho de Cobra no show Homenagem aos Grandes ChorõesData: 19 de abril
Horário: 19 horas
Local: SESC Palladium - Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro - BH
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) - R$ 10,00 (meia)
Informações: (31) 9781-2449



7 de abril de 2015

NESTA QUINTA TEM MARCELA NUNES "NA GRAÇA DO CHORO".


Nesta quinta, 9 de abril, a partir da 19 horas, o Projeto "Na Graça do Choro", promovido pelo espaço O Muringueiro convida a flautista Marcela Nunes.
O Muringueiro é um espaço dedicado à música e gastronomia, localizado no bairro da Graça. O bar funciona de quarta a sábado com diversas apresentações musicais e um cardápio com predominância da comida mineira.
Programe-se.

SERVIÇO
Projeto "Na Graça do Choro" convida Marcela Nunes
Data: 9 de abril
Horário: 19 horas
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416 - Bairro da Graça - Belo Horizonte
Entrada: R$10,00
Informações: (31) 3267-0819 ou (31)8468-7400

6 de abril de 2015

Programa Globo Horizontes destaca o VIII Festival Internacional de Violões com participação do associado Carlos Walter .

Carlos Walter e Geraldo Viana - Globo Horizontes

A oitava edição do Festival Internacional de Violões acontecerá nos dias 10, 11 e 12 deste mês e manterá o formato consagrado nas edições anteriores. Os shows/concertos ocuparão os palcos da Fundação de Educação Artísica (dia 10), do Grande Teatro do SESC Palladium (dia 11) e do Grande Teatro do Palácio das Artes (dia 12).

O programa Globo Horizontes exibido ontem, trouxe a entrevista de Renata do Carmo a Fernando Araújo, Geraldo Vianna e o associado ao Clube do Choro de BH, Carlos Walter. Na entrevista gravada na Sala Juvenal Dias - Palácio das Artes os artistas falam detalhadamente sobre a programação do festival e ainda sobre os Violões de Minas. 

Para quem perdeu o programa, o blog do Clube exibe aqui para você, em três blocos. Confira.


1 de abril de 2015

Confira a programação do FIV 2015 e programe-se para as atividades que acontecem de 10 a 12 de abril.



O FIV - Festival Internacional de Violão surgiu em 2005, fruto da inquietação e do desejo dos seus idealizadores em realizar um festival musical de qualidade em Belo Horizonte. A ideia era criar um evento que pudesse trazer para a cidade violonistas dos 4 cantos do mundo, reunindo desde jovens virtuoses, como o polonês Grzegorz Krawiec, passando por grandes nomes da atualidade, como o argentino Pablo Marquez, a verdadeiros ícones do violão e da música popular do Brasil, como o Duo Assad, Zé Menezes e Egberto Gismonti.
Em sua oitava edição, o Festival Internacional de Violão já integra o calendário cultural da cidade, a exemplo dos nossos grandes fóruns e festivais. A proposta do FIV é oferecer a Belo Horizonte uma ampla amostra do que de melhor vem sendo produzido em música mundo afora, tendo como principal foco o violão.
Com o cuidado de equilibrar as diversas manifestações populares e eruditas, o FIV busca apresentar variedade de instrumentações: desde violão solo ou violão e voz, até trios de jazz, violão como solista frente a uma orquestra, coral ou quarteto de cordas. Desta forma, oferece uma programação diversificada, que agrada tanto a leigos quanto a profissionais, estudantes de música e amadores. Este público tem vindo de várias partes do país para assistir aos shows e participar das oficinas. Por isso também existe a preocupação de valorizar a produção local, incluindo sempre na programação representantes da escola do violão mineiro.
A oitava edição acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de abril e manterá formato consagrado nas edições anteriores. Os shows/concertos ocuparrão os palcos da Fundação de Educação Artísica (dia 10), do Grande Teatro do SESC Palladium (dia 11) e do Grande Teatro do Palácio das Artes (dia 12).
Confira abaixo a programação:

26 de março de 2015

"Articulação e fraseado no Choro e no Samba" é tema de workshop e programa com entrada franca para hoje à noite.


Hoje acontece o primeiro "Café com Sax" que traz como atração, o multinstrumentista Dirceu Leitte que oferece o workshop "Articulação e fraseado no Choro e no Samba". O programa acontece no Teatro da Assembléia Legislativa, a partir das 19 horas. Como convidados, sobem ao palco amigos e associados do Clube do Choro de BH: Marcos Flávio (trombone), Ausier Vinícius (cavaquinho), Gladson Braga (percussão), Marcos Danilo (violão) e Carlinhos 7 Cordas (violão).
A programação tem entrada franca. Imperdível!

SERVIÇO
Projeto "Café com Sax" apresenta: Dirceu Leitte.
Data: 26 de março (quinta)
Horário: 19h00
Local: Teatro da Assembleia (Palácio da Inconfidência)- Rua Rodrigues Caldas, 30 - Santo Agostinho - BH.
Informações: www.grilomusical.com.br / (38) 3221-9031



25 de março de 2015

Piolho de Cobra no "Pedacinhos do Céu".

O fim de tarde do próximo domingo promete ser dos melhores, na boa companhia do Grupo de Choro Piolho de Cobra que se apresenta a partir das 17 horas, na varanda do "Pedacinhos do Céu".
O grupo é formado por: Rafael Zavagli (cavaquinho), Evandro Archanjo (flauta), Rubens Costa (pandeiro) e Daniel Rosa (violão de 7 cordas). Apesar de ser composto por músicos jovens, o Piolho de Cobra se destaca pela maneira tradicional de tocar choro, prezando por manter a linguagem original do estilo. Essa característica acabou por proporcionar ao grupo o privilégio de se apresentar ao lado de diversos representantes da velha guarda do choro mineiro, como Seu Tião do Bandolim e do violonista Mozart Secundino.
Um programa dos melhores.

SERVIÇO
Grupo Piolho de Cobra no "Pedacinhos do Céu"
Data: 29 de março (domingo)
Horário: 17h00
Local: Pedacinhos do Céu - Rua Belmiro Braga, 774- Bairro Alto Caiçara. BH
Informações: (31) 3462-2260 e (31) 8899-6624

24 de março de 2015

"ENGOLE O CHORO" É A PEDIDA PARA ESTA QUARTA.

Amanhã, quarta-feira, 25 de março às 12h30, o projeto Quarta Cultural do Conservatório UFMG recebe o grupo "Engole o Choro",composto por André Luís (Clarinete), Cacá Campos (Flauta), Fernando Venturelli (Cavaco), Leandro Oliveira e Lucas Carvalhais (Violões) e Rodrigo Marcos (Percussão). O grupo  vem trazendo uma nova cara para o choro mineiro e é fruto da vontade de amigos de faculdade em produzir e difundir choro de qualidade. Ele possui como principais influências a genialidade de Pixinguinha, Waldir Azevedo, Garoto, Cartola, Dilermando Reis, Ernesto Nazaré, Jacob do Bandolim, Leonardo Barreto e Geraldo Alvarenga. A identidade do conjunto é evidente tanto desde a escolha do repertório e a produção autoral de choros até a interpretação e a performance única. 
Seu embrião é o projeto "Cacá Campos e os Chorões", que se apresentou em diversos shows pelo país em 2013 e 2014. No inicio de 2014, com a entrada de mais dois integrantes nasceu o projeto paralelo “Engole o Choro”. Com a participação em diversos festivais, rodas de choros e eventos particulares por Belo Horizonte e região.

Repertório do espetáculo: 
Noites Cariocas – Jacob do Bandolim / Na Glória – Raul de Barros / Bola Preta – Jacob do Bandolim / Receita Mineira – Geraldo Alvarenga / Carioquinha – Waldir Azevedo / Naquele Tempo - Pixinguinha e Benedito Lacerda / Carinhoso – Pixinguinha e João de Barros / Cochichando - Pixinguinha e João de Barros / Escorregando – Ernesto Nazareth / André do Sapato Novo – André Vitor Correa / Benzinho – Jacob do Bandolim / Com a pulga atrás da orelha – Leonardo Barreto /  Ingênuo - Pixinguinha e Benedito Lacerda / Santa Morena - Jacob do Bandolim .

SERVIÇO:
Quarta Cultural apresenta: "Engole o Choro"
Data:  25 de março– Quarta-feira
Horário: 12:30h
Local: Conservatório UFMG – Av. Afonso Pena, 1534 – Centro BH/MG
Entrada: gratuita
Info: (31) 3409-8300

22 de março de 2015

CHORANDO PELAS ÁGUAS.


Hoje, 22 de março, celebramos o Dia Mundial da Água. Esta data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992 e, a cada ano, é destinada a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural. Em um momento em que vivenciamos uma crise hídrica e uma realidade tão crítica, é importante ressaltar a responsabilidade de cada um na preservação e consumo consciente das águas.
Para celebrar a data e refletir sobre a importância deste recurso natural, o blog do Clube lhe convida a curtir "Água do Vintém" composição de Chiquinha Gonzaga. O título desta obra refere-se à famosa água do chafariz do Vintém, vendida em domicílio e muito apreciada na cidade, até a remodelação do Rio de Janeiro no início do século XX.
Pegue seu copo d'água e brindemos ao Choro, curtindo "Água do Vintém" (com letra de Paulo César Pinheiro) na voz de Olivia Hime e acompanhamento ao piano de Clara Sverner.


Em 1947, por ocasião do centenário de nascimento da compositora, Pixinguinha arranjou e executou "Água do Vintém" com orquestra no programa Pessoal da Velha Guarda comandado por Almirante na Rádio Tupi. Este arranjo foi impresso em coedição do Instituto Moreira Salles com a Imprensa Oficial de São Paulo, em 2010. Água do vintém recebeu gravação com tratamento de choro, por grupo formado por Reco (bandolim), Jonas (cavaquinho), Alencar (violão 7 cordas), Jaime e Valério (violões 6 cordas) e Jorginho (pandeiro), no LP Chorando Callado, 1981. Foi gravado por Clara Sverner (piano), em 1998; e recebeu versos de Paulo César Pinheiro, em gravação de Olívia Hime (voz), acompanhada por Francis Hime (piano Kurzweil), Maurício Carrilho (violão e violão de 7 cordas), Luciana Rabello (cavaquinho), Pedro Amorim (bandolim), Celsinho Silva (pandeiro e pau de chuva), Andréa Ernest Dias (flauta) e Cristiano Alves (clarinete), em 1998.

19 de março de 2015

ESTREIA DO DOCUMENTÁRIO "SIMPLICIDADE" É NOITE DE FESTA E HOMENAGENS PARA MOZART SECUNDINO DE OLIVEIRA.



No ultimo dia 21 de fevereiro, data em que completou 92 anos, o violonista Mozart Secundino de Oliveira, sócio fundador do Clube do Choro de BH, viu sua vida na telona do cinema.
Mozart Secundino, em dia de estreia
A data foi de estreia do documentário "Simplicidade", que lhe presta homenagem e mostra sua história no Choro, seu imensurável talento e suas boas lições de bem viver. Dirigido por Amanda Gomes e Daniela Meira, o filme retrata o dia a dia de Mozart, que continua, mais que firme, empunhando o seis cordas pelas rodas de choro da capital mineira.
O vasto material do documentário foi registrado durante cinco anos, de forma simples e íntima, por Celso Biamonti e Vinícius Túlio. Ao longo desses anos, a pré-produção, a filmagem e a roteirização foram realizadas com recursos próprios da equipe. A finalização foi viabilizada através de recursos colaborativos. Entre os muitos colaboradores, figura o Clube do Choro de BH,  através de seus associados. Este mês todos os membros já receberam em domicílio, o DVD do documentário e já podem apreciar as lições de simplicidade que "Seu" Mozart tanto tem a nos oferecer. Pois Simplicidade não é apenas o nome do choro de Jacob do Bandolim, favorito por ele. É também um dos traços mais marcantes da personalidade deste homem tão querido.

Mozart Secundino ladeado pelas diretoras e equipe de produção.
O documentário traz entrevistas com Mozart, músicos que ele acompanha, familiares e outros personagens da cena do choro em Belo Horizonte, além de registros do músico em ação, em diferentes espaços de shows da cidade.
As sessões de estreia para convidados e abertas ao público ocorreram nos dias 21 e 22/02, no Cine Sesc Palladium, e contaram com a presença de familiares, amigos e muitos companheiros de música. Entre eles, o Presidente do Clube do Choro de BH, Jonas Cruz que levou um abraço ao protagonista e os cumprimentos à equipe realizadora do documentário, representando toda a diretoria e associados.


Após as sessões realizadas no sábado, como não poderia deixar de ser, a festa continuou com uma roda de Choro no saguão do teatro. Vários companheiros músicos se revesaram em mais uma homenagem sonora e desfrutando da honra de tocar ao lado de Mozart Secundino de Oliveira.

A noite foi assim: com presença de grandes companheiros, o abraço de  parentes...

... e o cumprimento de muitos admiradores. Todos para comemorar uma  merecida homenagem.