O Buteko Vila Rica, apresenta hoje a "Quinta do Chorinho". Quem sobe ao palco é o Grupo Velhos Chorões reunindo Alexandre Bacalhau no violão, Jorge Souza no bandolim e William Eustáquio ao pandeiro.
A roda tem início às 19h30, trazendo um repertório de grandes clássicos do gênero. O Buteko Vila Rica fica localizado no bairro Padre Eustáquio. Programe-se.
SERVIÇO
Roda de Choro com Grupo Velhos Chorões
Data:22/02 (quinta-feira)
Horário: 19h30
Local: Buteko Villa Rica - Rua Vila Rica, 637 - Padre Eustáquio - BH
Com Gustavo Monteiro no violão 7 cordas, Pablo Dias no cavaquinho, Marcelo Jiran no bandolim e Ricardo Acácio no pandeiro, o quarteto Fora da Curva continua agitando as noites de quinta-feira no Bolota's Bar em Santa Tereza.
O grupo, que oferece sempre um repertório à altura dos mais exigentes apreciadores do Choro e do Samba, se apresenta hoje (22/10) a partir das 18h30.
Programe-se e divulgue para os amigos.
SERVIÇO
Chorinho com Grupo Fora da Curva
Data: 22/02/2024 (quinta-feira)
Horario: 18h30
Local: Bolota´s Bar - Rua Mármore, 397 - Santa Tereza.Informações: (31) 981059355
Difundindo o Choro há mais de 30 anos e dividindo o palco com nomes de destaque do cenário da música brasileira, o trabalho do violonista Silvio Carlos está registrado em CDs, documentários e outras mídias. Músico requisitado pela competência e experiência, nesta quinta-feira (22/02) ele leva tudo isso e muito mais para o palco do "O Muringueiro¨, em mais uma edição da roda "Silvio Carlos Convida".
O 7 Cordas mais aplaudido dessas bandas recebe nesta noite o bandolinsita Helio Pereira, o pandeirista Raphael Leite e Cissa do Cavaco. A apresentação começa às 19h00. Você não pode perder. Programe-se e convide os amigos.
SERVIÇO
Silvio Carlos Convida
Data: 22/02 (quinta)
Horário: 19h00
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416 - Bairro da Graça - BH
Hoje, a partir das 19 horas, tem Choro do Jura: a "Quartinha de Lei" querida de BH. O encontro reúne grandes Chorões da cena belo-horizontina em um ambiente com designer original dos anos 30 e cheio de histórias para contar: no Juramento 202, o bar da Cervejaria Viela.
O Choro do Jura é um grupo que traz em sua base os instrumentistas André Milagres no violão sete cordas, Sandra Leão no pandeiro, Marcelo Pereira no sax e flauta, Rafael Zavagli no cavaquinho e Rodrigo Magalhães no contrabaixo acústico. Mas por lá sempre aparecem convidados mais que especiais para se reunir em uma roda imperdível. Não perca!
SERVIÇO Choro do Jura Data: 21/02/2024(quarta) Horário: a partir das 19 horas Local: Cervejaria Viela - Rua Juramento 202 - Bairro Pompéia
Nesta quarta feira (21/02) a noite de Chorinho do D'Avenidinha acontece sob o comando do quarteto formado por Geraldo Magela no violão 7 cordas, Daniel Nogueira no cavaquinho, Pedro Alvarez na flauta e Frederico Lazarini no pandeiro. E quem conhece sabe: esses não brincam em serviço!
Como sempre o repertório inclui obras assinadas por grandes mestres e autores contemporâneos da melhor qualidade.
Programe-se e convide os amigos. A roda tem início às 21 horas e aentrada é livre. Vai perder?
SERVIÇO "Quarta de Chorinho" - Pré-aniversário do Cabral Data: 21/02/2024 - quarta-feira Horário: 21 horas Local: Boteco D'Avenidinha - Av. do Contorno, 3379 - Bairro Santa Efigênia. Entrada: livre
Com um time de instrumentistas eclético em suas formações e trajetos, o Arreda o Passo promove às terças-feiras uma super roda de Choro no Bar Bocaiúva.
Para essa experiência musical única e imperdível, Rafael Manteiga (cavaquinho), Rafael Pimenta (violão de sete), Marcos Pimenta (violão de seis), Márcio Barbeira (bandolim) e Chio Rosa (pandeiro) se reúnem a partir das 19 horas e juntos prometem oferecer um repertório impecável pra quem gosta de Choro. Programe-se e chame os amigos.
SERVIÇO Choro com grupo Arreda o Passo Data: 22/02/2024 (terça-feira) Horário: 19 horas Local: Bar Bocaiúva - Rua Paraisópolis, 550 - Santa Tereza - BH
Couvert artístico: R$10,00 Informações e Reservas: (31) 3214-2919
A terça-feira chegou e vem cheia de graça, trazendo o "Abre a Roda" em mais uma apresentação imperdível no Santo Boteco.
O coletivo feminino formado por instrumentistas de renome no cenário musical de BH se apresenta a partir das 19h30, em mais uma concorrida e afinada roda aberta.
Você não pode perder. Programe-se e chame os amigos.
SERVIÇO Abre a Roda Mulheres no Choro no Santo Boteco Data: 20/02/2024 - terça-feira Horário: a partir das 19h30 Local: Santo Boteco - R. Major Lopes, nº 4 - Bairro São Pedro - BH
O chorinho surgiu no Rio de Janeiro no final do século XIX a partir de uma prática instrumental de conjunto de um agrupamento de músicos que tocava de maneira particular o repertório europeu em voga nos salões da época. Normalmente reunidos aos domingos, os grupos (de violão, cavaquinho e flauta) apresentavam um repertório que incluía os ritmos (das danças correspondentes) de polca, mazurca, quadrilha, valsa e schottische. Ao longo do século XX, outros instrumentos foram integrados, como: o pandeiro, o saxofone, o bandolim, o clarinete, o oficleide, o bombardino e o trombone.
Os pianeiros foram os responsáveis por transformar estas danças europeias “choradas” em obras para piano solo, onde eram tocadas em cinemas, festas familiares, bailes, casamentos, batizados e aniversários. As figuras de maior destaque no início deste movimento foram Francisca “Chiquinha” Gonzaga, que utilizou o piano como instrumento de libertação e o símbolo das causas pelas quais
lutou, como o abolicionismo e os direitos das mulheres. O outro músico importante foi o pianista e compositor Ernesto Nazareth, considerado por alguns como o “Chopin brasileiro” pela inclusão de elementos eruditos em seus tangos brasileiros (hoje conhecidos como choros).
Na metade do século XX, o choro já estava consolidado e influenciava inclusive compositores (Heitor Villa-Lobos, Radmés Gnattali, Osvaldo Lacerda e Octavio Maul) da chamada “música erudita” que, em suas obras, tanto traziam no título a palavra “choro” quanto utilizavam elementos do gênero em suas composições.
Esta palestra/recital traça a evolução do choro desde suas raízes urbanas até o palco de concertos onde podemos ouvir a história do gênero e todos os seus elementos musicais através do piano solo.
Evan Alexander Megaro, pianista, formado em Estudos de Jazz pela Universidade Estadual de Nova Jersey, EUA. Durante seu curso, no ano de 2001, realizou um semestre de intercâmbio em composição na Escola de Música da Universidade de Kingston em Londres, Inglaterra. Após sofrer graves lesões ligamentares nas mãos em 2004, estudou e reabilitou as mãos pela Técnica Taubman com Eleanor Hancock e John Bloomfield no Golandsky Institute em Manhattan, Nova York até 2010. Veio para o Brasil no mesmo ano, iniciando o curso de pós-graduação em Música (Mestrado) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro no ano de 2010 sob a orientação da Dra. Miriam Grosman. Concluiu sua dissertação no ano de 2013 com foco nas obras brasileiras para piano e no gênero baião, obtendo o título de mestre em Práticas Interpretativas. Em 2020, obteve o Doutorado em Performance (com foco nas obras de Octavio Maul e no gênero de choro para piano solo) na Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte) sob a orientação da Dra. Margarida Maria Borghoff e Dr. Fausto Borém de Oliveira. Atualmente apresenta chorinho, jazz e música erudita no mercado musical em Belo Horizonte e seus arredores.
SERVIÇO
Recital: A Evolução do Chorinho no Piano com Evan Megaro
Data: 24/02/2024
Horário:19h30
Local: IDEA Espaço Cultural - Rua Bernardo Guimarães, 1200 Funcionários -Belo Horizonte, MG
Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Jonas Silva, Luperce Miranda, Hermeto Pascoal e Sivuca são alguns dos grandes mestres que fazem parte do repertório que o Quarteto Chorare preparou para a roda de Choro que promoverá nesta sexta feira (16) no Galpão Flor do Campo.
O Chorare se apresenta com Mateus Porto no bandolim), Daniel Christófaro no violão 7 cordas, Andre Lodi no Violino e Elmo Haizer no Pandeiro.
Programe-se e convide os amigos para desfrutarem juntos de um ótimo programa musical.
SERVIÇO
Chorinho com Quarteto Chorare
Data: 16/02/2024 - Sexta-feira
Horário: 19 horas
Local: Galpão Flor do Campo - Rua Cel. Otávio Diniz, 449 - Santa Efigênia - BH
Nesta sexta (16/02) o Orapranois é quem garante o Choro e Samba nopalco do Almanaque Anchieta. O grupo se apresenta às 19h30 com Fred Lazzarini no pandeiro, Juliana D'Ávila na flauta, Magela no violão e Rodrigo Alonso no cavaquinho. Não perca e convide os amigos, pois como dizem: as sextas no Alma são mais animadas.
Hoje tem Fora da Curva em Santa Tereza. O grupo se apresenta a partir das 18h30 no Bolota's Bar e chega com Gustavo Monteiro no violão 7 cordas, Pablo Dias no cavaquinho, Marcelo Jiran no bandolim e Ricardo Acácio no pandeiro para cumprir com maestria seu compromisso de oferecer sempre um repertório à altura dos mais exigentes chorões e de quem ama o Samba também. Programe-se e convide os amigos.
SERVIÇO
Chorinho com Grupo Fora da Curva
Data: 15/02/2024 (quinta-feira)
Horario: 18h30
Local: Bolota´s Bar - Rua Mármore, 397 - Santa Tereza.Informações: (31) 981059355
E aproveita para apreciar um pouquinho do que lhe espera por lá:
O Carnaval já está batendo na porta e com ele as eternas marchinhas que entraram para o memorial da alegria do povo braisleiro. Entre elas, algumas compostas poela mestra Chiquinha Gonzaga. Nessa apresentação assinada por Daniela Valenga temos um pouco dessa história. Acesse:
Nesta quinta-feira (08/02) o grupo Velhos Chorões chega com Alexandre Bacalhau no violão 7 cordas, Jorge Souza no bandolim e Camargo no pandeiro e promete promover mais uma roda imperdível no Buteko Villa Rica.
O trio se apresenta a partir das 19h30 trazendo um repertório de grandes clássicos do gênero executado com toda harmonia e competência. Não perca e convide os amigos.
SERVIÇO
Roda de Choro com Grupo Velhos Chorões
Data: 08/02 /2024 (quinta-feira)
Horário: 19h30
Local: Buteko Villa Rica - Rua Vila Rica, 637 - Padre Eustáquio - BH
O pianista Evan Megaro promove hoje (07/02) uma noite de Choro em piano solo. Com um repertório que incluirá Choros e Tangos antigos ele apresentará obras compostas por Alexandre Levy, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Radamés Gnattali, composições autorais e outras atuais assinadas por Raíssa Anastasia e Luisa Mitre. A apresentação acontece no Bar A Porca Voadora, às 20 horas.
EVAN ALEXANDER MEGARO é pianista, formado em Estudos de Jazz pela Universidade Estadual da Cidade de Jersey em Nova Jersey, EUA. Durante seu curso, no ano de 2001, realizou um semestre de intercâmbio em composição na Escola de Música da Universidade de Kingston em Londres, Inglaterra. Após sofrer graves lesões ligamentares nas mãos em 2004, estudou e reabilitou as mãos pela Técnica Taubman com Eleanor Hancock e John Bloomfield no Golandsky Institute em Manhattan, Nova York até 2010.
Veio para o Brasil no mesmo ano, iniciando o curso de pós‐graduação em Música (Mestrado) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro no ano de 2010 sob a orientação da Dra. Miriam Grosman. Concluiu sua dissertação no ano de 2013, obtendo o título de mestre em Práticas Interpretativas. Obteve o Doutorado em Performance (com foco nas obras de Octavio e no gênero de choro) na Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte) sob a orientação da Dra. Margarida Maria Borghoff e Dr. Fausto Borém de Oliveira. Atualmente apresenta jazz, choro e música erudita no mercado musical em Belo Horizonte e seus arredores.
SERVIÇO
Evan Megaro apresenta: Choro em Piano Solo
Data: 07/02/2023 (quarta-feira)
Horário: 20 horas
Local: Bar A Porca Voadora - Rua do Ouro, 1701 - Serra
Hoje tem Chorinho no D'Avenidinha e o quarteto que garante a noite mais esperada será formado por Pedro Alvarez na flauta, Daniel Toledo no violão 7 cordas, Frederico Lazarini no pandeiro e Daniel Nogueira no cavaquinho.
A roda tem início às 21 horas, com entrada livre. Então... o encontro está marcado. Não perca!
SERVIÇO "Quarta de Chorinho" - Pré-aniversário do Cabral Data: 07/02/2024 - quarta-feira Horário: 21 horas Local: Boteco D'Avenidinha - Av. do Contorno, 3379 - Bairro Santa Efigênia. Entrada: livre
Com um time de instrumentistas eclético em suas formações e trajetos, o Arreda o Passo é um destaque no cenário do Choro em BH. Todas as terças feiras, o grupo vem promovendo uma experiência musical imperdível através de uma roda de Choro no Bar Bocaiúva, localizado em Santa Tereza.
Com Rafael Manteiga (cavaquinho), Rafael Pimenta (violão de sete), Marcos Pimenta (violão de seis) e Márcio Barbeira (bandolim) em sua formação, o grupo recebe sempre outros instrumentistas como convidados especiais. Juntos eles oferecem um repertório impecável para quem gosta de Choro. Programe-se e convide os amigos.
SERVIÇO
Choro com grupo Arreda o Passo
Data: 06/02/2024 (terça-feira)
Horário: 19 horas
Local: Bar Bocaiúva - Rua Paraisópolis, 550 - Santa Tereza - BH
O Chorosas se apresenta nesta terça-feira (06/02) em mais uma noite de Chorinho no Bença Bençoi. O grupo, que busca fomentar o trabalho de mulheres instrumentistas e compositoras com muito talento e competência, é formado pelas instrumentistas Christiane Cordeiro no cavaquinho, Mariana Martins no violão, Poliana Soares na clarineta, Priscila Norberto na flauta transversal e hoje novamente contando com a participação da pandeirista, Luciana Dietze.
A roda inicia às 19 horas, trazendo um repertório impecável que inclui clássicos do Choro, composições autorais e outras feitas por mulheres de várias gerações, de Chiquinha Gonzaga à atualidade. Não perca.
SERVIÇO
Chorinho com Grupo Chorosas
Data: 06/02 /2024 (terça-feira)
Horário: 19 horas
Local: Bença Bençoi Bar e Café - rua Diamantina, 492, no bairro Lagoinha.
Filme de Juliana Baraúna, que estreia nesta segunda (5/2) no canal Curta, traz novo olhar sobre o legado pioneiro da compositora, maestrina e abolicionista.
Chiquinha Gonzaga era neta de ex-escravizada, mas pouco se fala de sua ascendência negra
crédito: Curta/reprodução
A trajetória de Chiquinha Gonzaga (1847-1935) é analisada sob novo viés em documentário que estreia nesta segunda (5/2), no canal Curta!. Dirigido por Juliana Baraúna, “Chiquinha Gonzaga – Música substantivo feminino” acompanha a vida pessoal, carreira artística e atuação político-social dela, por meio de depoimentos de uma série de mulheres.
São elas a biógrafa Edinha Diniz, autora de “Chiquinha Gonzaga – Uma história de vida” (Zahar, 2009), as pianistas Clara Sverner e Maria Teresa Madeira, a socióloga Carolina Alves, a filósofa Helena Theodoro e a regente Andréa Botelho.
Entremeando depoimentos e imagens de época, canções de Chiquinha são apresentadas pelo Grupo Chora – Mulheres na Roda.
O pioneirismo da compositora, musicista e maestrina (aprendemos que o termo foi cunhado para Chiquinha, pois antes dela mulheres jamais haviam regido no Brasil) sempre foi destacado. O que o documentário faz é atualizar esta leitura.
Sua criação mais popular, a marcha-rancho “Ó abre alas” (1899), é considerada a primeira canção carnavalesca brasileira. O simples verso “Ó abre alas/ que eu quero passar” pode também ser visto como chamamento a todos os brasileiros – incluindo mulheres, negros, indígenas, populações “invisíveis” naquele período.
Francisca Edviges Neves Gonzaga teve uma vida singular desde o nascimento. Filha de José Basileu Gonzaga, marechal de campo do Exército, e de Rosa Maria Neves de Lima, filha de uma ex-escravizada, nasceu fora do casamento formal. Foi a terceira filha (a primeira a vingar) do casal, que só mais tarde formalizou sua união.
Paixão pelo piano
O documentário fala do apagamento da ascendência negra de Chiquinha, já que pouco se sabe dos registros maternos dela. Foi criada como “sinhazinha”, aprendendo línguas, bordado e música. O piano logo desperta paixão, que não diminui com o casamento, aos 16 anos, com Jacinto Ribeiro do Amaral – o Marquês, futuro Duque de Caxias, foi um dos padrinhos.
Vieram o primeiro filho, João Gualberto, e a segunda, Maria do Patrocínio. O casamento já havia desandado, o marido via no piano um rival. Há um rompimento no navio de Jacinto, em plena Guerra do Paraguai (1864-1870). A gravidez de Hilário retarda a separação, que vai ocorrer quando o terceiro filho tinha alguns meses.
Chiquinha foi embora de casa sem as crianças. Sua ascensão no cenário musical se dá em meio a muitas dificuldades. A polca “Atraente”, surgida durante o encontro com vários músicos, teve a partitura rasgada várias vezes por sua família. Partituras, na época, eram o único registro de uma criação musical – “Atraente” acabou popularíssima, com 15 edições somente em 1877.
Chiquinha foi a compositora que mais explorou gêneros musicais: compôs valsa, tango, choro, marcha, maxixe, polonaise e fado, entre outros estilos.
Esta carioca foi a primeira muitas vezes. Além de maestrina, criou orquestra de violões, instrumento na época considerado menor; compôs operetas, que deram origem ao teatro de revista; apresentou-se em prol da abolição da escravatura; envolveu-se com direitos autorais – é fundadora da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (Sbat), pioneira no país na proteção dos compositores.
Seu maior relacionamento foi bastante controverso. Apenas depois de sua morte veio à tona a verdade sobre a relação com o português João Batista, mais tarde chamado Gonzaga (Chiquinha tinha 52 anos e ele 16 quando se conheceram). Ele chegou a ser adotado por ela como filho. Viveram juntos até a morte de Chiquinha, aos 87 anos.
“A grande antagonista de Chiquinha foi a mentalidade da época”, conclui Edinha Diniz no documentário, lembrando a série de percalços sofridos por ela por ser mulher na sociedade que não aceitava a liberdade feminina.
“Ela tinha a experiência materna e a experiência da escravidão muito próximas, por isso sua negritude precisa ser reivindicada”, acrescenta a socióloga Carolina Alves.
“CHIQUINHA GONZAGA – MÚSICA SUBSTANTIVO FEMININO”
O documentário estreia nesta segunda-feira (5/2), às 23h, no canal Curta!. Também disponível no streaming CurtaOn (acesso no ClaroTV+, Prime Video e site curtaon.com.br)
Neste sábado (03/02) tem Orapranois em uma programação pré Carnaval imperdível. O grupo é formado por Rodrigo Alonso no cavaquinho, Geraldo Magela no Violão 7 cordas, Juliana D'Avilla na flauta e Fred Lazarini no pandeiro. O grupo se apresenta a partir das 14h30, na Casa Monti.
Juntos eles promoverão uma roda com muito Samba da Velha Guarda e Marchinhas carnavalescas para animar sua tarde de sábado. Programe-se e convide os amigos para entrar nesse cordão!
SERVIÇO
Orapranois apresentando Samba e Marchinhas de Carnaval
Data: 20/01/2024 - Sábado
Horário: 15 horas
Local: Casa Monti Açougue e Empório - Rua Luiz Soares da Rocha,40 -Bairro Luxemburgo - BH
Com o grupo Orapranois o Choro e Samba estão sempre garantidos. E hoje, 02/02 o show acontece no palco do Almanaque Anchieta.
O grupo se apresenta às 19h30 e vem com sua formação completa: Fred Lazzarini no pandeiro, Juliana D'Ávila na flauta, Magela no violão e Rodrigo Alonso no cavaquinho.
Não perca e convide os amigos, pois como dizem: as sextas no Alma são mais animadas.
Hoje a noite é de festa no Boteco D'Avenidinha. E a trilha sonora não poderia ser outra: muito Choro e Samba com o regional que traz Pedro Alvarez na Flauta, Daniel Toledo no Violão 7 cordas, Marcos Soares no Cavaquinho, Daniel Nogueira no Pandeiro, Ronaldo Emereciano no Surdo e o trombonista Marcos Flávio como convidado especial.
A roda tem início às 21 horas , a entrada é livre e você não pode perder.
SERVIÇO
Roda de Samba & Choro D'Avenidinha
Data: 02/02/2024 - sexta-feira
Horário: 21 horas
Local: Boteco D' D'Avenidinha - Av. do Contorno, 3379 - Bairro Santa Efigênia.Entrada: livre
A sexta-feira chegou trazendo rodas de Choro e Samba imperdíveis. Uma delas é a que o Quarteto Chorare promove logo mais, a partir das 19 horas, no Galpão Flor do Campo.
Com Mateus Porto (bandolim), Daniel Christófaro (violão 7 cordas), Andre Lodi (Violino) e Elmo Haizer (Pandeiro) em sua formação, o Chorare nos trará um repertório muito especial: composições de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Jonas Silva, Luperce Miranda, Hermeto Pascoal, Sivuca entre outros grandes mestres.
Programe-se e convide os amigos.
SERVIÇO
Chorinho com Quarteto Chorare
Data: 02/02/2024 - Sexta-feira
Horário: 19 horas
Local: Galpão Flor do Campo - Rua Cel. Otávio Diniz, 449 - Santa Efigênia - BH
Com Gustavo Monteiro no violão 7 cordas, Pablo Dias no cavaquinho, Marcelo Jiran no bandolim e Ricardo Acácio no pandeiro, o quarteto Fora da Curva cumpre hoje seu compromisso de agitar as noites de quinta-feira no Bolota´s Santa Tereza.
O grupo, que oferece sempre um repertório à altura dos mais exigentes apreciadores do Choro e do Samba, se apresenta a partir das 18h30. Programe-se e reúna os amigos.
SERVIÇO
Chorinho com Grupo Fora da Curva
Data: 01/02/2024 (quinta-feira)
Horario: 18h30
Local: Bolota´s Bar - Rua Mármore, 397 - Santa Tereza.Informações: (31) 981059355
O grupo Velho Chorões é formado por Alexandre Bacalhau no violão 7 cordas, Jorge Souza no bandolim e Camargo no pandeiro, músicos da velha guarda que conhecem do riscado do Choro. Semanalmente eles se apresentam no Buteko Villa Rica, um reduto que vem preservando a tradição do Chorinho na região do Padre Eustáquio.
E hoje, a partir das 19h30, o trio se apresenta na "Quinta do Chorinho" trazendo, como sempre e com toda maestria, um repertório de grandes clássicos do gênero. Não perca e convide os amigos.
SERVIÇO
Roda de Choro com Grupo Velhos Chorões
Data: 01/02 /2024 (quinta-feira)
Horário: 19h30
Local: Buteko Villa Rica - Rua Vila Rica, 637 - Padre Eustáquio - BH
O CHORO NOSSO, formado por Marcela Nunes (flauta), Renato Muringa (cavaquinho), Silvio Carlos (Violão 7 cordas) e Daniel Guedes (pandeiro) é um dos grupos que contribui, com muita competência e o melhor repertório do gênero, para manter a excelente reputação do Choro executado na capital mineira. E nesta quinta (01/02), a partir das 19 horas, o grupo abre o mês de fevereiro com muita alegria no palco do O Muringueiro. Você não pode perder pois vai ter muito Choro e também muito Samba. Programe-se.
SERVIÇO Roda com Choro Nosso Data: 01/02 (quinta) Horário: 19 horas Local: Rua Juacema, 416 - Bairro da Graça - BH Couvert artístico: R$15,00 Informações: (31) 99319-5525