Neste domingo, 21 e fevereiro nosso saudoso chorão Mozart Secundino de Oliveira completaria 93 anos de vida. Falecido no fim do ano passado, o violonista e “xodó da galera” ganhará amanhã uma bela homenagem do cantor e compositor Lucas Fainblat, na estreia do programa Blá blá blá do Fainblat, pela Rádio Inconfidência (FM 100,9).
Todos os sábados, de 19h às 20h, o músico mineiro abordará um tema: datas de aniversários de compositores de Minas e do Brasil, vivos ou eternizados em nossa cultura; acontecimentos da semana; gêneros musicais específicos, etc.
“Os temas livres serão apresentados no início de cada programa e, no meio de conversa descontraída com o ouvinte, vou atender aos ouvidos mais exigentes da Rádio com uma seleção de músicas relacionadas aos temas. Áudios inéditos não ficarão de fora - canções ainda não lançadas, músicas extraídas de raras apresentações ao vivo, por aí vai”, conta o músico mineiro que no ano passado lançou ao lado do instrumentista Marcos Frederico o CD e vinil “Universo Carapuça”.
"Seu" Mozart em um dos encontros do Clube do Choro de BH.
Seu Mozart Secundino de Oliveira foi um dos fundadores do Clube do Choro de BH. Tocou com grandes nomes da música, a começar pelo amigo e mestre do cavaquinho Waldir Silva. Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Sílvio Caldas, Clara Nunes e Agnaldo Timóteo foram outros exemplos.
Mozart foi o destaque do projeto Moradores - A Humanidade do Patrimônio Histórico, da agência de fotografia Nitro Imagens. Recebeu o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte e também foi tema do documentário “Simplicidade - Mozart Secundino de Oliveira”, lançado há um ano, com direção de Amanda Gomes e Daniela Meira. Além do filme, Mozart foi homenageado por meio de músicas entre elas: “Sarau pro Sr. Mozart”, faixa do CD “Viamundo”, de Thiago Delegado, o Choro "Mozareando" de autoria de José Maria Nunes (clarinetista, ex-integrante do Grupo de Choro Flor de Abacate)também entra na listae ainda a "Secundino Sacudindo" de Marcela Nunes e Renato Muringa, registrado no CD "Em Casa" e que você pode ouvir no player abaixo.
O Restaurante Mosteiro convida para mais uma tradicional roda de Choro que acontece nesta sexta-feira, 19 de fevereiro.
O local oferece ambiente agradável, petiscos saborosos, cerveja gelada e o mais importante para os amantes do Chorinho: músicos e repertório da melhor qualidade.
SERVIÇO
Roda de Choro no Mosteiro
Data: 19 de fevereiro 2016.
Horário: 19 horas.
Local: Restaurante Mosteiro. Rua Santa Rita Durão, 940 - Funcionários.
Reservas e maiores informações: (31) 99945 0786 e (31) 3261 2583
Vídeo: Amilton Faria. Cícero no acordeon, Wagner e Dú nos violões, Nixon no cavaquinho, Ronaldo no pandeiro, Sergio Danilo no clarinete, Osmar e Ormarzinho no trombone e saxofone, Raissa na flauta, lembrando do clássico Choro de Pixinguinha e Benedito Lacerda, Naquele Tempo, no Restaurante Mosteiro, Savassi, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
O grupo Choro Nosso formado pelos músicos Renato Muringa (cavaquinho, bandolim e voz), Marcela Nunes (flauta transversal), Agostinho Paolucci (violão) e Daniel Guedes (percussão) toca nesta quinta, 18 de fevereiro. A roda de choro, com clássicos do gênero e obras de compositores mineiros, acontece no espaço "O Muringueiro", a partir das 19 horas.
Programe-se.
SERVIÇO
Roda de Choro com Choro Nosso
Data: 18 de feveireiro
Horário:19 horas
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416 - Bairro da Graça - Belo Horizonte
O Regional do Muringueiro, formado pelos músicos Marcelo Issa, Hélio Pereira, Rafael Zavagli, Daniel Nogueira e seus convidados se apresenta hoje em mais uma animada roda de Choro. O evento acontece a partir das 19 horas. Programe-se
SERVIÇO
Roda de Choro com Regional do Muringueiro
Data: 17/02 (quarta)
Horário: 19 horas
Local: O Muringueiro - Rua Juacema, 416 - Bairro da Graça - Belo Horizonte
Entrada: R$10,00
Informações: contato@muringa.com.br
O "Esquina do Choro", projeto promovido pelo Restaurante Contemporâneo, inicia nesta terça, 16 de fevereiro e pretende apresentar grandes nomes do Choro belorizontino.
Na primeira edição sobem ao palco os associados do Clube Marcos Flávio (trombone) e Silvio Carlos (violão de 7 cordas), além de Warley Henrique (cavaquinho) e Ricardo Acácio (pandeiro).
O show começa às 19 horas e promete o melhor do gênero na interpretação deste talentoso quarteto.
SERVIÇO:
Projeto Esquina do Choro
Data: 16 de fevereiro 2016 (terça)
Horário: 19h00
Local: Contemporâneo Gastro Show- Av. Pasteur, 4 – Santa Efigênia – Belo Horizonte/MG
Couvert: R$15,00
Informações: (031)3568-1843
O conjunto "Isto e Nosso" está em mais uma Terça do Choro que acontece no espaço "Do Chef Espetos". A roda acontece 16 de fevereiro, a partir das 19 horas.
O grupo formado pelos músicos Thiago Balbino (bandolim) Pedro Alvarez (flauta), Gustavo Monteiro (violão 7 cordas), Artur Padua (Violão), Daniel Nogueira (cavaquinho) e Ronaldo Pereira (Pandeiro) promete um repertório dos melhores para agradar os amantes do Chorinho.
Programe-se.
SERVIÇO
Roda de Choro com o Conjunto "Isto é Nosso"
Datas: 16 de fevereiro (terça-feira)
Horário: 19 horas
Local: Do Chef Espetos
Endreço: Av. Cônsul Antônio Cadar, 122 - Lj 1 - São Bento -Belo Horizonte
Informações: (31)8496-1060
Rancho Memórias Cantando revive os antigos Carnavais e emociona a população de BH.
Por : Euler Ribeiro
Foto: Euler Ribeiro
Belo Horizonte viveu um grande momento no sábado de Carnaval de 2016, na Rua Sapucaí, quase esquina com Av. Assis Chateaubriand.
A importância do acontecimento não foi medida em quilômetros de ruas ou número de pessoas, mas pelo clima que envolveu o lugar, onde foram revividas belas marchas e sambas que marcaram e ainda marcam a cultura da grande festa brasileira (e de várias outras partes do mundo).
Foto: Euler Ribeiro
Empunhando violões, cavaquinho, trombone de vara, pandeiro e instrumentos de percussão, músicos e cantores contagiaram as pessoas ali presentes, que, encantadas, cantaram, dançaram, sorriram (algumas choraram), se abraçaram e se beijaram durante a tarde e boa parte da noite. Alegria e amor se esparramaram no local, que (Deus queira!), será novamente palco deste espetáculo no ano que vem.
Foto: Euler Ribeiro
Eu tive o prazer de a tudo assistir e a oportunidade de registrar com a minha máquina fotográfica parte do acontecido. São registros sem a pretensão técnica e artística dos fotógrafos, muitos deles praticamente repetidos, mas que darão àqueles que os virem o testemunho sobre a dedicação de algumas pessoas – músicos excepcionais –, que, no seu dia-a-dia, abrem trincheiras de lutas para preservar a cultura do nosso povo.
Neste sábado, o Choro de Varanda, grupo formado pelos músicos Daniel Rosa (7 cordas), Guizé Medeiros (flauta), Marcos Ruffato (bandolim), Rafael Pimenta (cavaquinho) e Rubens Costa (pandeiro) convida os apreciadores do gênero para mais uma tarde com Chorinho. Para o repertório, uma escolha de primeira: clássicos de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, K-Ximbinho e de compositores contemporâneos como Paulinho da Viola e Toninho Ferraguti.
O evento acontece a partir das 15 horas, no Pedal e Prosa Café. Programe-se.
SERVIÇO:
Tarde de Choro com Grupo "Choro de Varanda"
Data: 13 de Fevereiro 2016 (sábado)
Horário: 15h00 às 19h00
Local: Pedal e Prosa Café - Rua Padre Marinho, 321 – Santta Efigênia – Belo Horizonte/MG
Couvert: R$5,00
Informações: (031) 3081-8996 contato@pedaleprosacafe.com.br
Preparando novos projetos musicais para 2016? Está planejando renovar e ampliar o repertório?
O blog do Clube do Choro dá uma forcinha para você encontrar novas partituras para tocar, estudar ou analisar.
A dica de hoje é o site "Super Partituras". Lançado em 2014 é considerado por alguns usuários como um dos melhores e maiores sites para pesquisa e download de partituras populares. Já são mais de 12 mil registros e está sempre em atualização.
As partituras estão organizadas por instrumento, gênero musical e dificuldade, o que torna bem fácil a pesquisa, sem contar que o site é bem intuitivo.
No gênero Choro, você encontrará catalogadas mais de 4 mil partituras. Vale conferir.
Cordão no Carnaval do Rio Antigo. Ao centro, agachado, de camisa branca e gravata, o compositor Sinhô.
Está chegando mais um Carnaval, mas a folia é muito melhor com uma boa trilha sonora. Antes mesmo dos sambas-enredo e os trios elétricos se tornarem as estrelas dessa festa, eram as marchinhas que alegravam os foliões. Com uma origem que remete ao final do século XIX, o gênero foi criado a partir da cadência da marcha portuguesa. As marchinhas já foram conhecidas como as caricaturas da sociedade brasileira: as letras maliciosas e divertidas, têm um humor declarado e retratam os costumes e a história do país no século passado. O politicamente correto não tem espaço, não existe tema proibido, as frases de duplo sentido são bem-vindas e qualquer tema sério se transforma em uma grande brincadeira.
Chiquinha Gonzaga. Compositora da primeira marchinha de Carnaval.
A primeira música reconhecida como marcha de Carnaval foi “Ó abre alas”, composta pela pianista e regente Chiquinha Gonzaga, em 1889, para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro. A pioneira marchinha de carnaval não conheceu publicação, como tal, em vida da compositora. Criada durante ensaio do cordão Rosa de Ouro no Andaraí, bairro na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde residia a maestrina na ocasião, a despretensiosa marchinha foi inspirada no andamento do cordão, que sabemos utilizar a procissão religiosa como matriz. Nascia ali, em fevereiro de 1899, a marchinha, um gênero novo que ainda prestaria grandes serviços ao carnaval carioca. Até então, a festa que viria a representar a nacionalidade brasileira não tinha música própria.
Nos bailes mascarados dos salões, a elite dançava ao som de polcas, habaneras, quadrilhas, valsas e mazurcas, enfim, dos gêneros de dança de salão da época. Nas ruas, o povo se divertia com a percussão do zé-pereira, o som de baterias cadenciadas e canções reaproveitadas: cantigas de roda, hinos patrióticos, chulas, trechos de óperas, árias de operetas, fados lirós, quadrinhas musicadas na hora e até marcha fúnebre. É certo que ranchos e cordões, na virada do século XIX para o XX, já se utilizavam de certas canções, inclusive um tipo de marcha apropriada no andamento, e bradavam também a palavra de ordem para abrir passagem na multidão. Mas uma música especialmente concebida para a festa não ocorrera a nenhum compositor.
Chiquinha Gonzaga fixou definitivamente o gênero ao criar a canção carnavalesca. Com isso ela se antecipou em 18 anos, pois só a partir de 1917 o carnaval passaria a ter música regularmente.
Incapaz de prever o que a posteridade reservava à sua singela marchinha, Chiquinha a incluiu na peça de costumes cariocas Não venhas!…, representada no Teatro Apolo em janeiro de 1904. Logo publicada por seu editor como ‘dobrado carnavalesco’, servia ao enredo da peça como o maxixe do cordão Terror dos inocentes. Só em 1939, quando a jornalista Mariza Lira preparava a primeira biografia da compositora, Ó abre alas foi publicada na sua integralidade, já reconhecida como pioneira. E assim, mais uma vez Chiquinhanha Gonzaga se apresenta como uma mulher à frente so seu tempo e promotora de registros históricos para a alma da música brasileira.
Em BH, o "Rancho Carnavalesco Memórias Cantando" estreia no próximo sábado, celebrando os sucessos dos velhos Carnavais.
Programado para estrear no próximo sábado (6), o Rancho Carnavalesco Memórias Cantando pretende celebrar os velhos tempos com as músicas que embalaram os antigos Carnavais. O evento terá início a partir das 14 horas, na Rua Sapucaí, em frente ao número 527, no bairro Floresta.
Organizado pelo Regional Mineiro, formado pelos músicos Artur Padua, Daniel Capu, Mateus Fernandes e Roberto Amaral o rancho contará com outros músicos convidados e propõe relembrar marchas e sambas de Carnaval de compositores como Chiquinha Gonzaga, Lamartine Babo, Braguinha, Pixinguinha, Wilson Batista, Haroldo Lobo, Zé Keti, entre outros.
Programe-se para a folia: vista sua fantasia, reserve serpentinas, confetes e leve muita alegria.
Dircinha e Linda Batista - "Ó abre alas" - Chiquinha Gonzaga
"Ó abre alas" foi o primeiro grande sucesso carnavalesco do Brasil. Composta em 1899, a pedido do Cordão Rosa de Ouro, que ensaiava nas proximidades da residência de Chiquinha Gonzaga, essa “marcha carnavalesca”, constituiu a maior atração do Carnaval daquele ano e se manteve nos cinco anos seguintes como campeã absoluta desse festejo popular.
Quando você escuta música, múltiplas áreas do seu cérebro são usadas e ativadas. Porém, quando você toca um instrumento, há um trabalho de todo o corpo e a mente.
A diferença mais óbvia entre ouvir e tocar música é que tocar envolve habilidades de movimento muito delicadas e essas habilidades são controladas pelos dois lados do cérebro. Essa atividade também combina a área da linguagem e cálculos matemáticos controlados pelo lado esquerdo com os conteúdos novos e criativos do lado direito. Por isso descobriu-se que tocar música aumenta o tamanho e o corpo caloso no cérebro, a ponte que liga os dois hemisférios e pode ajudar os músicos a solucionar problemas tanto na área acadêmica quanto social.
Os músicos também tem níveis mais altos de “função executiva”, uma categoria de tarefas interligadas que envolvem planejamento, estratégia e atenção a detalhes e que requerem uma análise simultânea dos aspectos cognitivos e emocionais.
Como tudo isto acontece? Anita Collins explica o espetáculo de fogos de artifício que ocorre no interior do cérebro dos músicos quando eles tocam e examina os efeitos positivos de longo prazo que resultam desse trabalho mental. Assista ao vídeo e entenda melhor.
O Grupo TOCA DE TATU formado por Lucas Ladeia (cavaquinho), Abel Borges (percussão), Luísa Mitre (piano) e Lucas Telles (violão) sobe ao palco do Café com Letras no próximo domingo.
O show acontece a partir das 19h30 e promete o melhor deste premiadíssimo e talentoso quarteto.
Programe-se.
SERVIÇO: Toca de Tatu em "Choro Contemporâneo" Data: 31 de janeiro 2016 (domingo) Horário: 19h30 Local: Café com Letras - Rua Antônio de Albuquerque, 781 – Savassi – Belo Horizonte/MG Couvert: R$12,50 Informações e reservas: www.cafecomletras.com.br
No próximo sábado, reiniciam-se as rodas de choro e samba na Associação Cultural Casinha.
No palco se apresenta o Conjunto "Isto é Nosso" formado pelos chorões Thiago Balbino no bandolim, Pedro Alvarez na flauta, Gustavo Monteiro no violão de 7 cordas, Artur Pádua no violão, Daniel Nogueira no cavaquinho e Ronaldo Pereira no pandeiro.
No repertório muito choro bom.
Programe-se.
SERVIÇO
Roda de Choro com o Conjunto "Isto é Nosso"
Data: 23 de janeiro de 2016
Horário: 16hs
Local: Associação Cultural Casinha - Rua Juiz de Fora, 114 - Barro Preto - BH
Maiores informações: no facebook ou pelo email: email@casinha.art.br
O Programa radiofônico "Roda de Choro" do próximo sábado, 23 de janeiro, traz o especial de lançamento do álbum “Calendário do Afeto” do violonista e associado ao Clube do Choro de BH, Carlos Walter.
O programa semanal, produzido e apresentado por Ruy Godinho, é transmitido pela Rádio Câmara e por mais 122 emissoras parceiras. Confira quais são aqui: http://goo.gl/czpDx
Liga o rádio e sintoniza, pois o programa promete o melhor.
Programa radiofônico "Roda de Choro": especial "Calendário do Afeto".
Quando: sábado, 23 de janeiro, às 12h00.
Onde: Rádio Câmara - Brasília.
No próximo sábado, 23 de janeiro, o Trio Bola Preta formado por Natália Mitre na percussão, Mariana Bruekers na flauta e Francisco Medina no violão traz o melhor do chorinho e toda a ginga brasileira para o palco do Cantim Noir.
Vale conferir.
SERVIÇO Trio Bola Preta no Cantin Noir. Data: 13 de janeiro - sábado Horário: 21h00 Local: Cantim Noir - Rua Nisio Batista de Oliveira, 266, São Lucas Couvert: R$ 10,00 Informações e reservas: (31) 3789-8756/99647-0853
Mais uma vez o projeto Melhores da Música Brasileira apresenta uma categoria específica para ressaltar o trabalho dos nossos instrumentistas. Baseada em critérios como técnica e originalidade, a lista é formada por talentosos músicos que lançaram bons discos em 2015. Entre os 21 instrumentistas que compõe a lista, figura o violonista associado ao Clube do Choro de BH, Carlos Walter pelo seu álbum Calendário do Afeto.
O projeto é uma edição especial do site Embrulhador que desde 2010 publica listas com os 100 melhores álbuns lançados no país. A seleção é feita pelo jornalista e crítico cultural Ed Félix, que se dedica a ouvir o maior número possível de novos trabalhos e apresentar um balanço com o que de melhor acontece na nossa música.
Carlos Walter recebeu a notícia com grande entusiasmo, já que além de figurar entre os melhores instrumentistas ao lado de nomes como Rogério Caetano, Gilson Peranzzetta, Yamandu Costa e outros grandes talentos, seu CD/E-Songbook Calendário do Afeto também recebeu menção honrosa do Prêmio Melhores da Música Brasileira.
A boa notícia foi compartilhada pelo músico através das redes sociais, onde escreveu: "Parabéns aos demais participantes e aos organizadores dessa edificante premiação. Agradeço a Deus, aos meus familiares, à Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, aos amigos e à competente equipe de produção desse álbum (Elodie Bouny - direção musical e texto de apresentação, Loló Weissmann/Júlio Abreu - projeto gráfico, Beth Santos - assessoria de imprensa, Marcelo Ramos - gestão financeira, Joao Ferraz - gravação, mixagem e masterização, Marcos Frederico - assistente de gravação, Master Disc - assessoria de prensagem, Juarez Moreira, Ulisses Rocha, Yamandu Costa, Luiz Otávio Savassi Rocha - textos de apresentação, Lucas Telles - transcrição da partitura do 7º mês)".
O Clube do Choro de BH parabeniza o estimado Carlos Walter pelos merecidos destaques.
Neste primeiro semestre de 2016, o Conservatório UFMG ofertará dois novos cursos com o objetivo de expandir os conhecimentos musicais de seu público. São os cursos de História da Música Ocidental e Musicalização Infantil.
Com o propósito de introduzir um panorama sobre a história da música ocidental de concerto, tendo em vista o estudo da expressão dos amores como representações do drama humano ao longo história da música no Ocidente entre os séculos X e XX, o curso de História da Música Ocidental será ministrado pelo professor da Escola de Música da UFMG André Cavazotti. Serão 60 vagas ofertadas para qualquer pessoa interessada que seja maior de 18 anos. As aulas acontecerão sempre na Sala 01 do Conservatório UFMG às quintas-feiras, das 17h30 às 20h, a partir do dia 17 de março sob um investimento de R$ 180,00 à vista ou R$ 50,00 parcelado em quatro vezes no boleto bancário.
Já o curso de Musicalização Infantil acontece com a finalidade de proporcionar formação musical coletiva às crianças promovendo a sensibilidade auditiva, o prazer em ouvir e fazer música em gêneros e estilos variados. Serão oito turmas, com sete vagas cada uma, direcionadas ao público infantil entre 3 e 6 anos. Com início previsto para 15 de março, as aulas acontecerão no período da manhã uma vez por semana, durante as terças ou quartas-feiras, dependendo da faixa etária. O valor de investimento à vista é de R$1.254,00 ou R$132,00 dividido em 10 vezes.
As inscrições de ambos os cursos devem ser feitas pelo site da Fundep http://www.fundep.com.br na aba de Cursos e Eventos da UFMG dentre os dias 05 e 28 de janeiro. Mais informações pelo site do Conservatório UFMG pelo endereçohttp://www.conservatorio.ufmg.br
Hoje, a partir das 19 horas, o grupo "Isto é Nosso", formado pelos músicos Thiago Balbino, Pedro Alvarez, Gustavo Monteiro, Artur Padua, Daniel Nogueira e Ronaldo Emerenciano Pereira, faz sua primiera roda de choro do ano. O evento acontece no "Do Chef Espetos" e promete um repertório de primeira. Programe-se.
SERVIÇO
Roda de Choro com o Conjunto "Isto é Nosso"
Datas: 5 de janeiro (terça-feira)
Horário: 19 horas
Local: Do Chef Espetos
Endreço: Av. Cônsul Antônio Cadar, 122 - Lj 1 - São Bento -Belo Horizonte
Esta é a primeira dica do ano para os leitores do blog.
O programa Época de Ouro inicia 2016 com todo gás. Durante o mês de janeiro, ele será gravado no estúdio da TV Brasil localizado na Avenida Gomes Freire, no bairro da Lapa (RJ).
Mas você poderá também acompanhar as gravações ao vivo pela web, todas as segundas-feiras, às 17h, através da página da EBC. É só clicar aqui.
O programa é transmitido todo sábado às 12h pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro e a reprise é no domingo, às 9h.
O Clube do Choro de Belo Horizonte, em grande evento realizado no último dia 6, promoveu sua confraternização de final de ano. A festa foi promovida pela nova diretoria comandada pelo radialista e jornalista Acir Antão em parceria com o Centro Cultural Padre Eustáquio, que comemorou naquela data seu sétimo aniversário.
O Presidente Acir Antão comandou a festa com todo seu talento e carisma.
Além das celebrações, a tarde também foi de homenagens a Raimundo José dos Reis, o Bolão sócio fundador do Clube do Choro de BH, personagem importante para aquele bairro e para a música na Capital.
Raimundo José dos Reis , o Bolão , homenageado do dia.
O evento foi aberto ao público e circularam pelo espaço centenas de apreciadores do Choro. No palco, músicos associados e convidados garantiram uma roda de Choro com o melhor repertório do gênero, para deleite do público que ocupou também a pista de dança.
Além de muita música o público pode apreciar a exposição fotográfica com memórias do Choro do Bar do Bolão e a Poesia no Barbante. Para os associados foram preparadas mais surpresas, incluindo a distribuição de bebidas, tira gosto diversos e sorteio de muitos brindes.
O evento contou com o apoio da Fundação Municipal de Cultural e Prefeitura de Belo Horizonte e cobertura fotográfica da Action BHZ.
Amigos e amantes do Chorinho estão convocados para a confraternização e roda de Choro solidária "Se meu fusca chorasse" que acontece hoje, 22 de dezembro, a partir das 18 horas, no estacionamento do Mercado Distrital de Santa Tereza (rua São Gotardo, 273 - Bairro Santa Tereza - BH).
Altamiro Carrilho que faria 91 anos neste 21 de dezembro foi um dos recordistas de vendas de discos na década de 50 e ajudou a redescobrir o chorinho como identidade brasileira.
Altamiro Carrilho gravou mais de cem discos ao longo de sua carreira
A música Rio Antigo foi um dos maiores sucessos dos anos 50, registrando a marca recorde, até então, de 700 mil cópias vendidas. Música criada por um mestre. Por um mestre que completaria 91 anos neste 21 de dezembro. Altamiro Carrilho, infelizmente, nos deixou em 2012.
Na verdade. Altamiro, ainda menino, tocava lira. A paixão pela flauta surgiu na adolescência. Foi na Rádio Nacional, no programa de calouros de Ary Barroso que Altamiro conseguiu reconhecimento. Ganhou fama de improvisador e começou a participar de grupos, discos e shows. Acabou por substituir Benedito Lacerda no conjunto regional de Garoto e passou a acompanhar nomes como Vicente Celestino, Orlando Silva e Francisco Alves.
A Era do Rádio passou, mas não a música de Altamiro, que é responsável pela sobrevivência e a redescoberta do chorinho.
A Rádio Nacional FM de Brasília (EBC) em seu programa Momento Três, prestou uma homenagem ao mestre Altamiro Carrilho. No especial "91 anos de Altamiro Carrilho", você confere: Doce de Coco, de Jacob do Bandolin; Naquele Tempo, de Benedito Lacerda e Pixinguinha; e, é claro, Flor Amorosa, de Joaquim da Silva Calado e Catulo da Paixão Cearense.
Click na imagem ao lado e ouça o programa na íntegra.
O Momento Três vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 10h e às 22h, na Rádio Nacional FM Brasília, com produção e edição de Heloisa Fernandes e a apresentação de Fátima Melo.
Atenção compositores. De 16 de dezembro a 29 de janeiro de 2016 estão abertas as inscrições do Concurso Novas #3, que incentiva a criação de obras inéditas para violão.
As peças serão avaliadas por uma banca formada por Fabio Zanon, Marco Pereira, Sérgio Assad e Elodie Bouny, idealizadora e diretora do projeto. Os vencedores ganham prêmios em dinheiro e participam da gravação de um CD e de um álbum de partituras.
Leia o edital e confira os detalhes acessando o link www.violaobrasileiro.com.br/concurso-novas-3. Na página do Acervo Digital do Violão Brasileiro também é possível conhecer o histórico do projeto, ouvir as músicas selecionadas nas edições anteriores e baixar os álbuns das partituras.